Artigos Científicos - FARM/ICS
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Alcalóides de Aspidosperma auriculatum Standl(2003) BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; TAVARES, Isabel Cecília de Castro; SOARES, Daniela CristinaEspécies do gênero Aspidosperma apresentam alcalóides do tipo indólico. A partir da espécie Aspidosperma quebracho-blanco Schlecht isolou-se a quebracamina1, de A. olivaceum obteve-se a olivacina2, entre outras. O presente trabalho relata a determinação do perfil cromatográfico por Cromatografia em Camada Delgada e Cromatografia Líquida de Alta Eficiência de frações alcaloídicas de Aspidosperma auriculatum, espécie conhecida no Pará como carapanaúba e indicada popularmente para tratar febre e outras afecções, inclusive malária. O material vegetal foi extraído com ácido clorídrico a 5%. Três frações alcaloídicas foram extraídas a pH 7, pH 8 e pH 11, que analisadas em sistemas adequados apresentaram perfis distintos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Análise farmacognóstica das folhas de Arrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verlt., Bignoniaceae(2010-05) ALVES, Mauro Sérgio Marques; MENDES, Patrizia Cardoso; VIEIRA, Janaína Gell de Pontes; OZELA, Eliana Ferreira; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; SILVA JÚNIOR, José Otávio CarréraArrabidaea chica (Humb. & Bonpl.) B. Verlt. é uma Bignoniaceae amplamente utilizada na medicina popular como anti-inflamatório e adstringente, e para várias doenças como cólicas intestinais, diarréias, anemias e enfermidades da pele. Devido as suas propriedades biológicas e a produção de corante a espécie passou a ser utilizada pela indústria cosmética. A utilização de produtos naturais de origem vegetal implica no controle de qualidade farmacobotânico e em ensaios de pureza que compõem as especificações técnicas da espécie. Para isso foi realizada a descrição anatômica das folhas jovens e maduras de A. chica a partir de observações realizadas ao microscópio óptico, a partir de cortes histológicos. As folhas são hipoestomáticas e dorsiventrais com mesofilo heterogêneo. No pecíolo, a epiderme é uniestratificada contendo tricomas e dotada de cutícula delgada. Os testes farmacopéicos incluíram a determinação da distribuição granulométrica do pó da planta, determinação do teor de umidade e de cinzas totais, além da abordagem fitoquímica da tintura, visando estabelecer parâmetros para seu controle de qualidade.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Anti-inflammatory and analgesic activities of Hypericum brasiliense (Willd) standardized extract(2008-09) PERAZZO, Fabio Ferreira; LIMA, Leonardo Mandalho; PADILHA, Marina de Mesquita; ROCHA, Leandro Machado; SOUSA, Pergentino José da Cunha; CARVALHO, José Carlos TavaresAs atividades antiinflamatória e antinociceptiva do extrato padronizado de Hypericum brasiliense (HBSE) (Guttiferae) foi avaliada em modelos animais. Ratos Wistar machos foram tratados com extrato de H. brasiliense (50, 250 e 500 mg/kg, v.o.) em solução 3% Tween 80 0,9% NaCl. O tratamento com HBSE (500 mg/kg) mostrou inibição significativa sobre o edema induzido por carragenina comparado ao grupo controle. Nessa dose, o edema foi reduzido em 31,25% na terceira hora (pico do edema) após o tratamento, mas na dose de 50 mg/kg, o edema apresentou redução de 53,13% (p < 0,05). Ainda com a dose de 50 mg/kg, a diminuição do edema induzido por dextrana foi similar ao controle positivo, ciproeptadina. Houve diminuição na formação do tecido granulomatoso (6,6%) comparável ao grupo controle. O HBSE também inibiu o número de contorções abdominais em 46,4%, estatisticamente igual ao controle positivo, tratado com indometacina (42,9%). Na dose de 250 mg/kg, houve inibição do número de contorções em 70,7% quando comparado ao grupo controle (p < 0,001). No teste da placa-quente, foi verificado aumento no tempo de latência com a dose de 50 mg/kg. Os resultados demonstram que o HBSE possui atividade antiinflamatória sobre processos agudos, principalmente quando sua gênese está relacionada à síntese dos derivados do ácido araquidônico, e seu efeito analgésico provavelmente envolve ação sobre o Sistema Nervoso Central.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Anti-inflammatory and antinociceptive activities of Euterpe oleracea Mart., Arecaceae, oil(2011-02) FAVACHO, Hugo Alexandre Silva; OLIVEIRA, Bianca R.; SANTOS, Kelem Costa dos; MEDEIROS, Benedito Júnior Lima de; SOUSA, Pergentino José da Cunha; PERAZZO, Fabio Ferreira; CARVALHO, José Carlos TavaresArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Antinociceptive effects of the essential oil of Mentha x villosa leaf and its major constituent piperitenone oxide in mice(2009-07) SOUSA, Pergentino José da Cunha; LINARD, Cybelle Facanha Barreto Medeiros; BATISTA, Danilo de Azevedo; OLIVEIRA, Ariclécio Cunha de; SOUZA, Andrelina Noronha Coelho de; CARDOSO, José Henrique LealArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Arrabidaea chica (HBK) Verlot: phytochemical approach, antifungal and trypanocidal activities(2008-12) BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; PINTO, Lucianna do Nascimento; QUIGNARD, Etienne Louis Jacques; VIEIRA, José Maria dos Santos; SILVA JÚNIOR, José Otávio Carréra; ALBUQUERQUE, Sérgio deArrabidaea chica (HBK.) Verlot (Bignoniaceae) popularmente, "Pariri", é um arbusto escandente, distribuído do sul do México até a Guiana e Brasil central e é tradicionalmente indicado para tratar sintomas de inflamações e afecções da pele. Seu extrato etanólico foi quimicamente investigado e testado contra leveduras e fungos dermatófitos. A atividade tripanocida do mesmo extrato foi também avaliada. Este trabalho reporta o isolamento de três flavonóides, a inibição total do crescimento de Trichophyton mentagrophytes e um significante efeito tripanocida do extrato etanólico e de suas frações. Não foi detectada qualquer toxicidade aguda relevante, mesmo a uma dose de 1000 mg/kgArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Avaliação toxicológica do óleo essencial de Piper aduncum L.(2008-06) SOUSA, Pergentino José da Cunha; BARROS, Carlos Augusto Lima; ROCHA, José Carlos da Silva; LIRA, Denisléia Sertão; MONTEIRO, Gisele Muniz; MAIA, José Guilherme SoaresEste trabalho teve como objetivo a avaliação da toxidade aguda e subaguda do óleo essencial de Piper aduncum pela determinação da DL50 em camundongos e a análise dos parâmetros bioquímicos e hematológicos em ratos. A planta é utilizada na medicina popular da região amazônica em diversas doenças e no seu óleo essencial o constituinte majoritário é o fenilpropanóide dilapiol, com propriedades inseticida, fungicida, bactericida, larvicida e moluscicida. A DL50 foi de 2,400 ± 191,7 mg/kg. O óleo essencial não alterou de maneira significativa os parâmetros hematológicos e bioquímicos em relação ao controle no tratamento subagudo, exceto a redução da creatinina. O valor da DL50 e os resultados observados nos parâmetros hematológicos e bioquímicos sugerem que o óleo essencial apresenta toxidade baixa.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Caracterização físico-química e análises por espectrofotometria e cromatografia de Peperomia pellucida L. (H. B. K.)(2013) SILVA, Rosali Maria Ferreira da; RIBEIRO, Jeane Francisca Alves; FREITAS, Manolo Cleiton Costa de; ARRUDA, Mara Silvia Pinheiro; NASCIMENTO, M.N.; BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; ROLIM NETO, Pedro JoséO objetivo deste trabalho foi realizar a caracterização físico-química do pó e da tintura, e análise por espectrofotometria e cromatografia do extrato seco de Peperomia pellucida L. (H. B. K.). As metodologias seguiram a Farmacopéia Brasileira IV ed., com exceção da prospecção química, da espectrofotometria, da obtenção do perfil cromatográfico do extrato seco, e determinação do resíduo seco. A prospecção química revelou a presença de saponinas espumídicas; açúcares redutores; proteínas e aminoácidos; fenóis; taninos; flavonóides; esteróides e triterpenóides. Na análise por CCD, o melhor perfil da fração flavonoídica foi obtido com MeOH/CHOOH (90:10). Foi confirmada, através de CLAE, a presença de 3’,4’,7-tri-O-metoxiflavona no extrato seco deste material vegetal. Os resultados obtidos contribuem para a determinação de especificações de uma futura monografia em Farmacopéias da Peperomia pellucida L. (H.B.K.).Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Clinical applications and methemoglobinemia induced by dapsone(2014-10) OLIVEIRA, Fábio Rodrigues de; PESSÔA, Mariely Cristine Amador; ALBUQUERQUE, Rosyana de Fatima Vieira de; SCHALCHER, Taysa Ribeiro; MONTEIRO, Marta ChagasDapsona é uma sulfona sintética que é utilizada como um antibiótico em seres humanos e animais para prevenir e tratar doenças, incluindo hanseníase, tuberculose, malária, e pneumonia por Pneumocystis carinii e encefalites por Toxoplasma gondii em pacientes com síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), bem como em doenças anti-inflamatórias como dermatite herpetiforme. No entanto, este fármaco também está associado com vários efeitos adversos, incluindo a hemólise relacionada com a dose, metemoglobinemia, psicose, neuropatia periférica, agranulocitose, anemia aplástica, síndrome de hipersensibilidade, síndrome de sulfona, e outros. Destes efeitos, a metemoglobinemia é o mais comum efeito adverso da dapsona, que leva a anemia funcional e hipóxia celular com sintomas de cianose, dores de cabeça, fadiga, taquicardia, fraqueza e tonturas. Assim, esta revisão sumariza informações relevantes sobre a estrutura, mecanismo de ação, indicação clínica, e reações adversas de dapsona.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Determination of myricetin derivatives in Chrysobalanus icaco L. (Chrysobalanaceae)(2006-09) BARBOSA, Wagner Luiz Ramos; PERES, Amiraldo; GALLORI, Sandra; VINCIERI, Franco FrancescoA fração flavonoídica do extrato hidroalcoólico de folhas de Chrysobalanus icaco L. (Chrysobalanaceae), que são largamente utilizadas na medicina tradicional do Norte do Brasil para controlar a glicemia de pacientes diabéticos, foi caracterizada. Miricetina-3-O-glucuronídeo (miricitrina) e quercitrina, entre outros derivados de miricetina minoritários, foram evidenciados por análises com sistemas CLAE/DAD e CLAE/EM
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