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https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15621
Tipo: | Tese |
Data do documento: | 8-Fev-2023 |
Autor(es): | MARTÍNEZ, Alba Olinka Huerta |
Primeiro(a) Orientador(a): | CAMARGO, Giselle Guilhon Antunes |
Título: | Fandantologia: autoetnografia migrante de uma percussionista de pés |
Citar como: | MARTÍNEZ, Alba Olinka Huerta. Fandantologia: autoetnografia migrante de uma percussionista de pés. Orientadora: Giselle Guilhon Antunes Camargo. 2023. 82 f. Tese (Doutorado em Artes) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Arte, Belém, 2023. Disponível em:https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15621. Acesso em:. |
Resumo: | Ao aceitar o silêncio pandêmico, ou seja, aceitar ficar em casa sem poder sair ou viajar, suspender algumas atividades e enfrentar uma tragédia humanitária, foi necessário criar novas buscas e outras formas de pesquisa que me fizeram viajar de onde estava, e com o que tinha, abrigando-me em casa. Essas explorações e através de meu corpo, utilizando diferentes composições de fandango, fizeram-me viajar, e até mesmo migrar, cedendo à tragédia. E, mesmo com toda a vulnerabilidade que rodeava meu corpo por causa do vírus que também viajava e migrava, fui atravessada por outras identidades, outras terras, outras danças, outros movimentos, outras escutas e outros sons. Neste trabalho compartilho essa experiência migratória dentro de casa e como estrangeira no Brasil e, mais tarde, no México. É preciso dizer que esta experiência migratória não começou com a pandemia de Covid-19 e foi através da autoetnografia que consigo dar uma saída aos conhecimentos encarnados (tecnologias parafolclóricas) que me constituem, a fim de consolidar minhas abordagens junto ao conceito de migrações sonoro-corpóreas através do seminário ‘Del Fandango al cuerpo y de vuelta’ |
Resumen: | Al aceptar el silencio pandémico, es decir, aceptar quedarme en casa sin poder salir o viajar, suspender algunas actividades y enfrentar una tragedia humanitaria, fue necesario crear nuevas búsquedas y otras formas de investigación que me hicieron viajar desde donde estaba y con lo que tenía, resguardándome en casa. Estas exploraciones a través de mi cuerpo, utilizando diferentes composiciones de fandango, me hicieron viajar, e incluso migrar, doblegándome a la tragedia. Y, aun con toda la vulnerabilidad que rodeaba mi cuerpo por el virus que también viajaba y migraba, fui trastocada por otras identidades, otras tierras, otras danzas, otros movimientos, otras escuchas y otros sonidos. En este trabajo comparto esta experiencia migratoria en casa y como extranjera en Brasil y, posteriormente, en México. Es necesario decir que esta experiencia migratoria no comenzó con la pandemia de la Covid-19 y fue a través de la autoetnografía que logro darles una salida a los conocimientos encarnados (tecnologías parafolclóricas) que me constituyen, con el fin de consolidar mis abordajes junto al concepto migraciones sonoro – corpóreas a través del seminario ‘Del Fandango al cuerpo y de vuelta’. |
Palavras-chave: | Autoetnografia Arte - Processo Criativo Corpo COVID-19 Migrações sonoro-corpóreas |
Área de Concentração: | ARTES |
Linha de Pesquisa: | TEORIAS E INTERFACES EPISTÊMICAS EM ARTES |
CNPq: | CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTES |
País: | Brasil |
Instituição: | Universidade Federal do Pará |
Sigla da Instituição: | UFPA |
Instituto: | Instituto de Ciências da Arte |
Programa: | Programa de Pós-Graduação em Artes |
Tipo de Acesso: | Acesso Aberto Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil |
Fonte: | 1 CD-ROM |
Aparece nas coleções: | Teses em Artes (Doutorado) - PPGARTES/ICA |
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Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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