Navegando por Assunto "Self-rules"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Respostas assertivas e autorregras de mulheres entre 31 e 49 anos em relacionamentos afetivos amorosos(Universidade Federal do Pará, 2023-09-18) SILVA, Thainara Daiane Mafra da; CORRÊA, Hellen Vivianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; GOULART, Paulo Roney Kilpp; PEREIRA, Fabiane da Silva; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746; http://lattes.cnpq.br/4766850447381074O presente estudo objetivou: a) identificar em quais situações mulheres heterossexuais, com idade entre 31 a 49 anos, apresentam dificuldade de emitir os comportamentos de fazer pedidos, recusar pedidos, lidar com críticas, expressar descontentamento e pedir mudança de comportamento a seus parceiros amorosos; b) identificar autorregras associadas a essas dificuldades c) descrever a frequência com que as mulheres apresentam autorrelatos indicativos de assertividade e, d) testar se há associação estatisticamente significativa entre a assertividade e variáveis sociodemográficas. Para isso, 135 mulheres que estavam em um relacionamento heterossexual com tempo de duração maior que dois anos, com nível superior completo ou incompleto e que residiam na região metropolitana Belém-PA, responderam a um Questionário Sociodemográfico, um Questionário de Assertividade em Relacionamentos Afetivos Amorosos e um Inventário de Habilidades Assertivas (IHS). Os resultados mostraram que a maioria das mulheres apresentaram um escore bom ou mediano de habilidades assertivas e que a variável trabalho (se a mulher trabalha ou não), a área de atuação profissional e a renda pessoal tiveram associação significativa com a assertividade. Além disso, observou-se que as dificuldades que envolviam lidar com críticas do parceiro apresentaram os maiores índices de ocorrência, e situações que envolviam recusar pedidos, ocorreram em menor frequência ainda que, de forma geral, todos os comportamentos alvos do estudo tenham apresentado uma frequência significativa de situações dificultadoras para sua emissão. Observou-se também que a dificuldade de emitir os comportamentos assertivos investigados ocorreram frequentemente relacionadas a situações financeiras e tarefas domésticas. E o motivo mais apontado para a não emissão dos comportamentos assertivos foi a esquiva de conflitos, indicando que há contingências aversivas envolvidas. Os resultados têm implicações de caráter inovador na área de habilidades sociais e comportamento assertivo de mulheres.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Respostas assertivas, autorregras e estilos parentais de mulheres em relação ao comportamento alimentar dos filhos(Universidade Federal do Pará, 2024-06-28) CORRÊA, Gabrielle Fátima Marques; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/001425531015569; PARACAMPO, Carla Cristina Paiva; http://lattes.cnpq.br/9018003546303132; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; CORRÊA, Hellen Vvianni Veloso; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; http://lattes.cnpq.br/1492707116121325; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471O estudo objetivou identificar em que situações, mulheres apresentavam dificuldades de emitir os comportamentos de fazer e recusar pedidos, expressar descontentamento e pedir mudança de comportamentos de seus filhos em relação a alimentação, e as prováveis autorregras associadas a essas dificuldades. Adicionalmente, objetivou verificar se há correlações entre autorrelatos indicativos de assertividade, variáveis sociodemográficas e estilos parentais de alimentação. Para isso, foi realizado um estudo transversal descritivo analítico com 135 mulheres, com idades entre 30 e 50 anos, que possuíam filhos com idade entre 6 e 12 anos, nível superior completo ou incompleto, residentes na região metropolitana Belém-PA. Estas preencheram um Questionário Sociodemográfico, um Questionário de Assertividade em Relacionamentos Afetivos Parentais, um Inventário de Habilidades Assertivas (IHA) e um Questionário de Estilos Parentais na Alimentação (QEPA). Os resultados mostraram que a maioria das participantes apresentaram um escore mediano de habilidades assertivas (50,4%), e que as variáveis, vínculo empregatício, escolaridade e renda apresentaram correlação significativa com a assertividade. Além disso, a maioria das participantes (65,2%) apresentaram escore indicativo de estilo parental permissivo na alimentação dos filhos. As participantes relataram ter dificuldade de emitir os 4 comportamentos alvos, indicando diferentes situações dificultadoras para a emissão destes. Situações que requeriam fazer pedidos relativos à alimentação dos filhos, apresentaram maior ocorrência (74,8%), e as situações que envolviam expressar descontentamento ocorreram em menor frequência (59,2%). As categorias situacionais indicadas com maior frequência foram relativas à ingestão de “ultraprocessados” (26,25%) e “legumes, verduras e frutas” (25,33%). A autorregra mais descrita como motivo para a não emissão dos comportamentos, foi “não irá atender/obedecer” (29,44%), sugerindo que estes comportamentos no passado não foram reforçados. Os resultados contribuem para a ampliação do conhecimento acerca da assertividade de mulheres no relacionamento parental e da influência do estilo parental na alimentação.
