O pai da horda e o supereu: de um prenúncio da instância

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01-12-2016

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Psicologia USP

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LIMA, Alan Souza; SOUZA, Maurício Rodrigues. O pai da horda e o supereu: de um prenúncio da instância. Psicologia USP, online, v. 27, n. 3, p. 420-428, dez. 2016. DOI: https://doi.org/10.1590/0103-656420150131. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9352. Acesso em:.

DOI

10.1590/0103-656420150131
Este artigo desenvolve reflexões que visam evidenciar o lugar de destaque da obra Totem e Tabu no corpo teórico da psicanálise. Utiliza-se então a noção de supereu, que reconhecemos enquanto exemplo profícuo deste “poder heurístico” de Totem e Tabu para suscitar desenvolvimentos sobre a cultura, clínica e teoria psicanalítica. O supereu consiste numa noção importante da teoria psicanalítica mesmo antes de sua formulação enquanto instância psíquica; trata-se de um elemento conceitual em constante trabalho de elaboração. Por conseguinte, acentua o aspecto equívoco de tal conceito, pois consiste em uma noção atravessada por paradoxos. Por fim, utiliza a obra O Eu e o Isso enquanto outro polo desta empreitada, pois é nessa obra que o supereu é enfim nomeado e designado como instância psíquica. Ressalta-se aqui o aspecto paradoxal do supereu de poder ser referido ao lugar do pai no mito freudiano da horda primitiva.

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Brasil

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Universidade de São Paulo

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USP

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http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-65642016000300420&lng=pt&nrm=iso