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Navegando por Assunto "Reserva Extrativista Ipaú-Anilzinho - PA"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Caçar, preparar e comer o ‘bicho do mato’: práticas alimentares entre os quilombolas na Reserva Extrativista Ipaú-Anilzinho (Pará)
    (Universidade Federal do Pará, 2016-12) FIGUEIREDO, Rodrigo Augusto Alves de; BARROS, Flávio Bezerra
    A caça de animais silvestres tem desempenhado um papel importante para a reprodução física e simbólica de famílias rurais que vivem em diferentes regiões tropicais do planeta. Com efeito, muitas dimensões do uso de recursos cinegéticos como fonte de alimentação ainda não foram suficientemente estudadas, sobretudo dos pontos de vista da Antropologia e da Etnoecologia. Tais dimensões, com frequência, são ignoradas nas intervenções de conservação da biodiversidade. Este artigo tem por objetivo analisar o uso da fauna silvestre em práticas alimentares por famílias da comunidade quilombola de Joana Peres, localizada na Reserva Extrativista Ipaú-Anilzinho, uma unidade de conservação situada no município de Baião, Pará, Amazônia brasileira. Conduzimos o estudo a partir dos pressupostos da Etnoecologia. Destacamos os elementos de ordem social e cultural que norteiam os processos de obtenção, preparo e consumo de alimentos a partir da atividade cinegética. Empregamos os métodos da observação participante e entrevistas abertas e semiestruturadas. Interpretamos os dados tanto de modo qualitativo como quantitativo. Particularmente, para cada uma das espécies citadas procuramos calcular o índice de Valor de Uso (VU), que possibilita demonstrar o grau de importância relativa das espécies conhecidas localmente. O estudo evidenciou que a atividade cinegética envolve tanto aspectos nutricionais como socioculturais, uma vez que os recursos faunísticos fornecem proteína e as práticas alimentares são permeadas por diferentes processos que incluem costumes, imaginários, sociabilidades, tabus e modos de preparo.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Pensando com a educação crítica para crítica da educação ambiental na reserva extrativista Ipaú-Anilzinho
    (Universidade Federal do Pará, 2017-05-03) POMPEU, Eliel do Carmo; SILVA, Marilena Loureiro da; http://lattes.cnpq.br/7261982145077537
    O presente estudo teve como objeto a Educação Ambiental (EA) nas escolas EMEIF de Anilzinho e Joana Peres. Dessa formulação buscou-se responder as seguintes questões: Que contexto se evidencia para realidade sócio-educacional da EMEIF Anilzinho e EMEF de Joana Peres para uma EA por viés crítico? Que proposições de EA tem sido pensada para o contexto das EMEIF de Anilzinho e EMEF de Joana Peres como práticas de EA? Como a EA se apresenta na EMEIF de Anilzinho e na EMEF de Joana Peres tendo como contexto comunidades tradicionais e a institucionalização da RESEX? Partindo desses questionamentos, buscou-se analisar a EA presente na percepção dos sujeitos educadores e no contexto da EMEIF de Anilzinho e na EMEF de Joana Peres enquanto instrumento de mediação pedagógica e sociabilidade ambiental. A metodologia foi produzida por revisão bibliográfica e entrevista semiestruturada, tendo como método de referência o materialismo histórico-dialético e, como, técnica de interpretação a análise de conteúdo. O estudo desempenhou algumas conclusões: os sujeitos e o contexto das escolas apresentam pouco conhecimento da institucionalização da Política de Educação Ambiental e apesar da EA fazer parte da consciência social dos sujeitos educadores das escolas, estes, não tem promovido aprofundamento teórico-prático, organização pedagógica, diálogo entre escola e RESEX, entre conhecimento tradicional e conhecimento cientifico, articulação entre escola, políticas e comunidade, assim como, falta formação, esclarecimento quanto a RESEX, EA e outros recursos para produzir avanços na realidade socioambiental das escolas de Anilzinho e Joana Peres.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    As possibilidades da inserção da Educação ambiental em unidades de conservação: o caso da reserva extrativista “Ipaú-Anilzinho” na Amazônia tocantina
    (Universidade Federal do Pará, 2016-07-11) MORAES, Roble Carlos Tenório; SILVA, Marilena Loureiro da; http://lattes.cnpq.br/7261982145077537
    Este trabalho apresenta-se com a temática da Educação Ambiental em Área Protegida (Reserva Extrativista) que compõe o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC, Lei nº 9.985 de 18 de julho de 2000). O lócus de pesquisa foram as Comunidades de Joana Peres e Anilzinho que compõe a Reserva Extrativista Ipaú-Anilzinho localizada no munícipio de Baião/PA no nordeste paraense. Teve como objeto as ações de educação ambiental desenvolvidas pelo ICMBio na RESEX Ipaú-Anilzinho e a problemática pautada na indagação de como as ações de educação ambiental enquanto política pública no contexto de unidade de conservação se relacionam com a gestão da RESEX e contribuem com o desenvolvimento local das comunidades. O campo de análise da educação ambiental não esteve detido na educação formal escolar e sim de uma educação não formal e informal que se apresenta no escopo das ações que são desenvolvidas pelo ICMBio e das atividades das populações da RESEX. Nesta pesquisa utilizou-se o materialismo histórico-dialético como perspectiva teórica, e na ancoragem da abordagem qualitativa, que permite aos investigadores qualitativos compreender os seus métodos no contexto histórico. Ancoramo-nos na discussão da teoria crítica como campo de embasamento teórico e a análise foi realizada por meio do método marxista que norteou a pesquisa considerando os elementos marxistas calcados na dialética, na historicidade e na mediação. Por meio da fundamentação do método refletimos sobre os incursos ambientais voltados para: a crise ambiental, a constituição dos espaços de proteção ambiental, bem como seus processos de instituição da educação ambiental como mediadora de ações nesta área para a construção da sustentabilidade ambiental, envolvendo comunidades tradicionais e o poder público que gerem esses espaços. Avanços e retrocessos foram identificados e na análise de conteúdo identificamos que apesar das dificuldades empreendidas tanto pelo poder público, quanto das populações tradicionais, houve avanços com a criação da reserva extrativista, identificamos que a Politica Nacional de Educação Ambiental está presente nas ações do ICMBio por meio do Programa Nacional de Educação Ambiental e as ações do órgão gestor surtem efeitos e contribuem para o desenvolvimento da reserva, além disso outras situações afloraram e precisam serem sanadas como, os conflitos que dificultam a gestão da UC por situações que vão da extração ilegal de madeira, ausência da associação mãe da reserva, a divisão da reserva em polos (Norte e Sul), resistência à presença e ações do ICMBio por parcela de moradores, ausência de uma proposta pedagógica na escola que considere a área de reserva, plano de manejo não aprovado, permanência de assentamentos e de populações não tradicionais na RESEX, entre outras situações apontadas no trabalho. A pesquisa possibilitou a compreensão da dualidade homem/natureza e por certo contribuirá em novos olhares para auxiliar na construção de possíveis propostas de interversão da educação ambiental para gestão mais eficiente da UC.
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