Dissertações em Linguagens e Saberes na Amazônia (Mestrado) - PPLSA/Bragança
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/5885
O Mestrado Acadêmico pertence ao Programa de Pós-Graduação em Linguagens e Saberes na Amazônia (PPLSA) do Campus Universitário de Bragança da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Cinzas do norte e órfãos do Eldorado, de Milton Hatoum: vozes narrativas e alteridade na construção das personagens femininas(Universidade Federal do Pará, 2017-06) SILVA, Francisca Andréa Ribeiro da; TRUSEN, Sylvia Maria; http://lattes.cnpq.br/1704721088122823A análise empreendida centra-se no estudo das personagens femininas das obras Cinzas do Norte e Órfãos do Eldorado, do escritor amazonense Milton Hatoum, notando como se dá a construção das personagens femininas, a partir das perspectivas dos narradores e para tanto, realiza-se discussões sobre vozes, bem como modalizações narrativas, principalmente, apoiando-se nos estudos de Genette. Assim, busca-se a compreensão das peculiaridades das personagens Naiá, Algisa, Alícia, Ozélia, Ramira, Florita e Dinaura, observando, suas vozes e suas relações com as alteridades, tendo o aporte teórico cedido pelo pensamento de Beauvoir e dos estudos pós-coloniais, com Fanon. Ressalta-se, também, conforme requer a análise, temáticas, como: tradução cultural, hibridismo, categorias de gênero, memória e identidade. Observa-se, então, nessas mulheres fictícias o caráter marginal e subalterno de umas, a autonomia e a independência de outras e a particularidade enigmática de Dinaura, constituídas, assim, a partir da linguagem utilizada pelos narradores. Dessa forma, a análise literária possibilitou pensar a constituição do ser como resultado das relações de alteridades, em decorrência de diferentes perspectivas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Entre o parto e a benção: memórias e saberes de mulheres que partejam(Universidade Federal do Pará, 2013-06-28) FARIAS, Degiane da Silva; FERNANDES, José Guilherme dos Santos; http://lattes.cnpq.br/7023812449790431O presente trabalho buscou fazer uma reflexão sobre o saber-fazer de mulheres que partejam a partir da narrativa de vida de uma parteira da cidade de Bragança-(PA). Para tanto, foi utilizado o conceito de memória e identidade em Halbawchas (2006) e Bosi (1994). Compreendendo esse ofício inserido na lógica da cultura popular, foram utilizados os conceitos de Cultura em Burke (1989) e Cuche (1999) e Cultura Popular em Bosi (1992), sempre na perspectiva da heterogeneidade. A problematização dessa temática só foi possível mediante um olhar mais sensível e aproximado desses sujeitos, assim, a etnografia ofereceu os subsídios necessários nessa relação, apoiado nas fomentações de Clifford (2002) e Laplantine (1995). E por ser um conhecimento tácito a História Oral foi a base metodológica que sustentou toda a pesquisa, sendo constantemente aplicadas as orientações metodológicas proposta por Thompson (1992) e Delgado (2006). A pesquisa possibilitou compreender que existe uma representação feita por essas mulheres e pela sociedade sobre o trabalho de partejar, e que o mesmo se constitui um dom, ou um aprendizado adquirido através do contato com os mais antigos. A importância deste estudo se dá no fato de que existem diversos sujeitos sociais, que cotidianamente constroem seus saberes, mas que em função da forma hierárquica como foi concebida a sociedade, foram deixados de lado. Igualmente, é que em virtude do processo da Política de Humanização do Parto, tem-se percebido que diversos profissionais ligados à saúde da mulher tem se autodenominado parteiras, o que denota uma tentativa de apropriação e homogeneização de um saber que é específico.Dissertação Acesso aberto (Open Access) A etnomatemática e a etnofísica da cerâmica produzida na Vila “Cuéra” em Bragança (PA)(Universidade Federal do Pará, 2018-10-10) ROSARIO, Samuel Antonio Silva do; SARAIVA, Luis Junior Costa; http://lattes.cnpq.br/8517177215677066; https://orcid.org/0000-0002-3938-7658A presente pesquisa apresenta uma análise sobre as relações entre a Matemática, a Física e as práticas culturais da Amazônia, no que diz respeito ao processo de construção da cerâmica produzida na região bragantina. As pesquisas foram realizadas em uma comunidade de características tradicionais chamada “Vila Cuéra”, situada no espaço rural do município de Bragança, Pará, Brasil, às margens do rio Caeté. A experiência retrata o processo de construção da cerâmica caeteuara, ressaltando aspectos importantes onde o ceramista se utiliza de uma matemática e de uma física próprias para arquitetar sua obra, visto que para dar forma e dimensões à peça de barro é preciso um trabalho artesanal do pensamento, onde pensamento e argila são reais ao ponto de um refletir a concretude do outro, tornando real a peça final e mantendo esse saber relacionado à tradição de construir peças de barro. Dessa forma, buscamos ressaltar cada saber envolvido no processo de produção da cerâmica, a qual relaciona os conteúdos matemáticos conhecidos como geometria, simetria e assimetria, assim como conteúdos da física como temperatura, calor, equilíbrio térmico e transferência de calor. As práticas pertencentes aos saberes constituídos na tradição amazônica são atualizadas no cotidiano dos mestres-artesãos presentes nessa região. Assim, a intenção deste trabalho é analisar os principais saberes etnomatemáticos e etnofísicos presentes na prática de construir peças de argila da comunidade “Vila Cuéra”, além de destacar a necessidade de diálogos entre saberes etnomatemáticos e etnofísicos com os conhecimentos científicos oriundos da Ciência Matemática e da Ciência Física, como forma de compreender e respeitar os saberes das diversas populações que compõem a Amazônia.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Memórias de saberes construídos no processo de se constituir professor em Vila Que Era (Bragança-Pará)(Universidade Federal do Pará, 2013-09-25) OLIVEIRA, Sílvia do Nascimento; CORDEIRO, Georgina Negrão Kalife; http://lattes.cnpq.br/1399644816577073Este estudo apresenta registro e reflexões sobre a trajetória de formação docente de um professor do campo aposentado que atuou na década de 80 e 90 na Localidade de Vila Que Era, próximo ao Município de Bragança, nordeste do Estado do Pará, Brasil. Como fonte para recontar e relembrar parte de sua trajetória docente foi necessário rememorar as histórias de vida do sujeito em questão, sendo a memória um elemento revitalizador de lembranças. Para esse estudo foi preciso percorrer pela trajetória da Educação do Campo no Brasil, na perspectiva de visualizar se as políticas públicas que foram desenvolvidas atendem as necessidades desse segmento e de que maneira essas políticas contemplaram a formação continuada de professores no Brasil. Como objetivo geral, analisei como se deu a trajetória de formação docente de um professor do campo aposentado para conhecer saberes presentes nas suas práticas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e para obtenção dos dados foi realizado trabalho de campo com entrevistas parcialmente estruturadas, com observação participante, para analisar através de narrativas do entrevistado que, ao relembrar as histórias de vida sua e da localidade, indicam o processo de constituir professor e traçar um perfil identitário do mesmo, levando em consideração a importância que esta localidade representa para seus moradores, haja vista que a mesma possui 400 anos de existência, e carrega consigo, uma enorme história de tradição religiosa e cultural. Para suporte teórico dialogamos com alguns teóricos que discutem sobre identidade, formação de professores, memórias, educação do campo como Almeida (2007), Brandão (1988), Boaventura (2004), Bosi (2004), Caldart, Josso (2004), Soares (2002), Freire (2005), Hall (2006) Chauí (2007) entre outros. Por fim, conclui que ao longo de sua trajetória docente o professor utilizou o ambiente, a cultura local, a tradição, os saberes prévios dos alunos como eixos norteadores na construção da sua prática educativa. Outra realidade constatada neste trabalho, foi a respeito da ausência de políticas públicas para atender as necessidades das escolas do campo e também a falta de formação de professores como prioridade para suprir as demandas do campo e oportunizar melhorias na educação de crianças, jovens e adultos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) "Um passeio nos campos seria uma viagem pelo mundo”: linguagem e experiência em Dalcídio Durandir(Universidade Federal do Pará, 2013-06-22) AQUINO, André Luis Valadares de; PRESSLER, Gunter Karl; http://lattes.cnpq.br/0100053541433805Trabalho pela pluralidade do texto de Dalcídio Jurandir, Chove nos campos de Cachoeira (1941). O trabalho é uma prática semiológica, principalmente com R. B. par lui-même (1975) de Roland Barthes, a sua teoria do texto plural. Assim, persigo a teoria do texto de Dalcídio Jurandir, a que é a sua própria, a que nasce da sua própria prática significante, Dalcídio Jurandir por Dalcídio Jurandir. Nesse passo, Dalcídio Jurandir com Augusto e Haroldo de Campos, com Roman Jakobson, Dalcídio Jurandir um poeta na prosa; com Maurice Blanchot, com a tradição de invenção, Dalcídio Jurandir produtor de metalinguagem; com a antropologia e a geopoética, Dalcídio Jurandir das paisagens do arquipélago do Marajó. Tudo em função da abertura dos sentidos do seu texto. O texto de Dalcídio Jurandir contradiz todo empreendimento ledor que o submete à determinação referencial e ao fechamento dos seus sentidos. O texto de Dalcídio Jurandir está sempre para ganhar novos campos de experiência. O texto de Dalcídio Jurandir solicita que se continue a escrevê-lo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) As práticas pedagógicas do educador do campo do território bragantino: um diálogo com os saberes e fazeres cotidianos do educando(Universidade Federal do Pará, 2017-02-20) CASTRO, Ana Cláudia Ribeiro de; CORDEIRO, Georgina Negrão Kalife; http://lattes.cnpq.br/1399644816577073A pesquisa aqui apresentada investiga as Práticas Pedagógicas de educadores egressos do Curso de Licenciatura em Educação do Campo ofertado pelo Instituto de Educação, Ciências e Tecnologia – IFPA, campus Bragança, no período de 2009 a 2012. A pesquisa foi realizado com sete educadores atuantes em escolas do campo, antes e depois da formação no Curso de LEdoC. Os caminhos metodológicos estão fundamentados em paradigmas teóricos que empregam os métodos e estratégias da pesquisa qualitativas na concepção de Lukde e André (2015), Godoy (1995), Minayo (2003) e Esteban (2003). Os dados foram colhidos através de instrumentos como: Entrevista Narrativa, Observação de Práticas Pedagógicas nos espaços educacionais e documentos fornecidos pelos educadores e escolas do campo. A construção teórica e discursiva está sustentada pelos seguintes autores: ARROYO (2001, 2004, 2007, 2014), ANTUNES-ROCHA (2010, 2011), CALDART (2004,2009, 2010, 2011), FERNANDES (1999, 2001, 2005), FREIRE (1992, 2003, 2009), GHENDIN (2012), HAGE (2005,2008, 2009, 2011, 2014, 2015), MOLINA (2003, 2004, 2011, 2012, 2013,2014, 2015), SOUZA (2014), FRIGOTTO (2008, 2010) e GADOTTI (1991, 1999, 2010) dentre outros que trazem para discussão a temática Educação do Campo, Formação de Educadores entre outras discutidas no âmbito deste estudo. Os achados estão dirigidos para duas construções analíticas: O Território Cultural do sujeito docente e sua influência na construção da identidade de Educador do Campo da zona Bragantina e; As Práticas Pedagógicas dos Educadores do Campo da zona Bragantina. Os dados revelaram que estes educadores construíram suas identidades formadas no interior de suas experiências no contexto de seus territórios culturais que também, lhes proporcionaram uma identidade de classe. E suas Ações/Práticas Pedagógicas estão voltadas à valorização da cultura e preservação da identidade do educando à medida que dialogam com seus saberes, fazeres e realidade cotidiana em seu território de vida, o campo.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Relações de gênero em Bacuriteua (PA): imaginário do homoerotismo masculino entre coletores de caranguejo(Universidade Federal do Pará, 2013-07-04) SOUZA, Camilla da Silva; SILVEIRA, Flávio Leonel Abreu da; http://lattes.cnpq.br/1972975269922101O presente trabalho evidencia as relações de gênero no que se refere ao homoerotismo masculino na comunidade de Bacuriteua, no interior de Bragança, Amazônia. Neste complexo universo, busca-se compreender as condições de produção do discurso de negação das práticas afetivo-sexuais entre pessoas do mesmo sexo, assim como, as práticas que problematizam esse discurso. A partir da observação participante realizada junto aos moradores, método da pesquisa de natureza etnográfica, foi possível apreender aspectos singulares do grupo que norteiam as interpretações, relativos ao imaginário mítico, ao trabalho na coleta de caranguejo e às formas de sociabilidade. Dessa forma, a abordagem da pesquisa desenvolve as noções de imaginário de Gilbert Durand (2010) e de socialidade de Michel Maffesoli (2001), destacando principalmente as construções das identidades de gênero a partir de Judith Butler (1990) e suas mobilidades. Os dados apontam para a existência de tensões sociais quanto às práticas homoeróticas por parte dos membros da comunidade, assim como, a não fixidez de uma “identidade gay” e a importância das narrativas ligadas ao ser mítico Ataíde, que operam de maneira ambígua, pois ao mesmo tempo em que as mascaram trazem à tona tais relações.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Representações sociais da mulher preta universitária sobre o feminismo: a realidade da Amazônia Marajoara(Universidade Federal do Pará, 2022-03-07) BRITO, Camila de Cássia; NEVES, Joana d’Arc de Vasconcelos; http://lattes.cnpq.br/5658289632563411; https://orcid.org/0000-0002-3110-3649O presente estudo tem como objetivo principal analisar quais representações as mulheres pretas universitárias marajoaras constroem sobre o Feminismo e as implicações sobre seu autorreconhecimento como mulher preta sob a ótica descritiva – exploratória de natureza qualitativa tomando como base teórica – metodológica as Representações Sociais de Serge Moscovici (1978; 2005) e Denise Jodelet (2001) aplicando sua construção na Teoria Ego – Ecológica de Marisa Zavalloni (1980). A discussão gira em torno do Feminismo de modo geral, onde acionamos autores como Simone de Beauvoir (1967), Judith Butler (2003 [1990], 2013), Djamila Ribeiro (2002, 2013), atrelando essa discussão maior ao autorreconhecimento de cor-raça da mulher marajoara preta, apoiando-se nos debates de autores como Alessandra Devulsky (2021), Silvio Almeida (2019), Kanbegele Munanga (1994, 2003, 2004, 2012), Branca Alves (1991) entre outros. Para a obtenção dos dados foram realizadas entrevistas semiestruturadas com três mulheres autorreconhecidas pretas, entre 20 e 34 anos de idade, originárias da Região Marajoara (Amazônia), cenário de desenvolvimento deste estudo. A análise dos dados se fundamenta nas três etapas de análise da Teoria Ego-ecológica articulando com as dimensões das Representações sociais. As etapas analisaram a Contextualização da identidade das sujeitas (Primeira Etapa), os Sentidos de sí construídos (Segunda Etapa) e as Representações Identitárias – valores e graus de pertença ao grupo (Terceira Etapa), apresentando as estruturas de abordagem da pesquisa a partir da Ego – ecologia pelos processos de pertencimento através dos polos positivo ou negativo, seja egomórfico ou alomórfico, concluindo na identificação positiva ou negativa das sujeitas no processo de compreender os valores atribuídos e representações assimiladas. Como resultados, identificamos a falta de diálogo na Universidade sobre como o seu ambiente influencia e contribui para a construção identitária da mulher preta marajoara a partir de discussões em âmbito acadêmico levando em conta a produção de conhecimento delas e sobre elas em prol do combate ao epistemicidio do conhecimento negro. No entanto, a pesquisa mostra que as representações sociais das sujeitas, dialogam com as suas realidades e contribuem com a formulação e (re) construção de uma identidade social positiva dessa mulher preta marajoara e universitária a partir do rompimento de um cotidiano histórico-sociológico e acerca de seu corpo, sua cor e sua origem. Elas têm orgulho de sí registrados em seus discursos, mas ainda lutam, contra a invisibilidade, a subalternidade, a inferioridade e o silenciamento. Lutam individualmente e coletivamente quando encontram referências na Universidade e acabam por se tornarem referências para esta pesquisa como protagonistas e contadoras de suas próprias histórias em que contribuem com novas possibilidades de estudos e investigação cientifica acerca das representações do feminismo como fenômeno social na vida de mulheres pretas trazendo suas narrativas carregadas de histórias e de vozes e, se colocando como sujeitas ativas na história para novos estudos neste campo considerando suas especificidades de origem, etnia, classe social e gênero, levando em conta ainda suas experiências advindas de uma realidade especifica: a tal bela e majestosa Mulher Preta - Amazônia Marajoara.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Saber fazer e poder fazer construção social e política da RESEX Caeté-Taperaçu(Universidade Federal do Pará, 2013-08-09) SILVA, Ana Patrícia Reis da; CIACCHI, Andrea; http://lattes.cnpq.br/5766742175525561; https://orcid.org/0000-0001-6341-2705Neste estudo apresenta-se uma pesquisa sobre a construção social e política da RESEX CaetéTaperaçu, no Nordeste do Pará, analisando os conflitos existentes neste cenário e focalizando as relações de poder e de identificação. Para tanto, fez-se necessário entender como se desenvolveu o movimento de criação das reservas extrativistas no Brasil, bem como a trajetória de criação da Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu, através do olhar de alguns dos atores sociais envolvidos nesse processo. Observou-se que a RESEX CaetéTaperaçu é objeto de representações diferentes, que dependem do envolvimento de seus usuários e do espaço em que eles desenvolvem os seus saberes e as suas práticas. Defino a RESEX Caeté Terapaçu como sendo representada em dois "mundos": o primeiro volta-se para as relações sociais e políticas, internas e externas e manifesta-se no centro administrativo da RESEX, diretamente ligado à Associação dos Usuários da Reserva Extrativista Marinha de Caeté-Taperaçu - ASSUREMACATA, onde os usuários que o frequentam encontram-se envolvidos em processos administrativos, burocráticos e também políticos. O outro "mundo" é o que se volta para as relações com o espaço natural, com o território e com as práticas de trabalho: nele os usuários não participam das reuniões na sede da ASSUREMACATA e têm uma relação com o meio ambiente diferenciada, uma forma de preservar a natureza através das suas práticas diárias sem utilizar nenhum instrumento de gestão por parte da Associação dos Usuários da RESEX. Estes usuários não se identificam com a forma de organização social de uma reserva extrativista.
