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Tipo: Dissertação
Data do documento: 2009
Autor(es): CARNEIRO, Aldair José Dias
Primeiro(a) Orientador(a): FARIAS, William Gaia
Título: Castanheiros, agricultores e índios: conflitos pelos usos da terra em castanhais do médio Tocantins (1948-1980)
Citar como: CARNEIRO, Aldair José Dias. Castanheiros, agricultores e índios: conflitos pelos usos da terra em castanhais do médio Tocantins (1948-1980). 2009. 139 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Pará, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Belém, 2009. Programa de Pós-Graduação em História.
Resumo: O trabalho em questão procura atentar para os simbolismos que os castanhais do Médio Tocantins adquiriram no decorrer de mais de meio século de ocupação, desde pelo menos 1892, sobretudo nos limites que constituíram os municípios de Marabá e Itupiranga, no Pará. Para uns, as terras de castanhais não passaram de fontes de renda, importantes vias de lucros, motivos que levaram às sucessivas apropriações dos espaços e dos produtos oriundos da floresta, principalmente por fazendeiros, comerciantes de castanhas e representantes municipais. Para outros, tornaram-se espaços inerentes à vida, e cujo próprio meio natural se revelou a essência da produção cultural, no caso dos agricultores tradicionalmente instalados em pequenos povoados e localidades isoladas que adequaram tradições aos meios ocupados e desenvolveram pequenas agriculturas, valendo-se de produtos da floresta como complemento para suas subsistências. Com base em fontes escritas e análise da memória acerca dos castanhais médio-tocantinos, além da leitura do seu espaço, essa pesquisa procurou interrogar vários desses sujeitos, destacando o período entre 1948 e 1980, com a finalidade de visualizar as causas e consequências desse antagonismo de ideias e pontos de vista relacionados aos modos de lidar com a terra e com os recursos disponibilizados por ela.
Abstract: This paper pays attention for the symbolisms that the grows of chestnut trees from the Medium Tocantins acquired during more than a half century of occupation since, at least, 1892, mainly on the limits from the towns of Marabá and Itupiranga/Pará. For someones, the groves of chestnut trees lands were only sources of income, important way to profit. Those were the motives because the land and the forest products were succesfully appropriated, mainly by ranchers, sellers of chest nuts and municipal representatives. Fore others they constituted inerent spaces for life and which natural environment revelated an essence of a cultural production as the case of the familiar farmers tradicionally installed on little villages and isolated localities. Those adequated traditions on the occupied spaces and developed small agricultures taking as a base forest products as a complement for their subsistences. Embased by written resources and analyzing the memory about the grows of chestnut trees from the medium Tocantins detached the period between 1948 and 1980, with the purpose to visualize the causes and consequences from this antagonism of ideas and points of view relating them with the ways of dealing with the soil and the resources got available by them.
Palavras-chave: Marabá - PA
Itupiranga - PA
Pará - Estado
Amazônia brasileira
História social
História - Séc. XX
Uso do solo
Conflito agrário
CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA::HISTORIA DO BRASIL::HISTORIA REGIONAL DO BRASIL
País: Brasil
Instituição: Universidade Federal do Pará
Sigla da Instituição: UFPA
Instituto: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Programa: Programa de Pós-Graduação em História
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Aparece nas coleções:Dissertações em História (Mestrado) - PPHIST/IFCH

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