Validação e replicabilidade de medidas acelerométricas para identificação das fases do salto de contramovimento

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20-09-2023

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Dias, Efraim Alexandre Barreto. Validação e replicabilidade de medidas acelerométricas para identificação das fases do salto de contramovimento. Orientador: Givago da Silva Souza. 2023. 42 f. Dissertação (Mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, Ano de defesa. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18680. Acesso em: .

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Atualmente, as técnicas utilizadas na análise do movimento têm evoluído quanto ao armazenamento e processamentos de dados, indispensáveis para compreensão de parâmetros do movimento. No estudo do movimento, o salto vertical, está presente em diversas modalidades esportivas. Nesse sentido, a avaliação do salto tem sido classicamente realizada utilizando plataforma de força. Contudo, a plataforma de força apresenta um alto custo e por esse motivo, novas possiblidades têm sido levantadas para tentar baratear a avaliação do salto. Uma delas são as unidades de medição inerciais, como os acelerômetros comerciais, denominados de sensores inerciais, capazes de analisar o movimento e poder descrever o movimento. O objetivo desta dissertação é avaliar a validação e replicabilidade de um acelerômetro comercial para medir os intervalos relacionados com as fases do salto vertical de contramovimento (CMJ). Foram avaliados 15 participantes com idade entre 18-40 anos. O teste consistiu na execução do salto vertical de contramovimento, analisados em sensores inerciais e plataforma de força. Através da plataforma de força foram identificadas as fases do CMJ. Através do sensor inercial foi buscado identificar os componentes transitórios acelero métricos que possam ser usados para identificar as fases do salto determinadas pela plataforma de força. Para cada componente transitório acelero métrico, foi identificado quanto tempo deste componente. Foi usada análise de Bland-Altman e correlação linear para validar os resultados obtidos com o acelerômetro e o coeficiente de correlação intraclasse para avaliar a replicabilidade da plataforma e do acelerômetro para realizar as medidas relacionadas às fases do CMJ. Foi observado que houve alta correlação entre as medidas acelerométricas e da plataforma de força, no entanto houve um viés significativo para a medida de duração do tempo de voo medido pelo acelerômetro, sendo este mais longo que o medido pela plataforma de força. Ambos os equipamentos apresentaram moderada a alta replicabilidade para todas as medidas realizadas. O acelerômetro mostrou-se um equipamento válido e replicável para a identificação das diferentes fases do CMJ.

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Brasil

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