Navegando por Assunto "Videomodeling"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeitos de videomodelação instrucional sobre o desempenho de cuidadores na aplicação de programas de ensino a crianças diagnosticadas com autismo(Universidade Federal do Pará, 2015-03-25) BARBOZA, Adriano Alves; BARROS, Romariz da Silva; http://lattes.cnpq.br/7231331062174024; https://orcid.org/0000-0002-1306-384X; HIGBEE, Thomas Sean; ASSIS, Grauben José Alves de; http://lattes.cnpq.br/8671368737066804; http://lattes.cnpq.br/0722706223558223O ensino de cuidadores tem sido uma metodologia promissora para suprir a crescente demanda de indivíduos diagnosticados com atraso no desenvolvimento, especialmente aqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Este estudo teve como objetivo desenvolver e avaliar o efeito de um pacote de videomodelação instrucional sobre a precisão de aplicação de programas de ensino por cuidadores de crianças diagnosticadas com TEA. Os vídeos utilizados tinham como elementos essenciais: exibição de múltiplos exemplares, legendas, narrações e dicas visuais ao longo do vídeo. Foi utilizado um delineamento de linha de base múltipla entre participantes para medir o efeito da aplicação dos vídeos sobre a precisão de desempenho dos cuidadores. Participaram deste estudo três pais de crianças diagnosticadas com TEA: Alice, Cassio e Fernanda, que apresentaram, respectivamente, uma média de 6%, 25% e 45% em medidas de linha de base de aplicação dos programas de intervenção comportamental. Após a exibição dos vídeos, os participantes atingiram precisão média de 83%, 88% e 80%. A partir desses resultados, acredita-se que o procedimento de videomodelação instrucional é promissor para a disseminação da intervenção analítico-comportamental, de forma menos onerosa. Recomenda-se o aprimoramento desta forma de intervenção, com vistas a obter melhores resultados e ampliar a intervenção para parcelas maiores da população.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Treinamento de profissionais via Videomodelação para o ensino de Habilidades de Vida Diária(Universidade Federal do Pará, 2025-02-17) ROCHA, Larissa Monteiro; GUIMARÃES, Mariane Sarmento da Silva; https://lattes.cnpq.br/9865693510170459; https://orcid.org/0000-0003-4790-8561; SILVA, Álvaro Júnior Melo e; https://lattes.cnpq.br/8960291779730857; https://orcid.org/0000-0002-3885-5835; PAIXAO, Glenda Miranda da; MARTINS, Tatiana Evandro Monteiro; https://lattes.cnpq.br/4907341979044292; https://lattes.cnpq.br/7616890300950792; https://orcid.org/0000-0001-9479-2659; https://orcid.org/0000-0002-5270-1912Os dados da prevalência do Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm apresentado um aumento expressivo no mundo inteiro, o que implica diretamente na necessidade de profissionais qualificados que atendam a crescente demanda. Pessoas com TEA costumam apresentar dificuldades para realizar habilidades de vida diária (HVDs) de forma independente, por conta de aspectos característicos do quadro diagnóstico, e é da competência do Terapeuta Ocupacional operar com essas capacidades de desempenho durante o ensino das HVDs. Diante disso, o presente trabalho objetivou elaborar e avaliar a aplicação de um pacote de treinamento para ensinar a implementação de procedimentos de ensino de HVDs a quatro discentes do curso de Terapia Ocupacional. O delineamento utilizado foi de sondas múltiplas, no qual a variável independente foi a exposição das participantes a um pacote composto por: a) Treino Conceitual (TC) que consistiu na apresentação de vídeos instrucionais com conteúdos envolvendo procedimentos para o ensino de HVDs; e b) Treino Prático através de Videomodelação (VM) que instruiu a implementação dos procedimentos ensinados no TC para ensinar duas HVDs. As variáveis dependentes foram a porcentagem de acertos (a) nos testes conceituais e, (b) na integridade de ensino das HVDs. Os resultados obtidos apontam para a eficácia do pacote utilizado, tendo em vista o desempenho inicial das participantes que foi entre 0% e 7,7% na integridade de implementação de treinos de HVDs e que após passarem por todas as etapas de treino, alcançaram acima de 80% de precisão, inclusive na fase de generalização. O tempo total de treinamento variou de 47 a 78 minutos, entre as participantes. Considerando a média de tempo do presente estudo quando comparada à média de outros treinamentos, é possível verificar também a eficiência deste pacote de treinamento, em razão do menor custo de tempo despendido. Tais resultados também ratificam a indicação do uso de VM no treino de profissionais, por ser uma ferramenta que além de promover aquisição de desempenho, garante redução no custo e tempo de treinamento.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Videomodelação e Good Behavior Game: intervenções comportamentais para promover interações sociais positivas entre crianças com e sem deficiência(Universidade Federal do Pará, 2019-02-15) ROSA, Larissa Rodrigues; MENEZES, Aline Beckmann de Castro; http://lattes.cnpq.br/8107199720875369; SOARES, Pollianna Galvão; GOULART, Paulo Roney Kilpp; http://lattes.cnpq.br/7198690684341273; http://lattes.cnpq.br/7800966999068746As interações sociais entre os alunos com e sem deficiência podem facilitar ou dificultar o processo de inclusão na sala de aula, bem como aprimorar a competência social através da aquisição de habilidades sociais. A Análise do Comportamento tem muito a contribuir com esta área devido o desenvolvimento de tecnologia comportamental para aquisição de habilidades socialmente relevantes. Este trabalho foi realizado com alunos do 5º ano do Ensino Fundamental I, dentre os quais estava matriculada uma criança com deficiência intelectual que recebeu o nome fictício de José. Adaptou-se duas intervenções comportamentais, videomodelação e Good Behavior Game (GBG), com objetivo de aumentar a quantidade de interação social entre José e seus colegas. Durante a videomodelação, a turma assistia uma animação com interação entre crianças com e sem deficiência e, em seguida, eram feitas perguntas disparadoras para o diálogo sobre o que havia sido assistido. Durante o GBG, a turma foi dividida em equipes e, após trinta minutos, a equipe que emitisse mais comportamentos adequados vencia e recebia itens escolares. Ao fim de duas semanas a equipe que venceu, por ter mais vitórias diárias, foi quem decidiu os detalhes de uma festa realizada no último dia do GBG com toda a turma. Para a avaliação, além de sessões de observação durante uma semana antes e depois de cada intervenção e follow-up após dois meses, foram aplicados Testes Sociométricos na turma no segundo dia de cada semana de observação. Foi possível uma mudança qualitativa relacionada à maneira pela qual essa interação ocorria. O aumento de interações iniciadas por José, a diminuição de interações indiretas e a diminuição da discrepância entre a quantidade de interação com o professor e a quantidade de interação com os pares foram os ganhos adquiridos com as intervenções.
