Nem heróis, nem vilões: o lugar dos diretores de povoações nas dinâmicas de transgressão à lei do diretório dos índios (1757-1798)

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01-06-2016

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Contido em

Revista de História (São Paulo)

Citar como

COELHO, Mauro Cezar; MELO, Vinícius Zúniga. Nem heróis, nem vilões: o lugar dos diretores de povoações nas dinâmicas de transgressão à lei do diretório dos índios (1757-1798). Revista de História (São Paulo), São Paulo, n. 174, p. 101-129, jan./jun. 2016. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rh/n174/2316-9141-rh-174-00101.pdf>. Acesso em: 23 fev. 2017. <http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2016.115846>.

DOI

Este trabalho tem por objetivo melhor compreender a atuação dos diretores de povoações - agentes responsáveis pela tutela dos indígenas aldeados durante a vigência do Diretório dos Índios. Destacaremos duas questões. Primeira: o universo socioeconômico dos diretores em seus locais de trabalho, as povoações de índios. Segunda: o caráter histórico, e não moral, das transgressões cometidas por esses sujeitos. Tal objetivo se deve ao fato de considerarmos limitada a única visão formulada pela historiografia em relação aos diretores: agentes que, em razão de suas ações, foram decisivos para o fracasso do Diretório.

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Palavras-chave

Diretório dos índiosPovos indígenasDiretores de povoaçõesTransgressãoHistoriografiaAspecto econômicoAspecto social

Área de concentração

Linha de pesquisa

CNPq

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

Sigla(s) da(s) Instituição(ões)

UFPA

Instituto

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