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Campo DCValorIdioma
dc.creatorPIMENTEL, Flávio Reginaldo-
dc.creatorPIMENTEL, Marcia Aparecida da Silva-
dc.date.accessioned2021-03-25T00:09:37Z-
dc.date.available2021-03-25T00:09:37Z-
dc.date.issued2020-12-
dc.identifier.citationPIMENTEL, Flávio Reginaldo; PIMENTEL, Márcia Aparecida da Silva. Territorialidades urbanas: a representação simbólica da cidade andina na literatura peruana. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 8, n. 3, p. 61-77, dez. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v8i3.9628 . Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13059. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13059-
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/XXXXpt_BR
dc.subjectTerritóriospt_BR
dc.subjectTerritorialidadespt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectCuscopt_BR
dc.titleTerritorialidades urbanas: a representação simbólica da cidade andina na literatura peruanapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7394882440341739pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1747249796812799pt_BR
dc.citation.volume8pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage61pt_BR
dcterms.citation.epage77pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/nra.v8i3.9628pt_BR
dc.description.resumoEste artigo tem como objetivo discutir as diversas territorialidades urbanas geradas a partir da representação simbólica da cidade de Cusco, localizada na Cordilheira dos Andes. Tem como foco principal a visão do narrador-personagem do romance Os rios profundos (1958), do escritor peruano José María Arguedas. Ernesto é um adolescente que chega a Cusco, em companhia de seu pai, e passa por um processo de múltiplos devires que o deslocam de sua territorialidade. A tradição e a modernidade, presentes nesse espaço urbano, fazem com que ele reflexione sobre o papel que a cidade cumpre na construção das múltiplas identidades geradas a partir de tal imbricamento. Ernesto vive conflitos, contradições e devaneios, que a todo momento o confrontam com a realidade a que está subordinada a população indígena na cidade. Há um processo de heterogeneidade e hibridismo cultural na narrativa, fazendo com que Ernesto fique constantemente dividido em um terreno movediço. Há uma interfase entre a literatura e a filosofia que acrescenta novos olhares aos estudos literários, a partir do conceito de território e territorialidades. A perspectiva teórica adotada é a de territorialização-desterritorialização-reterritorialização, definidas por Gilles Deleuze e Félix Guattari (1997). Tais conceitos aparecem nos escritos destes autores, em O Anti-Édipo (1972), e desdobrados, sobretudo, em Mil Platôs (1980) e O que é a filosofia? (1991).pt_BR
dc.description.resumenEste artículo tiene como objetivo discutir las distintas territorialidades urbanas generadas a partir de la representación simbólica de la ciudad del Cusco, ubicada en la Cordillera de los Andes. Su eje principal es la visión del personaje narrador de la novela Los ríos profundos (1958), del escritor peruano José María Arguedas. Ernesto es un adolescente que llega al Cusco, en compañía de su padre, y atraviesa un proceso de devenir múltiple, que lo desplaza de su territorialidad. La tradición y modernidad, presentes en este espacio urbano, le hace reflexionar sobre el papel que juega la ciudad en la construcción de las múltiples identidades generadas a partir de tal superposición. Ernesto vive conflictos, contradicciones y ensueños, que constantemente lo confrontan con la realidad a la que está subordinada la población indígena de la ciudad. Hay un proceso de heterogeneidad e hibridación cultural en la narrativa, que hace que Ernesto esté constantemente dividido en un terreno cambiante. Existe una interrelación entre literatura y filosofía, que aporta nuevas perspectivas a los estudios literarios, partiendo del concepto de territorio y territorialidades. La perspectiva teórica adoptada es la de territorialización-desterritorialización-reterritorialización, definida por Gilles Deleuze y Félix Guattari (1997). Tales conceptos aparecen en los escritos de estos autores, en O Anti-Édipo (1972), y se desarrollan, sobre todo, en Mil Platôs (1980) y O que é a filosofía? (1991).pt_BR
dc.description.affiliationPIMENTEL, M. A. S. Universidade Federal do Parápt_BR
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