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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Contribuições de uma abordagem processual para o desenvolvimento da escrita em inglês no ensino superior
    (Universidade Federal do Pará, 2025-02-27) SANTOS, Daniel Carmo; ARAÚJO, Marcus de Souza; http://lattes.cnpq.br/1803218796986644; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0001-5403-0879; ELIASQUEVICI, Marianne Kogut; http://lattes.cnpq.br/6655468164115415
    A escrita é muitas vezes negligenciada dentre as quatro habilidades linguísticas essenciais (ouvir, falar, ler e escrever) no ensino do inglês como língua estrangeira (Korth et al., 2017; Martínez. López-Díaz; Peréz, 2019; Nondabula, Nomlomo, 2023). Pela complexidade cognitiva e linguística que exige, a escrita acaba não sendo explorada didaticamente de maneira efetiva e integrada às outras habilidades linguísticas, sendo reduzida a atividades isoladas em livros didáticos. Frequentemente, esses exercícios de produção textual fundamentam-se na abordagem da escrita como produto, em que o texto restringe-se à elaboração de única versão passível de avaliação normativa pelo docente. No curso de graduação de Letras-Língua Inglesa da Universidade Federal do Pará (UFPA), campus Belém, os alunos passam por cinco disciplinas, Língua Inglesa 1, 2, 3, 4 e 5, para desenvolver fluência no idioma. Entretanto, a escrita ainda é uma das habilidades linguísticas de maior dificuldade entre os alunos. À vista disso, essa dissertação de mestrado apresenta uma pesquisa que teve por objetivo o desenvolvimento e a concepção de um conjunto de atividades, denominado Write Up!, que utiliza a abordagem da escrita como processo, para auxiliar os alunos da disciplina Língua Inglesa I a desenvolverem sua habilidade da escrita em inglês. A abordagem processual contrasta da escrita como produto ao levar em consideração diferentes etapas – planejamento, esboçamento, revisão, edição e publicação - que podem ser revisitadas para melhoria do texto (Tribble, 1996; Harmer, 2015; Rhalmi, 2018). A metodologia adotada nesta pesquisa compreendeu diversas etapas até a materialização do produto, incluindo o planejamento, baseado em pesquisa bibliográfica; o desenvolvimento das atividades; e a validação, realizada por painel de especialistas, testagem com uma turma de alunos e coleta de feedback de alunos e do professor. Os resultados indicaram que existe um espaço para trabalhar a escrita de forma processual na disciplina, e que esta abordagem pode contribuir para o desenvolvimento da habilidade de escrita pelos alunos. Além disso, há o potencial de sensibilizar os alunos para a importância de valorizar esta habilidade tanto em suas aprendizagens como também em suas futuras práticas como professores.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    Gamificação e escrita: experiência de aprendizagem gamificada para produção textual
    (Universidade Federal do Pará, 2021-04-15) BARBOSA, Rita de Cassia Damasceno; RODRIGUES, Isabel Cristina França dos Santos; http://lattes.cnpq.br/0226549641470972
    O presente trabalho propõe realizar, à luz da Linguística Aplicada, um estudo teórico-propositivo sobre a manifestação responsiva ativa na produção textual de alunos do 9º ano do ensino fundamental, a partir do trabalho com os gêneros discursivos artigo de opinião e comentário na interface argumentativa, por meio de atividades que empregam a gamificação como proposta pedagógica, por este recurso fazer parte da vida em sociedade e meio pelo qual os alunos se inserem como sujeitos nas diversas práticas sociais das quais participam, sejam elas em ambiente escolar, familiar ou em ambiente digital. Para efetivá-lo, partiu-se da seguinte problemática: Como as atividades elaboradas com base em mecânicas de jogos, gamificação, podem contribuir para a manifestação responsiva ativa discente na produção de gêneros discursivos? Para responder a esse questionamento, foi elaborado um conjunto de atividades para a produção textual de gêneros argumentativos, adaptado do projeto de leitura e escrita de gêneros discursivos de Lopes-Rossi (2008), composto por atividades organizadas com mecânicas de jogos – gamificação, que buscou confirmar/negar duas hipóteses: a) atividades gamificadas, por terem como finalidade o engajamento e a motivação para a solução de problemas, colaboram para a manifestação da responsividade ativa dos alunos do 9º ano na produção textual dos gêneros artigo de opinião e comentário; b) os alunos manifestam responsividade ativa durante as atividades que envolvem a reescrita dos textos. Definimos como objetivo principal verificar a manifestação responsiva ativa discente na produção textual dos gêneros discursivos artigo de opinião e comentário, a partir de uma proposta de atividades elaboradas com mecânicas de jogos, a gamificação e, como objetivos específicos: a) averiguar se as atividades gamificadas, as quais envolvem agência dos discentes na construção dos conhecimentos, colaboram para uma ação responsiva ativa dos alunos na produção textual; b) verificar a manifestação responsiva ativa na produção inicial dos gêneros discursivos artigo de opinião e comentário nas atividades diagnósticas. Para fundamentação teórica, baseamo-nos nos princípios do pensamento do Círculo de Bakhtin sobre a natureza dialógica da linguagem e a responsividade, bem como em teóricos e pesquisadores que desenvolvem trabalhos relacionados à produção textual em sala de aula nessa perspectiva, como Geraldi (1996), Sercundes (2004), Fiad e Mayrink-Sabinson (2019) e Menegassi (2016); os estudos sobre multiletramentos de Street (2013, 2014), Kleiman (1995), Soares (2006), Rojo e Moura (2012) e Rojo e Barbosa (2015), Alves (2015) e Paula (2016) sobre gamificação como prática pedagógica. A investigação se caracteriza como uma pesquisa qualitativa, com base no interpretativismo, de caráter propositivo e de natureza aplicada, em que os resultados iniciais obtidos a partir da análise diagnóstica demonstraram que os alunos manifestam posição ativamente responsiva em relação ao entendimento da proposta de produção, ao atendimento à finalidade do gênero e ao conteúdo temático na produção textual dos gêneros discursivos artigo de opinião e comentário de leitor. Tais resultados foram tomados como base para a elaboração de atividades de um produto educacional com o objetivo de contribuir para manifestação responsiva ativa discente na produção textual, em formato de caderno de atividade pedagógica, direcionado a docentes de Língua Portuguesa.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A interface oralidade, leitura e escrita na produção do gênero digital videoblog
    (Universidade Federal do Pará, 2021-06-02) SILVA, Adriano Nascimento; RODRIGUES, Isabel Cristina França dos Santos; http://lattes.cnpq.br/0226549641470972
    A presente pesquisa apresenta o Videoblog (Vlog), um gênero discursivo digital, como um recurso para trabalhar com alunos do 9º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública situada no município de Santo Antônio do Tauá - Pará, a partir de uma interface entre a oralidade, a leitura e a escrita. É importante destacar a necessidade de os alunos avançarem nos aspectos da produção escrita e oral, uma vez que muitos apresentam dificuldades ao elaborarem textos escritos e adequarem a oralidade em diferentes contextos. Nesse sentido, chegamos à hipótese de que a inserção do Vlog contribui para o ensino da Língua Portuguesa de maneira mais reflexiva, pois é preciso utilizar da oralidade, da leitura e da escrita para essa produção de forma responsável. A partir desse pensamento, temos como objetivo geral entender a relação entre os aspectos da oralidade, da leitura e da escrita no processo de ensino e aprendizagem dos discentes, em atividades que utilizam o gênero discursivo Vlog. Como objetivos específicos destacamos: compreender o processo de ensino e aprendizagem nas etapas de produção do gênero Vlog, utilizar o gênero Vlog como um recurso às práticas de ensino por meio de atividades orais e escritas, elaborar um produto educacional a partir das análises da diagnose. Para ancorar a pesquisa, evidenciamos os estudos do círculo de Bakhtin que abordam as questões da linguagem e do dialogismo, as contribuições de Moura e Rojo (2012; 2013), na importância das novas tecnologias ao ensino e nas questões sobre multiletramentos na escola, Menegassi (2010), nos aspectos da leitura, escrita e reescrita e Ataliba (2017), no repertório sobre os Vlogs. Desenvolvemos uma pesquisa qualitativo-interpretativa de natureza aplicada com traços etnográficos nas seguintes etapas: questionários aos alunos, participação em palestras, visita ao museu e ao igarapé Tauá, ensaio, produção do gênero Roteiro de Apresentação e gravação dos Vlogs. Os dados nos mostraram que a maioria dos alunos avançou nos processos de oralidade, de leitura e de escrita, sendo favorável a inserção desse gênero. Com essas observações, elaboramos o produto educacional Manual do professor baseado no Projeto de leitura e escrita de Lopes-Rossi (2008), com adaptações. Assim, os dados apresentados na pesquisa contribuíram para compreender o que era necessário apresentar como uma estratégia de ensino diante das dificuldades apresentadas pelos alunos e possibilidades de avanços nos processos de oralidade, leitura e escrita.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Leitura e escrita: experiências teórico-metodológicas em sala de aula
    (Universidade Federal do Pará, 2014-01) FALABELO, Raimundo Nonato de Oliveira; LEÃO, Dionéia Sanches
    A finalidade deste artigo é apresentar um recorte discursivo sobre os resultados de uma pesquisa realizada em uma turma de 1ª série do ensino fundamental. Desenvolvemos atividades didáticas e culturais que viessem permitir a troca de experiência, conhecimentos e saberes, com o propósito de possibilitar a interação entre crianças que vivem em uma realidade de violência e exclusão dos bens materiais e simbólicos. À medida que as ações foram acontecendo, observamos graduais mudanças na configuração afetiva na sala de aula, provocando alterações e novos modos de relação das crianças com os conhecimentos a elas disponibilizados. Verificamos que o conhecimento mobilizava as crianças, revelando os laços de afetividade que iam sendo produzidos nas relações de aprendizagem. Ao compreender-se aprendendo e se apropriando, as crianças modificaram seus comportamentos e atitudes em relação a si mesmas, à professora, aos conhecimentos trabalhados e à escola.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Ler, escrever e comunicar em matemática: habilidades requeridas para interpretar e compreender o texto
    (Universidade Federal de Mato Grosso, 2013-12) LACERDA, Alan Gonçalves; SILVEIRA, Marisa Rosâni Abreu da
    O presente artigo é parte integrante da dissertação do primeiro autor sob a orientação da segunda autora que tem como objetivo investigar como alunos interpretam e compreendem os enunciados dos problemas matemáticos, e comunicam suas resoluções aos membros da interação. A leitura passa a ser um processo para melhor compreender o fazer do aluno, bem como expressar a linguagem matemática no lido. No presente estudo foram realizados dois encontros. Num primeiro encontro cada participante resolvia individualmente problemas de divisão. Já num segundo os participantes que resolviam os problemas individualmente eram colocados em díades a resolverem problemas dedivisão. Tanto o primeiro como o segundo encontro foram filmados e posteriormente transcritos e analisados. Os resultados apontaram que quando os sujeitos tem a possibilidade de comunicar a escrita ao outro da interação, estes passam a resignificar seus pontos de vistas, conjecturando novos processos de leitura. Esta pesquisa contribui, ainda, para as trocas comunicativas favorecendo a coordenação de estratégias de resoluções de problemas utilizadas pelos alunos. Destacamos a leitura como atividade essencial para interpretar e compreender o texto e o seu interpretante.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A mediação da afetividade e experiencia teórico-metodológica de leitura e escrita
    (Universidade Federal do Pará, 2013-04) FALABELO, Raimundo Nonato de Oliveira; LEÃO, Dionéia Sanches
    A finalidade deste artigo é apresentar um recorte discursivo sobre os resultados de uma pesquisa realizada numa turma de 1ª série do ensino fundamental. Desenvolveram-se atividades didáticas e culturais que viessem permitir a troca de experiência, conhecimentos e saberes com o propósito de possibilitar a interação entre crianças que vivem em uma realidade de violência e exclusão dos bens materiais e simbólicos. À medida que as ações foram acontecendo, observaram-se graduais mudanças na configuração afetiva na sala de aula, provocando alterações e novos modos de relação das crianças com os conhecimentos a elas disponibilizados. Verificou-se que o conhecimento mobilizava as crianças, revelando os laços de afetividade que iam sendo produzidos nas relações de aprendizagem. Ao compreender-se aprendendo e se apropriando, as crianças modificaram seus comportamentos e atitudes em relação a si mesmas, à professora, aos conhecimentos trabalhados e à escola.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A prática da intertextualidade na formação de leitores e produtores de texto proficientes
    (Universidade Federal do Pará, 2020-07-28) LIMA, Josué Pereira de; ABDON, Iaci de Nazaré Silva; http://lattes.cnpq.br/2212976917586395
    Esta pesquisa tem como tema a intertextualidade na formação de leitores e produtores de texto proficientes, e apresenta como foco esse fenômeno como fator relevante para o processamento do texto na leitura e na escrita. Problematiza-se o fato de que, embora haja estudos, experiências e pesquisas que mostram novas metodologias para desenvolver um trabalho com leitura e escrita, que valorize o aluno como o principal agente do processo comunicativo e torne-o competente nas suas práticas sociais, há, decerto, ainda uma parte de estudantes que não tem domínio suficiente de recursos textuais-discursivos. Um desses recursos que poderia favorecer a capacidade de leitura e escrita seria a prática da intertextualidade em sala de aula, pois é crucial fazer os alunos perceberem que os textos que eles leem não surgiram isoladamente, mas que mantêm uma relação com outros já existentes. E é nesse sentido que se apresenta esta pesquisa, cujo objetivo geral é desenvolver o conhecimento de alunos de 8º/9º ano sobre o fator intertextualidade, no processamento do texto tanto na leitura quanto na escrita. Para o presente estudo, inicialmente foi feita uma revisão bibliográfica para identificar as teorias que abordam a intertextualidade, discutindo sua natureza, suas tipificações, sua importância e relevância, bem como focalizou-se a intertextualidade como objeto de atividades nas aulas de língua portuguesa com a intenção de esclarecer qual realmente é a função que ela pode cumprir na prática de leitura e produção de texto. Para isso, foram considerados os estudos de vários autores, como Abaurre e Pontara (1999), Val (2000), Bakthin (2003), Soares (2004), Fiorin (2006), Koch & Elias (2006), Bazerman (2007), Marcuschi (2009), Koch, Bentes & Cavalcante (2012), Antunes (2017). Em termos metodológicos, este trabalho desenvolveu-se por meio da pesquisa-ação, pois, a partir da constatação de um problema recorrente em duas turmas de oitavo ano, da Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Piauí, a qual passou a ser alvo de investigação/observação, pensou-se logo em ações, no contexto do ensino da leitura e escrita, que pudessem confrontar o problema encontrado naquelas turmas, mas, para isso, contou-se com a ação conjunta dos participantes envolvidos para uma possível transformação daquela realidade em que estes se encontravam. A abordagem dos dados desta pesquisa é de natureza quali-quanti, uma vez que foi feito um levantamento de dados objetivamente quantificados e procurou-se interpretá-los; ao mesmo tempo, foram feitas propostas de atividades envolvendo a intertextualidade, com vistas a favorecer os sujeitos envolvidos uma reflexão no ato de ler e escrever dentro e fora da sala de aula. Os resultados obtidos pela aplicação da proposta didática, em que se considerou o recurso da intertextualidade como objeto de atividades nas práticas de leitura e produção textual, foram satisfatórios e animador, pois alguns alunos que apresentavam imensa dificuldade nas práticas de ler e escrever, passaram a ter menos dificuldade em relacionar, compreender, interpretar e produzir textos. Este trabalho proporcionou uma experiência enriquecedora e mostrou que, com a utilização consciente do recurso da intertextualidade em sala de aula, é possível contribuir para a formação de bons leitores e bons escritores.
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    DissertaçãoAcesso aberto (Open Access)
    A subjetividade da pessoa surda na escrita do português como segunda língua: constituições, educação e surdez
    (Universidade Federal do Pará, 2022-11-28) LOBATO, Merian de Cristo; FALABELO, Raimundo Nonato de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/0245521381922053; https://orcid.org/0000-0003-1193-8072
    A pesquisa intitulada “A Subjetividade da Pessoa Surda na Escrita do Português como Segunda Língua: Constituições, Educação e Surdez” apresenta a análise de textos escritos por jovens Surdos e Surdas participantes do Projeto “Laboratório de Ensino de Língua Portuguesa para Surdos” que aconteceu através do Grupo GEPEES1 . O objetivo do projeto foi proporcionar ao Surdo/a o desenvolvimento da linguagem escrita em português, como forma de contribuir e melhorar o desenvolvimentos das aprendizagens, nessa, que para eles é uma segunda língua, em virtude da grande dificuldade apresentada por eles ao escrever. Dificuldade essa, constatada a partir dos diálogos estabelecidos com a comunidade surda a partir de outros projetos, assim como, evidenciadas desde o primeiro registro escrito solicitado no primeiro momento do encontro. As análises dos textos escritos proporcionaram esta investigação que possui como objetivo principal: compreender a subjetividade de pessoas Surdas por meio da produção de sentidos e significados que emergem das produções escritas em língua portuguesa como segunda língua. E, como objetivos específicos: realizar reflexão teórica sobre a educação de Surdos, sobre o processo de inclusão e sobre os debates em torno desse tema; Discutir a questão da subjetividade e assim nortear as análises desta pesquisa a partir do olhar do material escrito, do processo de elaboração desse produto chamado produção escrita. Como metodologia utilizei a perspectiva histórico cultural de Vygotsky (1983) que, aliada aos estudos de autores que se debruçam sobre este tema e aos pressupostos da análise etnográfica subsidiaram esta pesquisa. O projeto que deu origem a esta investigação foi elaborado a partir de abordagens interacionistas e estratégias pedagógicas que partiram da compreensão da pessoa Surda como detentora de especificidades culturais onde foram desenvolvidas atividades mediadas pela língua de sinais. Assim, conclui-se a partir da análise da escrita surda, que ela apresenta vozes das subjetividades constituídas nas relações intersubjetivas nos contextos sócio, cultural e educativo, ora afirmando a subjetividade linguística adquirida ao longo da vida através língua de sinais, ora apresentando na materialidade escrita, a Língua Portuguesa a partir do reconhecimento e da relevância linguística que essa nova língua pode possibilitar para que ele(a) amplie o campo das aprendizagens.
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