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Navegando por Assunto "Peixes - Pará"

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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Ictiólitos da Formação Pirabas, mioceno do Pará, Brasil, e suas implicações paleoecológicas
    (Universidade Federal do Pará, 2011-06-01) COSTA, Sue Anne Regina Ferreira da; RICHTER, Martha; http://lattes.cnpq.br/9381228195500524; ROSSETTI, Dilce de Fátima; http://lattes.cnpq.br/0307721738107549
    A Formação Pirabas (Oligo-miocênica), a qual é representada por depósitos carbonáticos ao longo da costa norte brasileira entre os estados do Pará e Piauí, é reconhecida por sua riqueza fossilífera. Entre os diversos fósseis destaca-se paleoictiofauna, por sua abundância nos afloramentos, porém a ausência de controle estratigráfico e faciológico destes fósseis restringiu o seu potencial de utilização em interpretações paleoambientais. A utilização conjunta de técnica de peneiramento úmido para recuperação de ictiólitos e análise faciológica e microfaciológica de sedimentos retirados dos depósitos da Formação Pirabas, expostos na mina B17 (Capanema-PA), possibilitou pela primeira vez utilizar fósseis de vertebrados para a elaboração de um modelo de reconstituição paleoambiental interdisciplinar. Os 3.594 ictiólitos recuperados, juntamente com as 5 associações faciológicas e 4 microfácies carbonáticas levaram à conclusão de que estes depósitos da Formação Pirabas foram formados em sistema deposicional marinho-marginal, com diferentes ambientes geneticamente associados como antepraia, praia, laguna, canal de maré e delta de maré, que fariam parte de um sistema estuarino com influência de onda, marcado por quatro diferentes ciclos deposicionais, relacionados a possíveis episódios transgressivo-regressivos. O ambiente estuarino foi confirmado pela assembléia de ictiólitos, formada tanto por espécimes dulcícolas, representada pela família Characidae, de ocorrência inédita para a unidade, quanto por espécimes marinhos, por exemplo, os tubarões. Diversos tipos dentários, possivelmente atribuídos a representantes de águas salobras, também reforçam o ambiente proposto tais como os gêneros Sarpa e Dasyatis, ambos igualmente registrados pela primeira vez. A distribuição da comunidade ictiológica evidencia controle paleoambiental, tendo-se registrado sua maior abundância em depósitos de canal de maré. Entretanto, a influência do nível relativo do mar resultou no desenvolvimento de ciclos deposicionais transgressivos-regressivos, que também exerceram forte controle na distribuição estratigráfica dos ictiólitos registrados na Mina B17, reforçando a importância de estudos interdisciplanares no refinamento da reconstituição paleoecológica desta unidade.
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