Artigos Científicos - CALTA

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  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Ethanol and citric acid improve longevity in Gerbera cv. Mistique
    (Universidade Federal do Pará, 2019-08) MAIA, Rúbia Kécia Marins; SILVA, Edivan Amaro da; ALVES, Rafael Mateus; MORAIS, Maria Aparecida dos Santos; VIEIRA, Marcos Ribeiro da Silva; SILVA, Luzia Ferreira da; FONSECA, Kelem Silva; SIMÔES, Adriano do Nascimento; SIMÔES, Raquel Ferraz Jardim
    Etanol e ácido cítrico podem aumentar a longevidade em algumas flores de corte. Porém, seu uso deve ser de extremo cuidado, com métodos de aplicação e concentrações específicas para cada tipo de flor de corte. Assim, o objetivo foi estudar as mudanças físico-químicas e fisiológicas na longevidade de gérberas de corte cv. Mistique, submetidas a etanol (Et) e/ou ácido cítrico (AC). As hastes foram selecionadas e padronizadas a 35 cm de comprimento, mantidas a 20 ± 2 °C e UR 65 ± 2%, sob iluminação contínua. As gérberas foram submetidas a dois métodos de aplicação (pulsing 48 horas e manutenção), sob diferentes concentrações de Et (4%, 6% e 8%) e/ou AC (100 e 200 mg L-1) e água destilada (controle), a cada dois dias foi realizada análise visual, longevidade, tombamento das hastes, massa fresca, conteúdo relativo de água, extravasamento de eletrólitos e atividades das enzimas peroxidase e polifenoloxidase. Observou-se que a solução de Et (4%) + AC (100 mg L-1), proporcionou maior longevidade, independente do método de aplicação. Estes resultados foram base para um terceiro experimento, no qual as hastes foram imersas por pulsing, em soluções de Et (4%) e/ou AC (100 mg L-1), água destilada (controle). Foi verificado que as gérberas submetidas à solução com Et + AC, apresentaram menor perda de massa fresca, maior conteúdo relativo de água, menor extravasamento de eletrólitos e aumento mais lento nas atividades da polifenoloxidase e peroxidase. Isto proporcionou retardo no tombamento das hastes e melhor aparência, resultando em maior longevidade, quando comparada as demais soluções.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Hybrid sandwich particleboard made with sugarcane, Pínus taeda thermally treated and malva fibre from Amazon
    (Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2017-12) SILVA, Márcio Rogério da; PINHEIRO, Roberto Vasconcelos; CHRISTOFORO, André Luis; PANZERA, Tulio Hallak; LAHR, Francisco Antonio Rocco
    A transformação martensítica pode ser induzida por deformação plástica em ligas à base de ferro metaestáveis, como aços inoxidáveis ​​contendo quantidades limitadas de C, Ni e Cr. Essa transformação ocorre na faixa de temperatura de M s e M d , geralmente em valores de temperatura relativamente mais baixos. A martensita transformada tem sido associada a força máxima máxima e ductilidade relativamente alta. No presente trabalho, as características de fratura à tração de um aço inoxidável AISI tipo 302 metaestável foram comparadas às propriedades de um aço inoxidável austenítico estável AISI tipo 310. Verificou-se que no aço 302, seu alto grau de metaestabilidade e dispersão diluída de inclusões resultam em maior resistência e modos complexos de fratura, um dos quais consistindo em inclusões globulares em torno de martensita.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Diversidade de presas e predadores (Insecta) em mesohabitats de córregos de Cerrado
    (Museu de Ciências Naturais, 2018-12) GIEHL, Núbia França da Silva; RESENDE, Bethânia Oliveira de; SILVA, Karina Dias; NOGUEIRA, Denis Silva; CABETTE, Helena Soares Ramos; ROGES, Paulo F. S. S.
    Córregos tropicais apresentam alta variedade de hábitats e gradientes ambientais, que refletem na maior riqueza de insetos aquáticos. Dessa forma, avaliamos se a diversidade de insetos aquáticos das categorias presa e predador é influenciada pelo tipo de substratos ou por porções longitudinais em córregos de Cerrado. Nossa hipótese é que a diversidade de presa e predador será determinada pelo tipo de substrato, partindo do pressuposto de que o substrato serve como fonte para forrageamento e/ou refúgio. Ademais, o substrato folhiço apresentará maior abundância e riqueza devido à disponibilidade de abrigo e alimento provida por esse tipo de substrato. Haverá diferença na composição de presa e predador entre substratos, pois algumas espécies apresentam associações com o tipo de substrato. As porções do córrego não exercerão efeito sobre a diversidade de presa e predador, uma vez que, em córregos de até terceira ordem não apresenta mudanças consideráveis nas características físicas. O estudo foi realizado nas porções nascente (1ª ordem), intermediário (2ª) e foz (3ª), em dois córregos, nos períodos seco e chuvoso. Foram coletadas cinco subamostras de areia, cascalho, rochas ou matacões, folhiço de remanso, de corredeira e raízes (substrato). O substrato influenciou todas as variáveis respostas de presa e predador (abundância, riqueza e composição), porém, o ambiente (porções longitudinais) não influenciou a abundância e composição de predador. A influência de substratos para a diversidade de presas e predadores evidencia a importância da vegetação ripária como fonte de material alóctone em córregos de cabeceira.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Natural resistance of seven Amazon woods to xylophagous termite nasutitermes octopilis(banks)
    (Universidade Federal do Pará, 2019-04) COSTA, Flávio Nascimento; CARDOSO, Rennan de Paula; MENDES, Clebérton Santos; RODRIGUES, Pablo Ramon Garreto; REIS, Alisson Rodrigo Souza
    Algumas madeiras amazônicas são consideradas altamente resistentes ao ataque de microorganismos; no entanto, quais apresentam a maior resistência é desconhecida. Este trabalho teve como objetivo avaliar a resistência natural de sete madeiras ao cupim xilófago Nasutitermes octopilis por meio de um ensaio de alimentação sem chance de escolha. Foram avaliadas as seguintes espécies de madeira: Dinizia excelsa , Manilkara huberi , Dipteryx odorata , Bagassa guianensis , Astronium lecointei , Caryocar villosum e Hymenolobium petraeum (Ducke). Para tanto, foram coletadas cinco amostras de madeira do meio do coração à altura do peito de cada planta com dimensões de 2,54 × 2,54 × 0,64 cm (longitudinal × radial × tangencial) de serrarias no município de Altamira, estado do Pará, Brasil. ação das térmitas em condições de laboratório, e tiveram sua perda de massa e desgaste avaliados, com cinco repetições. A. lecointei apresentou a menor resistência, enquanto C. villosum e D. odorata apresentaram a maior resistência.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Correlações entre compostos fenólicos e atividade antioxidante em casca e polpa de variedades de uva de mesa
    (Instituto de Tecnologia de Alimentos, 2018) SOUZA, Angela Vacaro de; VIEIRA, Marcos Ribeiro da Silva; PUTTI, Fernando Ferrari
    Uvas são consideradas excelentes fontes de compostos fenólicos, quando comparadas a outros vegetais; porém, a grande diversidade entre as cultivares resulta em frutos com diferentes características, tanto de sabor quanto de coloração, o que, certamente, está associado com o conteúdo e o perfil de compostos polifenólicos. Cascas e polpas de amostras de uva no ponto de consumo − tipos “Itália”, “Brasil”, “Rubi”, “Thompson” e “Niágara Rosada” − da região de Campinas e Jundiaí, Estado de São Paulo, foram estudadas com o objetivo de avaliar a atividade antioxidante, a atividade enzimática da peroxidase e da polifenoloxidase e os teores de compostos fenólicos e de ácido ascórbico. A fim de verificar as correlações entre as cascas e polpas das variedades e as características, utilizou-se a Correlação de Pearson, a distância generalizada de Mahalanobis (D2) e, por fim, o agrupamento das diferentes respostas através da análise multivariada. Verificou-se que as cascas das uvas analisadas apresentaram correlação positiva com o conteúdo de compostos fenólicos, a atividade da enzima polifenoloxidase e com o teor de ácido ascórbico, exceto a cultivar “Niágara Rosada”, a qual mostrou maiores valores para estas avaliações. Não houve correlação entre o índice de atividade antioxidante com as demais análises realizadas. As cascas se mostraram uma ótima fonte para estes compostos.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Eastern extension of the geographic range of Mico emiliae
    (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2018-09) ANDRADE, Roberto Portella de; MOURTHÉ, Ítalo Martins da Costa; SACCARDI, Victor; HERNÁNDEZ-RUZ, Emil José
    A distribuição dos calitriquídeos que habitam o interflúvio Tapajós-Xingu ainda é pouco conhecida, provavelmente devido ao limitado número de estudos que ocorreram nesta região remota. Mico emiliae é um calitriquídeo endêmico do Brasil que ocorre na região limitada pelos rios Jamanxim e Teles Pires e pela Serra do Cachimbo ao oeste e Rio Iriri ao leste, nos estados do Pará e Mato Grosso. Entretanto, sua distribuição ainda é incerta. Após ca. 430 km de levantamentos no Parque Nacional da Serra do Pardo, nós confirmamos a ocorrência desta espécie pela primeira vez aproximadamente 180 km ao leste de seu limite oriental reconhecido no Pará. Esses novos registros expandem a distribuição de M. emiliae até a margem esquerda do rio Xingu, aumentando sua extensão de ocorrência em 83%.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Genetic diversity of American wild rice species
    (Universidade Federal do Pará, 2011-08) VEASEY, Elizabeth Ann; BRESSAN, Eduardo de Andrade; ZUCCHI, Maria Imaculada; VENCOVSKY, Roland; CARDIM, Daruska Cavalcante; SILVA, Rainério Meireles da
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Elaboração e validação de escala diagramática para avaliação da severidade da ferrugem branca do crisântemo
    (Grupo Paulista de Fitopatologia, 2006-03) BARBOSA, Maria Angélica Guimarães; MICHEREFF, Sami Jorge; MORA-AGUILERA, Gustavo
    A ferrugem branca, causada pelo fungo Puccinia horiana, é considerada a principal doença do crisântemo no Brasil, induzindo severas perdas aos produtores. Apesar da importância, inexistem estudos epidemiológicos no país, e para que estes estudos sejam realizados, é necessário o desenvolvimento de métodos padronizados de quantificação da severidade da doença no campo. Visando atender a essa demanda, foi elaborada uma escala diagramática com os níveis de 1, 3, 6, 10, 18 e 30% de área foliar lesionada, testando-se a acurácia, a precisão e a reprodutibilidade das estimativas de severidade da ferrugem branca com e sem a sua utilização. Na validação da escala diagramática, 50 folhas com diferentes níveis de severidade da doença, mensurados previamente com o programa AutoCADâ, foram avaliadas por 10 pessoas sem e com a utilização da escala diagramática. Foram realizadas duas avaliações com a utilização da escala, com intervalo de sete dias, onde seqüências diferentes das mesmas folhas foram estimadas visualmente pelos mesmos avaliadores. A acurácia e a precisão de cada avaliador foi determinada por regressão linear simples, entre a severidade real e a estimada. Sem o auxílio da escala, todos os avaliadores superestimaram consistentemente a severidade, indicando a presença de desvios positivos constantes para todos os níveis de severidade da doença. As avaliações realizadas com a escala diagramática foram mais acuradas nas estimativas da maioria dos avaliadores e mais precisas para todos os avaliadores, além de proporcionar boa repetibilidade e elevada reprodutibilidade entre avaliações de diferentes avaliadores. A escala diagramática mostrou-se adequada para avaliação da severidade da ferrugem branca do crisântemo.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Water seasonality in granting permits and impact of irrigation in the Dourados River basin, MS, Brazil
    (Universidade Federal do Pará, 2017-07) RAMOS, Diovany Doffinger; PEREIRA, Sílvio Bueno; ARAI, Fabiane Kazue; SANTOS, Felipe André dos; CARNEVALI, Thiago de Oliveira
    O objetivo deste trabalho foi avaliar a sazonalidade hídrica no processo de concessão de outorga e o impacto da irrigação na Bacia do Rio Dourados. Para tanto, procedeu-se à análise do comportamento hidrológico na bacia. Foram obtidas as vazões mínimas de referência (Q7,10 e Q95), vazões de retirada pela irrigação (Qr), e variação percentual das vazões de outorga relativo ao período sazonal mensal em relação à vazão de retirada mensal. Os resultados permitiram constatar que a concessão de outorga de uso dos recursos hídricos quando adotada a escala mensal garante um plano melhor de utilização da água, à medida que permite seu uso no período em que há disponibilidade hídrica e restringe no período de escassez hídrica. A vazão média anual de retirada pela irrigação na bacia no período em estudo, foi da ordem de 2,99 m3 s-1, sendo a vazão de retirada no mês de maior demanda (agosto) de 5,95 m3 s-1.
  • Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Cytogenetic analysis of Baryancistrus xanthellus (Siluriformes: Loricariidae: Ancistrini), an ornamental fish endemic to the Xingu River, Brazil
    (Sociedade Brasileira de Ictiologia, 2016) MEDEIROS, Larissa Azevedo de; GURGEL, Eduardo Gentil Ginani; SOUSA, Leandro Melo de; PY-DANIEL, Lúcia Helena Rapp; FELDBERG, Eliana
    Baryancistrus xanthellus é uma espécie da tribo Ancistrini conhecida popularmente como "amarelinho" ou "cascudo pepita de ouro". É um dos peixes ornamentais mais populares e valorizados, devido aos padrões de cor. Também é uma espécie endêmica do rio Xingu, ocorrendo a partir da Volta Grande do Xingu, região onde a Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída, até São Félix do Xingu. O presente estudo teve como objetivo caracterizar citogeneticamente B. xanthellus . Os resultados apontam para a manutenção do 2n=52, considerado a condição mais comum para a tribo, e região organizadora de nucléolo (RON) simples. O mapeamento do DNAr 18S confirmou a marcação da RON e o DNAr 5S foi localizado na posição intersticial de apenas um par cromossômico. A localização dos DNAr 18S e 5S em diferentes pares configura uma apomorfia em Loricariidae. Grandes blocos de heterocromatina estão presentes nos pares 1 e 10 e nas regiões equivalentes à RON e ao DNAr 5S. Os dados obtidos neste estudo corroboram a hipótese filogenética atualmente mais aceita para Ancistrini e demonstram evidências que o gênero Baryancistrus ocupa uma posição basal na tribo.