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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorSILVA, Lindomar de Jesus de Sousa-
dc.creatorMONTEIRO, Maurílio de Abreu-
dc.creatorBRAGA, Lilian Regina Furtado-
dc.creatorMIRANDA, Tânia Nazarena de Oliveira-
dc.date.accessioned2021-03-24T22:40:25Z-
dc.date.available2021-03-24T22:40:25Z-
dc.date.issued2020-12-
dc.identifier.citationSILVA, Lindomar de Jesus de Sousa et al. Uma perspectiva decolonial na abordagem da construção da resistência e mobilização das comunidades de Juruti Velho em face do advento da ALCOA em seu território, estado do Pará, Amazônia, Brasil. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 8, n. 3, p. 167-187, dez. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v8i3.9634. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13053. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13053-
dc.description.abstractThe communities of Juruti Velho, in western Pará, developed a process of resistance and mobilization in defense of their traditional and territorial rights in the face of the advent of the American mining company Aluminum Company of America (Alcoa), which intensified in the early 2000s. The process can be read from the perspective of decolonization, insofar as this process was triggered by the communities having as substrate the traditionality, the territory, the people-nature relationship and a socioeconomic mode not guided by the capitalist system. Resistance based on factors related to strategies for experiencing and overcoming personal and collective limitations: community organization and puxirum, in connection with a context marked by the validation of traditional and territorial rights in the citizen's constitution (1988), the ratification of Convention 169 of the ILO, of June 1989 and the Convention on Biological Diversity (CBD) and others that started to give security and legitimacy to the demands of the traditional Amazonian community, in particular. This article focuses on the process that supported the formation of resistance and mobilizations that led communities to sui generis victories in the history of relations between communities and large mining companies in the Amazon, in the period spanning 2000 to 2010. These communities obtained, from its organization, mobilizations and articulations, the condition of going from invisibility to the negotiating table with Alcoa, imposing the company and the state the recognition of its traditionality and its territorial rights, starting to participate in the mining results, with full autonomy over the management of the resources received by its own entity and the collective title of the PAE Juruti Velho, with the transfer by Incra of the Real Use of Rights Concession Contract (CCDRU). We conclude that this process constitutes an important example of resistance and confrontation with economic and political power, as well as the attempt to reconfigure the space and its interiorization of submission to a colonial model, that is, the action of the communities of Juruti Velho, inserts within a context of deconstruction of colonial knowledge and affirmation from a decolonial perspective.en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/9634pt_BR
dc.subjectComunidadept_BR
dc.subjectGrande Projetopt_BR
dc.subjectDecolonialpt_BR
dc.subjectCommunityen
dc.subjectGreat Projecten
dc.titleUma perspectiva decolonial na abordagem da construção da resistência e mobilização das comunidades de Juruti Velho em face do advento da ALCOA em seu território, estado do Pará, Amazônia, Brasilpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5391359850487191pt_BR
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dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7240072831515478pt_BR
dc.citation.volume8pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage167pt_BR
dcterms.citation.epage187pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/nra.v8i3.9634pt_BR
dc.description.resumoAs comunidades de Juruti Velho, no oeste paraense, desenvolveram um processo de resistência e mobilização em defesa dos seus direitos tradicionais e territoriais frente ao advento da mineradora norte-americana Aluminum Company of América (ALCOA). Esse processo pode ser lido na perspectiva da decolonização, na medida em que foi desencadeado pelas comunidades, tendo como substrato os direitos territoriais, a ancestralidade, a relação com natureza e um modo socioeconômico não orientado pelos valores da sociedade capitalista. A resistência ocorreu a partir da organização comunitária, do puxirum, e da conexão com um contexto marcado pela validação dos direitos tradicionais e territoriais na constituição cidadã (1988), na ratificação da Convenção 169 da OIT, de junho de 1989, e na Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB). O presente artigo foi baseado em pesquisa de campo e foca nos processos que conduziram essas comunidades a obterem da empresa e do Estado o reconhecimento da sua tradicionalidade e dos seus direitos territoriais, passando a participar dos resultados da lavra com autonomia, da gestão dos recursos recebidos pela sua própria entidade e da titulação coletiva do PAE Juruti Velho, com o repasse pelo Incra do Contrato de Concessão de Direito Real de Uso (CCDRU). Concluímos que esse processo constitui um importante exemplo de resistência ao poder econômico e político, como também a reconfiguração do espaço e sua interiorização da submissão a um modelo colonial. Juruti Velho insere-se dentro de um contexto de desconstrução de saberes coloniais e afirmação de uma perspectiva decolonial.pt_BR
dc.description.affiliationMONTEIRO, M. A.; BRAGA, L. R. F. Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-4816-486X-
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-0494-1751-
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-8596-6773-
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-7170-5126-
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