Artigos Científicos - CALTA
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/4385
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Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Ethanol and citric acid improve longevity in Gerbera cv. Mistique(Universidade Federal do Pará, 2019-08) MAIA, Rúbia Kécia Marins; SILVA, Edivan Amaro da; ALVES, Rafael Mateus; MORAIS, Maria Aparecida dos Santos; VIEIRA, Marcos Ribeiro da Silva; SILVA, Luzia Ferreira da; FONSECA, Kelem Silva; SIMÔES, Adriano do Nascimento; SIMÔES, Raquel Ferraz JardimEtanol e ácido cítrico podem aumentar a longevidade em algumas flores de corte. Porém, seu uso deve ser de extremo cuidado, com métodos de aplicação e concentrações específicas para cada tipo de flor de corte. Assim, o objetivo foi estudar as mudanças físico-químicas e fisiológicas na longevidade de gérberas de corte cv. Mistique, submetidas a etanol (Et) e/ou ácido cítrico (AC). As hastes foram selecionadas e padronizadas a 35 cm de comprimento, mantidas a 20 ± 2 °C e UR 65 ± 2%, sob iluminação contínua. As gérberas foram submetidas a dois métodos de aplicação (pulsing 48 horas e manutenção), sob diferentes concentrações de Et (4%, 6% e 8%) e/ou AC (100 e 200 mg L-1) e água destilada (controle), a cada dois dias foi realizada análise visual, longevidade, tombamento das hastes, massa fresca, conteúdo relativo de água, extravasamento de eletrólitos e atividades das enzimas peroxidase e polifenoloxidase. Observou-se que a solução de Et (4%) + AC (100 mg L-1), proporcionou maior longevidade, independente do método de aplicação. Estes resultados foram base para um terceiro experimento, no qual as hastes foram imersas por pulsing, em soluções de Et (4%) e/ou AC (100 mg L-1), água destilada (controle). Foi verificado que as gérberas submetidas à solução com Et + AC, apresentaram menor perda de massa fresca, maior conteúdo relativo de água, menor extravasamento de eletrólitos e aumento mais lento nas atividades da polifenoloxidase e peroxidase. Isto proporcionou retardo no tombamento das hastes e melhor aparência, resultando em maior longevidade, quando comparada as demais soluções.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Hybrid sandwich particleboard made with sugarcane, Pínus taeda thermally treated and malva fibre from Amazon(Associação Brasileira de Metalurgia e Materiais, 2017-12) SILVA, Márcio Rogério da; PINHEIRO, Roberto Vasconcelos; CHRISTOFORO, André Luis; PANZERA, Tulio Hallak; LAHR, Francisco Antonio RoccoA transformação martensítica pode ser induzida por deformação plástica em ligas à base de ferro metaestáveis, como aços inoxidáveis contendo quantidades limitadas de C, Ni e Cr. Essa transformação ocorre na faixa de temperatura de M s e M d , geralmente em valores de temperatura relativamente mais baixos. A martensita transformada tem sido associada a força máxima máxima e ductilidade relativamente alta. No presente trabalho, as características de fratura à tração de um aço inoxidável AISI tipo 302 metaestável foram comparadas às propriedades de um aço inoxidável austenítico estável AISI tipo 310. Verificou-se que no aço 302, seu alto grau de metaestabilidade e dispersão diluída de inclusões resultam em maior resistência e modos complexos de fratura, um dos quais consistindo em inclusões globulares em torno de martensita.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Diversidade de presas e predadores (Insecta) em mesohabitats de córregos de Cerrado(Museu de Ciências Naturais, 2018-12) GIEHL, Núbia França da Silva; RESENDE, Bethânia Oliveira de; SILVA, Karina Dias; NOGUEIRA, Denis Silva; CABETTE, Helena Soares Ramos; ROGES, Paulo F. S. S.Córregos tropicais apresentam alta variedade de hábitats e gradientes ambientais, que refletem na maior riqueza de insetos aquáticos. Dessa forma, avaliamos se a diversidade de insetos aquáticos das categorias presa e predador é influenciada pelo tipo de substratos ou por porções longitudinais em córregos de Cerrado. Nossa hipótese é que a diversidade de presa e predador será determinada pelo tipo de substrato, partindo do pressuposto de que o substrato serve como fonte para forrageamento e/ou refúgio. Ademais, o substrato folhiço apresentará maior abundância e riqueza devido à disponibilidade de abrigo e alimento provida por esse tipo de substrato. Haverá diferença na composição de presa e predador entre substratos, pois algumas espécies apresentam associações com o tipo de substrato. As porções do córrego não exercerão efeito sobre a diversidade de presa e predador, uma vez que, em córregos de até terceira ordem não apresenta mudanças consideráveis nas características físicas. O estudo foi realizado nas porções nascente (1ª ordem), intermediário (2ª) e foz (3ª), em dois córregos, nos períodos seco e chuvoso. Foram coletadas cinco subamostras de areia, cascalho, rochas ou matacões, folhiço de remanso, de corredeira e raízes (substrato). O substrato influenciou todas as variáveis respostas de presa e predador (abundância, riqueza e composição), porém, o ambiente (porções longitudinais) não influenciou a abundância e composição de predador. A influência de substratos para a diversidade de presas e predadores evidencia a importância da vegetação ripária como fonte de material alóctone em córregos de cabeceira.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Natural resistance of seven Amazon woods to xylophagous termite nasutitermes octopilis(banks)(Universidade Federal do Pará, 2019-04) COSTA, Flávio Nascimento; CARDOSO, Rennan de Paula; MENDES, Clebérton Santos; RODRIGUES, Pablo Ramon Garreto; REIS, Alisson Rodrigo SouzaAlgumas madeiras amazônicas são consideradas altamente resistentes ao ataque de microorganismos; no entanto, quais apresentam a maior resistência é desconhecida. Este trabalho teve como objetivo avaliar a resistência natural de sete madeiras ao cupim xilófago Nasutitermes octopilis por meio de um ensaio de alimentação sem chance de escolha. Foram avaliadas as seguintes espécies de madeira: Dinizia excelsa , Manilkara huberi , Dipteryx odorata , Bagassa guianensis , Astronium lecointei , Caryocar villosum e Hymenolobium petraeum (Ducke). Para tanto, foram coletadas cinco amostras de madeira do meio do coração à altura do peito de cada planta com dimensões de 2,54 × 2,54 × 0,64 cm (longitudinal × radial × tangencial) de serrarias no município de Altamira, estado do Pará, Brasil. ação das térmitas em condições de laboratório, e tiveram sua perda de massa e desgaste avaliados, com cinco repetições. A. lecointei apresentou a menor resistência, enquanto C. villosum e D. odorata apresentaram a maior resistência.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Correlações entre compostos fenólicos e atividade antioxidante em casca e polpa de variedades de uva de mesa(Instituto de Tecnologia de Alimentos, 2018) SOUZA, Angela Vacaro de; VIEIRA, Marcos Ribeiro da Silva; PUTTI, Fernando FerrariUvas são consideradas excelentes fontes de compostos fenólicos, quando comparadas a outros vegetais; porém, a grande diversidade entre as cultivares resulta em frutos com diferentes características, tanto de sabor quanto de coloração, o que, certamente, está associado com o conteúdo e o perfil de compostos polifenólicos. Cascas e polpas de amostras de uva no ponto de consumo − tipos “Itália”, “Brasil”, “Rubi”, “Thompson” e “Niágara Rosada” − da região de Campinas e Jundiaí, Estado de São Paulo, foram estudadas com o objetivo de avaliar a atividade antioxidante, a atividade enzimática da peroxidase e da polifenoloxidase e os teores de compostos fenólicos e de ácido ascórbico. A fim de verificar as correlações entre as cascas e polpas das variedades e as características, utilizou-se a Correlação de Pearson, a distância generalizada de Mahalanobis (D2) e, por fim, o agrupamento das diferentes respostas através da análise multivariada. Verificou-se que as cascas das uvas analisadas apresentaram correlação positiva com o conteúdo de compostos fenólicos, a atividade da enzima polifenoloxidase e com o teor de ácido ascórbico, exceto a cultivar “Niágara Rosada”, a qual mostrou maiores valores para estas avaliações. Não houve correlação entre o índice de atividade antioxidante com as demais análises realizadas. As cascas se mostraram uma ótima fonte para estes compostos.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Eastern extension of the geographic range of Mico emiliae(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2018-09) ANDRADE, Roberto Portella de; MOURTHÉ, Ítalo Martins da Costa; SACCARDI, Victor; HERNÁNDEZ-RUZ, Emil JoséA distribuição dos calitriquídeos que habitam o interflúvio Tapajós-Xingu ainda é pouco conhecida, provavelmente devido ao limitado número de estudos que ocorreram nesta região remota. Mico emiliae é um calitriquídeo endêmico do Brasil que ocorre na região limitada pelos rios Jamanxim e Teles Pires e pela Serra do Cachimbo ao oeste e Rio Iriri ao leste, nos estados do Pará e Mato Grosso. Entretanto, sua distribuição ainda é incerta. Após ca. 430 km de levantamentos no Parque Nacional da Serra do Pardo, nós confirmamos a ocorrência desta espécie pela primeira vez aproximadamente 180 km ao leste de seu limite oriental reconhecido no Pará. Esses novos registros expandem a distribuição de M. emiliae até a margem esquerda do rio Xingu, aumentando sua extensão de ocorrência em 83%.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Genetic diversity of American wild rice species(Universidade Federal do Pará, 2011-08) VEASEY, Elizabeth Ann; BRESSAN, Eduardo de Andrade; ZUCCHI, Maria Imaculada; VENCOVSKY, Roland; CARDIM, Daruska Cavalcante; SILVA, Rainério Meireles daArtigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Elaboração e validação de escala diagramática para avaliação da severidade da ferrugem branca do crisântemo(Grupo Paulista de Fitopatologia, 2006-03) BARBOSA, Maria Angélica Guimarães; MICHEREFF, Sami Jorge; MORA-AGUILERA, GustavoA ferrugem branca, causada pelo fungo Puccinia horiana, é considerada a principal doença do crisântemo no Brasil, induzindo severas perdas aos produtores. Apesar da importância, inexistem estudos epidemiológicos no país, e para que estes estudos sejam realizados, é necessário o desenvolvimento de métodos padronizados de quantificação da severidade da doença no campo. Visando atender a essa demanda, foi elaborada uma escala diagramática com os níveis de 1, 3, 6, 10, 18 e 30% de área foliar lesionada, testando-se a acurácia, a precisão e a reprodutibilidade das estimativas de severidade da ferrugem branca com e sem a sua utilização. Na validação da escala diagramática, 50 folhas com diferentes níveis de severidade da doença, mensurados previamente com o programa AutoCADâ, foram avaliadas por 10 pessoas sem e com a utilização da escala diagramática. Foram realizadas duas avaliações com a utilização da escala, com intervalo de sete dias, onde seqüências diferentes das mesmas folhas foram estimadas visualmente pelos mesmos avaliadores. A acurácia e a precisão de cada avaliador foi determinada por regressão linear simples, entre a severidade real e a estimada. Sem o auxílio da escala, todos os avaliadores superestimaram consistentemente a severidade, indicando a presença de desvios positivos constantes para todos os níveis de severidade da doença. As avaliações realizadas com a escala diagramática foram mais acuradas nas estimativas da maioria dos avaliadores e mais precisas para todos os avaliadores, além de proporcionar boa repetibilidade e elevada reprodutibilidade entre avaliações de diferentes avaliadores. A escala diagramática mostrou-se adequada para avaliação da severidade da ferrugem branca do crisântemo.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Water seasonality in granting permits and impact of irrigation in the Dourados River basin, MS, Brazil(Universidade Federal do Pará, 2017-07) RAMOS, Diovany Doffinger; PEREIRA, Sílvio Bueno; ARAI, Fabiane Kazue; SANTOS, Felipe André dos; CARNEVALI, Thiago de OliveiraO objetivo deste trabalho foi avaliar a sazonalidade hídrica no processo de concessão de outorga e o impacto da irrigação na Bacia do Rio Dourados. Para tanto, procedeu-se à análise do comportamento hidrológico na bacia. Foram obtidas as vazões mínimas de referência (Q7,10 e Q95), vazões de retirada pela irrigação (Qr), e variação percentual das vazões de outorga relativo ao período sazonal mensal em relação à vazão de retirada mensal. Os resultados permitiram constatar que a concessão de outorga de uso dos recursos hídricos quando adotada a escala mensal garante um plano melhor de utilização da água, à medida que permite seu uso no período em que há disponibilidade hídrica e restringe no período de escassez hídrica. A vazão média anual de retirada pela irrigação na bacia no período em estudo, foi da ordem de 2,99 m3 s-1, sendo a vazão de retirada no mês de maior demanda (agosto) de 5,95 m3 s-1.Artigo de Periódico Acesso aberto (Open Access) Cytogenetic analysis of Baryancistrus xanthellus (Siluriformes: Loricariidae: Ancistrini), an ornamental fish endemic to the Xingu River, Brazil(Sociedade Brasileira de Ictiologia, 2016) MEDEIROS, Larissa Azevedo de; GURGEL, Eduardo Gentil Ginani; SOUSA, Leandro Melo de; PY-DANIEL, Lúcia Helena Rapp; FELDBERG, ElianaBaryancistrus xanthellus é uma espécie da tribo Ancistrini conhecida popularmente como "amarelinho" ou "cascudo pepita de ouro". É um dos peixes ornamentais mais populares e valorizados, devido aos padrões de cor. Também é uma espécie endêmica do rio Xingu, ocorrendo a partir da Volta Grande do Xingu, região onde a Usina Hidrelétrica de Belo Monte está sendo construída, até São Félix do Xingu. O presente estudo teve como objetivo caracterizar citogeneticamente B. xanthellus . Os resultados apontam para a manutenção do 2n=52, considerado a condição mais comum para a tribo, e região organizadora de nucléolo (RON) simples. O mapeamento do DNAr 18S confirmou a marcação da RON e o DNAr 5S foi localizado na posição intersticial de apenas um par cromossômico. A localização dos DNAr 18S e 5S em diferentes pares configura uma apomorfia em Loricariidae. Grandes blocos de heterocromatina estão presentes nos pares 1 e 10 e nas regiões equivalentes à RON e ao DNAr 5S. Os dados obtidos neste estudo corroboram a hipótese filogenética atualmente mais aceita para Ancistrini e demonstram evidências que o gênero Baryancistrus ocupa uma posição basal na tribo.
