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dc.creatorCARVALHO, Roberta Lobão-
dc.date.accessioned2018-10-16T18:23:52Z-
dc.date.available2018-10-16T18:23:52Z-
dc.date.issued2018-08-30-
dc.identifier.citationCARVALHO, Roberta Lobão. “A ruína do Maranhão”: a construção do discurso antijesuítico na Amazônia portuguesa (1705-1759). 2018. 299 f. Tese (Doutorado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Belém, 2018. Programa de Pós-Graduação em História. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10286>. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10286-
dc.description.abstractAnti-jesuism is a historical movement considered as old as the Society of Jesus itself, once it was born with the Order. In this thesis we study the Amazonian anti-jesuit discourse constructed during the first half of the eighteenth century by one of the most staunch enemies the Jesuits had known, Paulo da Silva Nunes. This agent called himself Procurator of the Peoples of Maranhão and undertook a campaign against the Jesuits in the colony for more than sixteen years and in the Court (Lisbon) between 1724 and 1742, writing documents in which not only he listed denunciations against the Company of Jesus but presented a political project to prevent the total “ruin of Maranhão” (colony). However, we do not understand this movement as a local phenomenon but rather as an integral and important part of a global movement, since we defend the thesis that the anti-jesuitism created in the first half of the eighteenth century in the colonial Amazon region by Paulo da Silva Nunes influenced in a decisive way the anti-jesuit actions, policies and discourses of the campaign undertaken by Sebastião José de Carvalho e Melo, future Marquis of Pombal, at the Court, in Europe and in the colony during the second half of that same century, culminating in the expulsion of the Order of all lands belonging to the Portuguese Crown in 1759 and its extinction in 1773.pt_BR
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dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectAntijesuitismopt_BR
dc.subjectDiscurso antijesuítico amazônicopt_BR
dc.subjectSéculo XVIIIpt_BR
dc.subjectAmazônia colonialpt_BR
dc.subjectPaulo da Silva Nunespt_BR
dc.subjectMaranhão - História - Período colonial, ca. 1705-1759pt_BR
dc.title“A ruína do Maranhão”: a construção do discurso antijesuítico na Amazônia portuguesa (1705-1759)pt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Filosofia e Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA REGIONAL DO BRASILpt_BR
dc.contributor.advisor1ARENZ, Karl Heinz-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4213810951901055pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7052599377996396pt_BR
dc.description.resumoO antijesuitismo é um movimento histórico considerado tão antigo quanto a própria Companhia de Jesus, uma vez que praticamente nasceu com a Ordem. Nesta tese estudamos o discurso antijesuítico amazônico construído durante a primeira metade do século XVIII por um dos mais acérrimos inimigos que os jesuítas conheceram, Paulo da Silva Nunes. Esse agente autointitulava-se Procurador dos Povos do Maranhão e empreendeu uma campanha contra os jesuítas na colônia por mais de dezesseis anos e, na Corte, entre os anos de 1724 e 1742, escrevendo documentos em que não apenas elencava denúncias contra a Companhia de Jesus mas apresentava um projeto político para impedir a total “ruína do Maranhão”. No entanto, não compreendemos esse movimento como um fenômeno local, mas como parte integrante e importante de um movimento global, uma vez que defendemos a tese de que o antijesuitismo cunhado na primeira metade do século XVIII na Amazônia colonial por Paulo da Silva Nunes influenciou de maneira determinante as ações, políticas e discursos antijesuíticos da campanha empreendida por Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal, na Corte, na Europa e na colônia durante a segunda metade daquele mesmo século, culminando na expulsão da Ordem de todas as terras da Coroa portuguesa em 1759 e na sua extinção total em 1773.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Históriapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaTRABALHO, CULTURA E ETNICIDADEpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoHISTÓRIA SOCIAL DA AMAZÔNIApt_BR
Aparece nas coleções:Teses em História (Doutorado) - PPHIST/IFCH

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