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dc.creatorGOMES, Edson de Freitas-
dc.date.accessioned2021-04-07T17:58:17Z-
dc.date.available2021-04-07T17:58:17Z-
dc.date.issued2019-06-
dc.identifier.citationGOMES, Edson de Freitas. Os mẽbêngôkre de São Félix do Xingu. Margens, online, v. 13, n. 20, p. 128-142, jun. 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v13i20.9339. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13121. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13121-
dc.description.abstractThe aim of this work is to show how the process of historical formation of the Mẽbêngôkre, located in the South of Pará between the Xingu and Araguaia rivers, took place. The data collected for the study come from different bibliographical sources, such as PhD theses, master's dissertations, from the area of Linguistics and Anthropology; data from government agencies, ONGs and newspaper clippings, as well as reports of language speakers to the author in village conversations during the researcher's stays. Talking about the Mẽbêngôkre of São Felix do Xingu is a way of identifying them among the Mẽbêngôkre groups, located in the north of Mato Grosso, groups that like the Gorotire are called Kayapó, and the Xikrin, located in Parauapebas and Altamira, group that is not considered Kayapó, but it is Mẽbêngôkre; and some groups considered extinct as Iran'amrãire and Kararaô. There is mention of the pen
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2021-03-31T00:56:35Z No. of bitstreams: 2 Artigo_MẽbêngôkreXingu.pdf: 605105 bytes, checksum: b289a9a35bba8c71e89dbeb373f57ed4 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-04-07T17:58:17Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Artigo_MẽbêngôkreXingu.pdf: 605105 bytes, checksum: b289a9a35bba8c71e89dbeb373f57ed4 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2019-06en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/9339pt_BR
dc.subjectAldeiaspt_BR
dc.subjectPeríodo do ouro e da madeirapt_BR
dc.subjectReservas indígenaspt_BR
dc.subjectVillageen
dc.subjectPeriod of gold and wooden
dc.subjectIndian reservationsen
dc.titleOs mẽbêngôkre de São Félix do Xingupt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5130130582179483pt_BR
dc.citation.volume13pt_BR
dc.citation.issue20pt_BR
dc.citation.spage128pt_BR
dcterms.citation.epage142pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v13i20.9339pt_BR
dc.description.resumoO objetivo do trabalho é mostrar como aconteceu o processo de formação histórica dos Mẽbêngôkre, localizados no Sul do Pará entre os rios Xingu e Araguaia. Os dados coletados para o trabalho vêm de diferentes fontes bibliográficas, como teses de doutorado, dissertações de mestrado, da área de Linguística e de Antropologia; dados de órgãos governamentais, ONGs e recortes de jornais, além de relatos de falantes da língua para o autor nas conversas em aldeias, durante estadas do pesquisador. Falar sobre os Mẽbêngôkre de São Félix do Xingu é uma forma de identificá-los dentre os grupos Mẽbêngôkre, localizados no norte do Mato Grosso, grupos que assim como os Gorotire são chamados de Kayapó, e os Xikrin, localizados em Parauapebas e Altamira, grupo que não é considerado Kayapó, mas que é Mẽbêngôkre; e alguns grupos considerados extintos como o Irã’ãmrãire e Kararaô. Há a menção aos possíveis desdobramentos do contato com a sociedade branca.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Pará-
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