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    TeseAcesso aberto (Open Access)
    Estudo Longitudinal das Medidas Preventivas de Distanciamento Social e seu Impacto no Comportamento e Autorregulação Alimentar, Estresse, Ansiedade e Índice de Massa Corporal Comparação entre Brasil e Chile Durante e Após Pandemia da COVID-19
    (Universidade Federal do Pará, 2024-01-29) ESPEJO, Cristian Ariel Neira; PEDROSO, Janari da Silva; http://lattes.cnpq.br/4096274367867186; http://orcid.org/0000-0001-7602-834X; GOUVEIA JUNIOR , Amauri; FARIAS, Letícia Miquilini de Arruda; PATIÑO, Diana Milena Cortés; MACIEL, Marinalva Cardoso; http://lattes.cnpq.br/1417327467050274; http://lattes.cnpq.br/1667910071509974; http://lattes.cnpq.br/6818778734031623; http://lattes.cnpq.br/7097094334421162; https://orcid.org/0000-0003-1710-9662; https://orcid.org/0000-0002-3975-4091
    A pandemia da Covid-19 resultou em medidas sanitárias como distanciamento e isolamento social em escala global. No entanto, essas ações suscitaram incerteza e resistência, afetando a saúde mental. Além disso, surgiram preocupações sobre possíveis impactos negativos na alimentação das pessoas. Desta forma, o objetivo deste estudo foi avaliar o impacto das medidas preventivas de distanciamento social adotadas durante a pandemia de COVID-19, ao longo do tempo e em dois países diferentes (Brasil e Chile), nas alterações da conduta e autorregulação alimentar, nos níveis de estresse, ansiedade e IMC. Para atender a esse objetivo, foram conduzidos três estudos complementares. O primeiro estudo consistiu em uma revisão sistemática da literatura, que explorou as pesquisas iniciais sobre as principais consequências da pandemia na saúde nutricional. O segundo estudo teve como objetivo realizar uma análise confirmatória da estrutura de fatores do questionário revisado de três fatores de alimentação (TFEQ-18). Os resultados obtidos forneceram evidências da adequada validade e confiabilidade do TFEQ-18 em uma população não clínica de adultos, além de revelarem que os níveis de ansiedade, estresse e autorregulação alimentar estavam relacionados aos padrões alimentares que um indivíduo poderia desenvolver O terceiro estudo avaliou os efeitos das medidas de distanciamento social adotadas durante a pandemia da Covid-19, ao longo do tempo e em dois países diferentes (Brasil e Chile), sobre as mudanças no comportamento e na autorregulação alimentar, nos níveis de estresse, ansiedade e Índice de Massa Corporal (IMC). Descobriu-se que, embora tenham havido diferenças no comportamento alimentar entre indivíduos do Brasil e do Chile, essas discrepâncias não estavam relacionadas às medidas preventivas de distanciamento social. Em contrapartida, observou-se um impacto significativo dessas medidas nos níveis de estresse, ansiedade e IMC. Além disso, o estudo destacou que tanto o isolamento social quanto o distanciamento físico afetaram de forma semelhante o comportamento e a autorregulação alimentar, mas com efeitos divergentes nos níveis de estresse e ansiedade. Os resultados dos três estudos mostraram que as consequências catastróficas antecipadas no início da pandemia foram cumpridas parcialmente. Além disso, foi demonstrado que as medidas de distanciamento social adotadas durante a pandemia impactaram de forma diferenciada nos países do Brasil e do Chile.
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