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dc.creatorEIRÓ, Luciana Guimarães-
dc.date.accessioned2022-05-17T14:39:12Z-
dc.date.available2022-05-17T14:39:12Z-
dc.date.issued2020-08-27-
dc.identifier.citationEIRÓ, Luciana Guimarães. Exposição ao MEHG provoca dano na medula espinhal: percepções a partir da análise proteômica e estresse oxidativo. Orientador: Rafael Rodrigues Lima. 2020. 74 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Saúde, Belém, 2020. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14286. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14286-
dc.description.abstractMethylmercury (MeHg) is considered by the World Health Organization as one of the chemicals of greatest public health concern. Thus, knowing the susceptibility of central nervous system regions and the absence of evidence about the effects on the spinal cord, this study aimed to investigate proteomic and biochemical changes in the spinal cord after MeHg long-term exposure at low doses. For this, male Wistar rats were exposed to a dose of 0.04 mg/kg/day by for 60 days. After that, the proteome was identified with subsequent overrepresentation analysis (ORA). For the oxidative biochemistry, the antioxidant (ACAP, TEAC, GSH) and pro-oxidants (LPO and nitrite ions) parameters were evaluated. The proteomic analysis showed several altered proteins that participate in biological processes, cellular components, and molecular functions. There was an increase in total mercury (Hg) levels in the spinal cord, as well as an increase in LPO and nitrite ions and a reduction in ACAP, TEAC and GSH. Therefore, exposure to low doses of MeHg can trigger oxidative stress associated with changes in the proteomic profile.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by João Paulo Pastana Neves (joaopastana@ufpa.br) on 2022-05-16T19:26:25Z No. of bitstreams: 1 Dissertacao_MehgDanoMedula.pdf: 1701706 bytes, checksum: 1b1944d79fe84b9482f77bacdd6829f9 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectMetilmercúriopt_BR
dc.subjectSistema nervoso centralpt_BR
dc.subjectMedula espinhalpt_BR
dc.subjectEstresse oxidativopt_BR
dc.subjectMethylmercurypt_BR
dc.subjectCentral nervous systempt_BR
dc.subjectSpinal cordpt_BR
dc.subjectOxidative stresspt_BR
dc.subjectMeHgpt_BR
dc.titleExposição ao MEHG provoca dano na medula espinhal: percepções a partir da análise proteômica e estresse oxidativopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Ciências da Saúdept_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::FARMACOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1LIMA, Rafael Rodrigues-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3512648574555468pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4701130163664150pt_BR
dc.description.resumoO metilmercúrio (MeHg) é considerado pela Organização Mundial da Saúde como um dos produtos químicos de maior preocupação de saúde pública. Assim, conhecendo a suscetibilidade das regiões do sistema nervoso central e a ausência de evidências sobre os efeitos na medula espinhal, este estudo teve como objetivo investigar mudanças proteômicas e bioquímicas na medula espinhal após a exposição prolongada do MeHg em doses baixas. Para isto, ratos Wistar machos foram expostos a uma dose de 0,04 mg/kg/dia por 60 dias. Depois disso, o proteoma foi identificado com posterior análise de sobre representação (ORA). Para a bioquímica oxidativa, os parâmetros antioxidantes (ACAP, TEAC, GSH) e pró-oxidantes (LPO e íons nitritos) foram avaliados. A análise proteômica mostrou várias proteínas alteradas que participam de processos biológicos, componentes celulares e funções moleculares. Houve um aumento nos níveis totais de mercúrio (Hg) na medula espinhal, assim como um aumento nos íons LPO e nitrito e uma redução nos parâmetros ACAP, TEAC e GSH. Portanto, a exposição a baixas doses de MeHg pode desencadear estresse oxidativo associado a mudanças no perfil proteômico.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticaspt_BR
dc.subject.linhadepesquisaAVALIAÇÃO BIOLÓGICA DE PRINCÍPIOS ATIVOS, NATURAIS E SINTÉTICOSpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoFÁRMACOS E MEDICAMENTOSpt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/ 0000-0002-8771-9784pt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/ 0000-0003-1486-4013pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações em Ciências Farmacêuticas (Mestrado) - PPGCF/ICS

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