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dc.creatorMORATO, Elisson Ferreira-
dc.date.accessioned2020-01-10T13:37:20Z-
dc.date.available2020-01-10T13:37:20Z-
dc.date.issued2014-06-
dc.identifier.citationMORATO, Elisson Ferreira. A argumentação no discurso religioso popular: relações entre pathos e logos nas cantigas de marujada de Bragança (PA). Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 2, n. 1, p. 11-26, jan./jun. 2014. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v2i1.6291. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12144. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12144-
dc.description.abstractThis paper aims to analyze the way in which the religious discourse of popular character, also called as folkloric discourse, builds the logos argumentative. For this purpose, we start from the analysis of two songs of Marujada, religious procession that takes place in the city of Bragança, in the state of Pará, from Rhetoric by Aristotle and from the work of current researchers about argumentation in discourse, among which we mention Amossy (2006) and Charaudeau (1992, 2000, 2004, 2008). From Aristotle (2005) we take the notions of ethos, pathos and logos and from Charaudeau the notion of descriptive mode of organization of discourse (1992), visée discursive (2004) and rationalization (2008). With this work we hope to demonstrate how, in certain discourses such as the religious, the logos is not built from a logical rationality, but by emotions of the producer of the discourse, which drive the composition of the logos.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2020-01-06T12:44:56Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_ArgumentacaoDiscursoReligioso.pdf: 338591 bytes, checksum: 8c8a5d134672d0d262db0f355f9a7e3c (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/6291pt_BR
dc.subjectArgumentaçãopt_BR
dc.subjectLogospt_BR
dc.subjectPathospt_BR
dc.subjectDiscurso religiosopt_BR
dc.subjectArgumentationen
dc.subjectReligious discourseen
dc.titleA argumentação no discurso religioso popular: relações entre pathos e logos nas cantigas de marujada de Bragança (PA)pt_BR
dc.title.alternativeThe argumentation in the folkloric religious discourse: relationships between pathos and logos in the songs of marujada from Bragança (PA)en
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8928514785706291pt_BR
dc.citation.volume2pt_BR
dc.citation.issue1pt_BR
dc.citation.spage11pt_BR
dcterms.citation.epage26pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.18542/nra.v2i1.6291pt_BR
dc.description.resumoEste artigo tem como objetivo analisar a maneira pela qual o discurso religioso de caráter popular, também chamado de discurso folclórico, constrói o logos argumentativo. Para isso, partimos da análise de duas canções da Marujada, procissão religiosa que tem lugar na cidade de Bragança, no estado do Pará, a partir da Retórica de Aristóteles e do trabalho de pesquisadores atuais sobre a argumentação no discurso, entre os quais podemos citar Amossy (2006) e Charaudeau (1992, 2000, 2004, 2008). De Aristóteles (2005) tomamos as noções de ethos, pathos e logos e de Charaudeau a noção de modo de organização descritivo do discurso (1992), visada discursiva (2004) e racionalização (2008). Com este trabalho, esperamos demonstrar como, em certos discursos, o religioso, o logos não é construído a partir de uma racionalidade lógica, mas por emoções do produtor do discurso, que levam a composição do logos.pt_BR
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