Massacre e resistência Kaiowá e Guarani: interrogações às psicologias nos traçados do intolerável

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01-01-2013

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Psicologia: Ciência e Profissão

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LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina Gomes. Massacre e resistência Kaiowá e Guarani: interrogações às psicologias nos traçados do intolerável. Psicologia: Ciência e Profissão, Brasília, v. 33, n. 4, p. 976-987, 2013. Disponível em: <http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9355>. Acesso em:.

DOI

http://dx.doi.org/10.1590/S1414-98932013000400015
Neste artigo, problematizamos o acontecimento massacre e a resistência dos povos indígenas Kaiowá e Guarani às práticas racistas de biopoder que são empreendidas, tendo em vista a garantia do território e da sua terra sagrada. Nos estudos de Michel Foucault, encontramos algumas ferramentas históricas e políticas que nos auxiliam a pensar sobre essa situação e a interrogá-la no presente. O racismo parece estar sustentando tal realidade e a cumplicidade com o genocídio que está sendo feita, pois há demora em realizar a demarcação, negligência diante dos apelos desses povos, que já aconteceram de várias maneiras. A resistência desses povos interpela as práticas psicológicas, para que não sejam acionadas como dispositivos de normalização etnocidas pautados pela pacificação, que nega as dissidências, ou pela patologização, que nega a diversidade da vida como biopotência.

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Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

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http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932013000400015&lng=pt&nrm=iso