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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O aprender poético na obra Grande Sertão: veredas de João Guimarãres Rosa
    (Universidade Federal do Pará, 2019-02-21) PALHETA, Marcos Roberto Pinho; FERRAZ, Antônio Máximo von Sohsten Gomes; http://lattes.cnpq.br/5982898787473373
    O objetivo desta pesquisa é investigar o aprender poético presente na obra Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa, tendo como fio condutor o sentido do pensar, como um deixar-se atingir pela questão fundamental do humano enquanto ser-no-mundo, exposto no caminho de sua constituição ontológica pela linguagem originária, no constructo ontológico da personagem Riobaldo. Nesse sentido, pretende-se pesquisar o sentido poético originário que é tecido na obra-prima de João Guimarães Rosa, para situá-la como uma narrativa poético-educadora, ou seja, aquela que é poética porque realiza a verdade ontológica do ser e que é educadora porque realiza o humano como cuidador dessa verdade, como ente, cuja essência é ser-no-mundo. Não o humano como experiência entificadora, no interior das condições predeterminadas de uma ciência, considerado um sujeito formal do conhecimento, mas que somente pode ser encontrado na situação finita do entre-ser e que se realiza como transcendência finita. Propõe-se observar a obra Grande Sertão: veredas como uma narrativa cosmogônica que introduz o aprender poético como linguagem originária, revelando, na trajetória de Riobaldo, a travessia hermenêutica do aprender, como tarefa de um pensar questionante que realiza o humano no mundo. Mostrar, também, que a narrativa rosiana é poética, pois atravessa a palavra em uso instrumental, revelando, com isso, a linguagem originária como expressão poética. A linguagem é poética porque revela o próprio oculto na impropriedade da existência no mundo. É a expressão do poeta-pensador, porque toda linguagem é, originariamente, poesia.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Escrituras indígenas de autoria de mulheres Potiguara (Brasil) e Mapuche (Chile)
    (Universidade Federal do Pará, 2022-02-11) ALENCAR, Larissa Fontinele de; SARMENTO-PANTOJA, Tânia Maria Pereira; http://lattes.cnpq.br/3707451019100958; https://orcid.org/0000-0003-1575-5679
    Nesta tese proponho um estudo no âmbito da literatura de resistência sobre as escrituras de autoria de mulheres dos povos originários Potiguara (Brasil) e Mapuche (Chile). Para tanto, esta pesquisa está configurada como uma grande tessitura, formada por fios e linhas teóricometodológicas em que as epistemologias de base se apoiam, inicialmente, no exercício de escovar a esteira da história a contrapelo para, assim, trançar, fio por fio, a trama literária (re)feita por mulheres indígenas. A priori, entendo que as literaturas de autoria indígena são literaturas de resistência, e que o corpo-território literário indígena, em meio e em conexão com a natureza, faz-se nas palavras em riste, bem como mantém-se firme em seus propósitos e ideologias próprias, mesmo com todas as imposições e subjugações engendradas pelo discurso hegemônico perpetuado pelo colonizador. É necessário frisar, também, que a literatura de resistência é um campo da teoria literária que estuda as literaturas que emergem em contextos de autoritarismo, estados de exceção, situações de barbárie, assim como em situações de traumas ou, ainda, que tematizam tais condições sócio-históricas e psicológicas. Sendo assim, esta subárea da literatura, configura-se como potencializadora da existência através da resistência, formando, desse modo, uma fratura poética de “rexistência”. Nesse sentido, considero que as escrituras de mulheres Potiguara e Mapuche são desenvolvidas por meio de palavras que transcendem a resistência sob a ótica tanto de gênero quanto de identidade étnica. Esta perspectiva é marcante no corpus literário desta pesquisa, e faz que o escopo da tese se dê pela expressão do corpo fraturado da mulher indígena, o qual, por isso mesmo, em resistência, tensiona, através da sua produção literária, a memória, a ancestralidade, as questões de gênero, a identidade étnica e as relações subjetivas e coletivas com o trauma colonial. Nessa perspectiva, o corpora literário desta investigação é composto por escrituras das autoras do povo Potiguara: Eliane Potiguara, Graça Graúna e Sulami Katy; do povo Mapuche foram selecionadas escrituras compostas pelas autoras: Graciela Huinao, Faumelisa Manquepillán e Daniela Catrileo. Ressalto, contudo, que, no decorrer da tese, também são feitas referências a uma significativa produção escrita de outras escritoras, inclusive, pertencentes a outros grupos étnicos. Assim sendo, esta pesquisa, de teor bibliográfico-qualitativo, foi desenvolvida a partir de uma abordagem analítico-descritiva e a partir das leituras interpretativas das escrituras literárias em questão. Para tanto, ao realizar a análise do corpora literário, busquei engendrar recortes que alinhavam a compressão dos aspectos poéticos das obras das escritoras indígenas na perspectiva de uma escrevivência ancestral, na construção de poéticas das identidades de gênero e identidades étnicas, além de uma perspectiva do olhar indígena sobre os traumas coloniais provocados pelo estado genocidário. E, por fim, lançando um olhar mais integral sobre esta pesquisa, considero que uma das contribuições mais significativas desta tese está na junção da literatura de resistência com as literaturas indígenas, posto que se agrega a esse campo uma narrativa outra, de fonte decolonial, que atravessa corpos e textos que foram, durante muito tempo, excluídos dos estudos literários.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O FR. 16 de Safo e o Banquete de Platão: a relação entre Eros e beleza
    (Universidade Federal do Pará, 2022-04-19) LACERDA, Marjore Mariana Lima; SOUZA, Jovelina Maria Ramos de; http://lattes.cnpq.br/0475424515288539; https://orcid.org/0000-0002-1249-1068
    Procuraremos mostrar ao longo desta dissertação que a concepção de eros e de beleza (to kalon), assim como a relação entre esses dois elementos, estão presentes nos materiais poéticos mais antigos gregos, tais quais os fragmentos de Safo de Lesbos, poeta mélica arcaica. Dessa maneira, ao analisarmos o seu Fr. 16, pontuaremos de que modo a concepção erótica se coaduna com a visão tradicional para, enfim, acentuarmos que o diálogo Banquete platônico, ao trazer à baila a conexão de eros com a beleza, resgata temas retratados na tradição, voltando-os, porém, para a filosofia.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    O homem e a hora do desvelo: reflexões antropológicas em análise homoerótica n(d)a poética de Mário Faustino
    (Universidade Federal do Pará, 2015-06) BARATA, Rodrigo Otávio Maroja; CARDOSO, Joel
    Este artigo visa a uma leitura antropológica de poemas de Mário Faustino, confrontando-os com a questão da homossexualidade presente na vida e na obra do poeta piauiense. E de como se dão os mecanismos de repressão, interdito, simbologia, para buscar em Peter Fry e em Michel Foucault, uma análise e uma leitura da homossexualidade, ora silente, ora latente, na poética de Faustino.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Itinerário de Bruno de Menezes: poeta modernista de Belém do Pará (1893-1931)
    (Universidade Federal do Pará, 2019-09-30) REIS, Carolina Menezes de Brito; CHAVES, Lília Silvestre; ttp://lattes.cnpq.br/4273510661737259; NASCIMENTO, Maria de Fátima do; http://lattes.cnpq.br/6007359856182459
    Bruno de Menezes, autor paraense de diversas obras, seja em prosa, poesia, teatro ou estudo crítico, chama atenção pela diversidade da sua literatura, especialmente a partir de sua terceira publicação, Poesia (1931), conhecida como primeira edição do livro de maior destaque do autor, Batuque (1939). No entanto, o que se percebe, é que o escritor já havia iniciado o movimento modernista no estado desde 1913, com a publicação do poema “O Operário”, no jornal O Martelo, em que reivindicava os direitos dos trabalhadores, geralmente explorados pelos patrões da sociedade do final da Belle Époque. O objetivo deste trabalho foi contextualizar a relevância do papel de Bruno de Menezes na construção da literatura modernista no Pará. Os múltiplos “Brunos” se devem às vivências do autor serem relevantes para a literatura brasileira, uma vez que seus escritos na Revista Belém Nova trouxeram inquietação e afloraram a renovação artística que acontecia desde a publicação da revista Klaxon (1922). A metodologia empregada é o atual método de pesquisa contemporâneo, onde há uma infinidade de canais de pesquisa, ou seja, a busca, não apenas em impressos – teses, dissertações, livros, revistas, documentos do arquivo – mas também em diversos meios eletrônicos, publicações de críticos em jornal, documentos e fotos do poeta. O recorte desta dissertação se deu desde o nascimento do poeta até o ano de 1931, evidenciando aspectos relevantes da poesia afro e a vasta fortuna crítica de Bruno de Menezes. Ressalta-se a necessidade de estender esse tipo de pesquisa a outros escritores paraenses, uma vez que contribuíram para a literatura modernista brasileira.
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