Navegando por Assunto "Pintura corporal"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) A geometria das pinturas corporais e o ensino da geometria: um estudo da escola indígena Warara-Awa Assuriní, Tucuruí, PA(Universidade Federal do Pará, 2015-10-05) AMADOR, Aldenora Perrone; SOUZA FILHO, Erasmo Borges de; http://lattes.cnpq.br/5387951750537371Este trabalho de pesquisa é um estudo sobre os aspectos geométricos da pintura corporal Assuriní e o seu uso no ensino da geometria, na Escola Indígena Warara awa Assuriní, da Aldeia Trocará, em Tucuruí, Pará, a partir da prática pedagógica de duas professoras indígenas da própria aldeia. A pesquisa foi feita em duas turmas do ensino fundamental menor nas aulas de geometria com a intenção de verificar-se a interseção entre o conhecimento matemático e o indígena e também nas aulas de conhecimento tradicional, um dos momentos em que é desenvolvida a pintura corporal. O interesse pelo tema se deu a partir da minha experiência profissional de junho de 2006 até agosto de 2011 na Secretaria Municipal de Educação do Município de Tucuruí, ao ter contato com a Educação Escolar Indígena. A pesquisa está apoiada nas concepções de D’Ambrosio (1990; 1997; 2002; 2011); Vergani (2007); Gerdes (1992); Sebastiani Ferreira (1993; 1994) e Almeida (2010). Considerando-se a pintura corporal como um dos importantes aspectos simbólicos da cultura Assuriní, e nessa relação, os determinantes culturais da geometria das pinturas, como esses elementos são considerados nas aulas de matemática, em particular no ensino da geometria, no ensino fundamental menor, por ser a porta de entrada da criança na escola. A partir das práticas pedagógicas das professoras indígenas na escola, fez-se com base na Etnomatemática, uma reflexão sobre o ensino da geometria e a geometria das pinturas corporais. Ao fazer-se um estudo comparativo das práticas das professoras, observou-se dois percursos didáticos, um que valoriza e utiliza os aspectos da cultura indígena, e outras que dissocia no ensino esses aspectos. Nesse sentido, o estudo aponta possibilidades de ensino da geometria escolar a partir da geometria das pinturas, por ser este um dos importantes aspectos simbólicos da cultura Assuriní, e no Ensino Fundamental Menor por ser a porta de entrada da criança indígena na Escola. Isso implica na ressignificação das aulas de geometria, com a valorização da história cultura indígena dessa etnia, favorecendo a contextualização dos saberes indígenas no ensino da Matemática, assim como em articulação com as outras áreas de conhecimento.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) A pintura corporal e a arte gráfica entre os Tembé(Universidade Federal do Pará, 2018-04) AMORIM, Lena Cláudia dos SantosO artigo tem como propósito discutir como se constrói o conhecimento e identidade das crianças e jovens indígenas nas aldeias Sede e Cajueiro, situadas na Terra Indígena Alto rio Guamá. A discussão propõem apresentar que a práticas cotidianas viabilizam a aprendizagem desses sujeitos como a pintura corporal na relação com a afirmação da identidade. Nesse contexto o saber é construído pela oralidade, tendo como suporte as brincadeiras, a prática cotidiana e o ambiente que os cercam. Este trabalho analisa o conhecimento tradicional do povo Tembé, em consonância com as diversas realidades sociais e culturais, as quais são significativas para a identidade neste contexto, pois é necessário entender os questionamentos centrais como: de que modo é constituído o conhecimento da criança e do jovem em relação a sua identidade? A pesquisa teve como enfoque central o método etnográfico, e ainda como suporte a observação participante, entrevistas semiestruturadas e registros audiovisuais, nas aldeias do Guamá e Gurupi. Os sujeitos envolvidos foram às crianças, jovens, professores indígenas e não indígenas, pajés, os idosos que são responsáveis pela continuidade e transmissão dos saberes tradicionais de seu povo. Diante desse cotidiano o povo Tembé vivência momentos relevantes de aprendizagem, apresentando o quanto a pintura corporal é um elemento importante na afirmação da identidade.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Teia de Pykatôti: um estudo da corpografia mẽbêngôkré do rio Fresco na Amazônia Brasileira(Universidade Federal do Pará, 2017-06-26) CABRAL, Rafael Ribeiro; SANTA BRÍGIDA JÚNIOR, Miguel de; http://lattes.cnpq.br/6889411521648199O Povo Mẽbêngôkré-Kayapó vivia em uma grande aldeia denominada Pykatôti. Na contemporaneidade, as aldeias Mẽbêngôkré estão localizadas no Norte do Mato Grosso, e, Sul do Estado do Pará nas margens do Rio Fresco e do Rio Xingu. Este trabalho tem como objetivo realizar um estudo da corpografia do Povo Mẽbêngôkré a partir da experiência corporal vivenciada ao longo do trabalho de campo-vida para fins de atividade artística. A metodologia desta pesquisa, denominada teia da aranha, é tecida por meio da ética - kumerex e estética -mej nas relações míticas em kapran ok. Como artista-etno-pesquisador, o autor experimenta corporeidades no trabalho criativo em processo, Círculo de Pykatôti. Na tessitura das tramas estão amarrações entre a Etnocenologia, Antropologia Estética, Sociologia Compreensiva, a partir do perspectivismo indígena Mẽbêngôkré. Os resultados são contribuições às PCHEO – Práticas e Comportamentos Humanos Espetaculares Organizados no entendimento de relações não apenas humano-humano, mas nas relações humano-bicho como proposição fundante do termo Kukradjá para o Povo Mẽbêngôkré.
