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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    O caso de Klaus Keller: homossexualidades, narrativas populares e morte pela imprensa paraense (Belém-Pará, 1983-1990)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-04-30) BRITO NETO, Pedro Antonio de; CANCELA, Cristina Donza; http://lattes.cnpq.br/8393402118322730
    Em 1983, na cidade de Belém–PA, a morte de um homossexual conhecido pelo nome de Klaus Keller tomaria as páginas de jornal da imprensa paraense, uma morte que seria revisitada por toda a década de 80. Esta narrativa seria exposta nas páginas dos jornais durante o período da “segunda onda” do movimento homossexual brasileiro e no contexto do processo de redemocratização do Estado Brasileiro, após a Ditadura Civil-Militar (1964– 1985). Disto, ficou observado uma imprensa mais crítica e com julgamentos que condenavam a ação da polícia diante do caso, como também o juízo explícito sobre a sexualidade da vítima. No entanto, em contrapartida, havia uma cobrança e para o caso ser solucionado, a considerar que Klaus era um homossexual de sexualidade explícita e conhecido em Belém. A Província do Pará, O Liberal, e o Diário do Pará foram os principais veículos de imprensa do Pará que redigiram sua história. Para entender essa veiculação, recorri aos conceitos de imprensa popular e/ou sensacionalista, seja para compreender as formas como disseminavam as notícias como o modo que as vendiam. Além disso, notou-se que nessa história poderia haver um debate sobre bio política e necropolítica, a considerar controle estatal e dos micros poderes sobre as identidades sexuais e raças presentes nas narrativas. Dito isso, este trabalho dissertativo, partiu do presente viajando ao passado, e nele encontrou semelhantes fins. Ou seja, as mortes dos homossexuais do presente se revelaram semelhantes às mortes ocorridas no passado. Nesse trabalho com as fontes da imprensa, foi constatado que o discurso pouco se modificou, e os homicídios, igualmente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A ciência e a educação em um jornal da Amazônia: Folha do Norte (1896 -1897)
    (Universidade Federal do Pará, 2018-03-08) BARROS, Raimundo Nascimento Pereira; Alves, José Jerônimo d e Alencar; http://lattes.cnpq.br/9586790409626243
    A presente pesquisa tem o objetivo de analisar os discursos sobre Ciência e Educação que circularam nas páginas do jornal Folha do Norte, nos anos de 1896 e 1897, o qual teve uma duração de setenta e oito anos, iniciando suas atividades em janeiro de 1896 e circulando diariamente até 1974. O jornal Folha do Norte foi um periódico de grande importância na história da imprensa do Pará, por estar envolvido no cenário político, especialmente no final do século XIX e início do XX, sendo forte defensor do Partido Republicano Federal, liderado por Lauro Sodré, que combatia incisivamente a política de Antônio Lemos, proprietário do jornal “A Província do Pará”. Nosso objeto de estudo -jornal Folha do Norte-, trazia em suas publicações as notícias políticas e outros temas diversos, entretanto, procuramos pesquisar as que tinham relação com o nosso objetivo, e estas foram: as notícias sobre Ciência e Educação. Desta feita, verifiquei minuciosamente em todos os exemplares disponíveis na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional dos anos de 1896 e 1897, encontrando colunas e notas soltas que difundiam notícias científicas juntamente com as de instrução pública, dentre elas, as colunas “Revistinha Scientífica” e “Respiga Scientífica” que traziam notícias relacionadas às ciências. Notícias sobre os Raios de Roentgen ou Raios X, também estiveram presentes nas páginas desse jornal que serviram principalmente para nossas análises que procuraram interrogar se essas notas construíram imagens positivas ou negativas sobre as ciências e como eram construídas essas imagens. Houveram também notícias que, tratavam de questões referentes à educação e organizacionais, dentre elas, convites para prestar exames de admissão, convocação de alunos para prova de segunda chamada e outras. Encontramos ainda uma coluna intitulada “Instrucção Pública”, tratava-se de assuntos relacionados ao regulamento votado no ano de 1896; classificação das escolas em 1ª, 2ª e 3ª entrâncias das cidades do interior e da capital, além de outras notas que versavam os acontecimentos que ocorriam nas instituições de ensino no Pará. Porém não encontramos notícias que falavam sobre ciência e educação conjuntamente.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Paulo Maranhão x Magalhães Barata: censuras, intervenções e políticas no Pará durante a Era Vargas (1930-1945)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-02-28) LIMA, Marcos Bezerra; PETIT, Pere; http://lattes.cnpq.br/8376409779394321; https://orcid.org/0000-0002-8970-3073
    Esta dissertação visa analisar o embate político entre o jornalista Paulo Maranhão (1872-1966) e o militar Magalhães Barata (1888-1959), entre os anos de 1930 e 1945, período conhecido como Era Vargas. Como objetivo central, foram analisados os variados mecanismos utilizados pelos dois sujeitos no sentido de obtenção, recuperação e manutenção de poderes em várias áreas da sociedade paraense. Paulo Maranhão utilizou-se das ferramentas do jornalismo para atacar Magalhães Barata, este que exerceu duas vezes o cargo de interventor federal do Pará. Por sua vez, Magalhães Barata contou com os aparatos estatais para se defender e atacar um dos seus principais opositores, contribuindo para uma dinâmica de disputas políticas entre os dois que se prolongou por quase 30 anos. A pesquisa foi dividida em três fases, a fase inicial referente a primeira passagem pelo poder de Magalhães Barata (1930-1935); a segunda fase referente ao período em que o militar político esteve afastado do Pará (1936-1942); e finalmente, a terceira fase direcionada ao retorno de Magalhães Barata para sua segunda interventoria (1943-1945). Utilizando de aportes ligados à Nova História Política e suas reformulações em torno de vários objetos de análise, inclusive a respeito dos meios de comunicação, verifiquei que Paulo Maranhão usou o periódico Folha do Norte para suas pautas e divergências políticas, dentre elas, a travada contra Magalhães Barata. Desse modo, concretizando o caráter político em torno dos impressos e seu poderio de intervenção na dinâmica social do período. Em decorrência dos meios utilizados por ambos, foi possível visualizar episódios de violências, censuras, matérias jornalísticas voltadas a ataques políticos, dentre tantos outros acontecimentos, apresentados e analisados durante os três capítulos desta dissertação. A partir de uma análise qualitativa de fontes, foi possível trabalhar com alguns polos documentais para construção da pesquisa. Destaco os documentos presentes no Arquivo Público do Estado do Pará (APEP), referentes às relações protagonizadas por componentes do poder público, seja sobre o próprio Magalhães Barata ou departamentos estatais. Outro polo documental importante está presente na Biblioteca Pública Arthur Vianna, referentes aos periódicos do recorte proposto, como O Estado do Pará e o Diário Oficial do Estado, mas, principalmente, os exemplares do periódico Folha do Norte, jornal comandado por Paulo Maranhão. Outros conjuntos documentais foram utilizados em menor quantidade, como livros publicados na época, que estão presentes no setor de obras raras da Biblioteca Pública Arthur Vianna, jornais disponibilizados na Hemeroteca Digital, da Biblioteca Nacional, dentre outros documentos utilizados durante o trabalho.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Quantos mundos há na arte? Crítica de arte em Belém do Pará (1896-1914)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-06-21) SOUZA, Gabriel Borges; FIGUEIREDO, Aldrin Moura de; http://lattes.cnpq.br/4671233730699231
    Na virada do século XIX para o século XX, a cidade de Belém do Pará experimentou diversas transformações devido ao boom econômico referente à comercialização da borracha e a experimentação modernizadora que foi característica do período, tempo este que ficou conhecido no campo das artes e da cultura como “Belle Époque Amazônica”. Imbricado a projetos políticos, um circuito de exposições de Belas Artes ganhou notoriedade e se dinamizou, sendo Belém requisitada, à época, por diversos artistas nacionais e internacionais. Damos maior atenção aos salões e exposições que ocorreram principalmente a partir da década de 1900, quando o foyer do Theatro da Paz passou a ser o espeço privilegiado para os vernissagens, saraus e demais eventos artísticos. A presente dissertação visa fazer uma análise do papel da crítica de arte junto a este circuito de exposições e à sua divulgação e debates nos órgãos de imprensa. Acreditamos que a imprensa impressa do período teve influência direta na publicação e na circulação dos textos de crítica de arte como parte de um projeto civilizador, republicano e de formatação de padrões artísticos estabelecidos em diálogo com centros europeus e nacionais. A partir da análise dos jornais A Província do Pará e Folha do Norte, buscamos compreender o papel que os críticos Antônio de Carvalho, Alfredo Sousa e João Affonso do Nascimento desempenharam a partir de sua inserção na arena das letras, assim como de seus posicionamentos políticos, matrizes intelectuais, referências estéticas na consolidação e na propagação do circuito de Belas Artes na Belém do entresséculos.
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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    A “República de Saias”: trabalho feminino em Belém (1890-1920)
    (Universidade Federal do Pará, 2024-11-12) GOMES, João Arnaldo Machado; LACERDA, Franciane Gama; http://lattes.cnpq.br/1007392320101957
    Na presente tese analiso o trabalho feminino na cidade de Belém nas primeiras três décadas da República brasileira. Adentrando o espaço das representações construídas sobre as mulheres no contexto de desenvolvimento do movimento feminista na Europa e nos Estados Unidos, estabeleceu-se uma relação entre essas representações e o cotidiano das mulheres trabalhadoras belenenses, as quais, de maneiras diversas, se encontravam inseridas ou buscavam se inserir no mundo do trabalho. Tendo em vista a imprensa periódica como importante instrumento de reprodução e divulgação dessas representações, elegi os jornais como principais fontes, visto poder identificar, neles, as representações mais frequentes do feminino, embora que por meio de vestígios fragmentários e dispersos que ficaram de registro sobre as mulheres que viveram na capital paraense durante o período. Auxiliado por esta fonte, mas tendo, entretanto, em outras espécies de fontes, como os Relatórios de Governos, importantes instrumentos por meio dos quais pude mapear nos diferentes espaços da cidade, uma população feminina que se mostrava ativa em diversos setores do trabalho urbano e que, embora vivendo sob rígidas normas que decretavam a submissão feminina ao masculino, criaram meios de ir além dos imperativos e exigir, às vezes sob protestos, às vezes sob ações silenciosas e progressivas, soluções e direitos que lhe eram social e politicamente negados.
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