A semovência da poesia da Amazônia

Imagem de Miniatura

Tipo

Data

24-08-2023

Grau

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Tema

Eixo temático

Tipo de acesso

Acesso AbertoAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalaccess-logo

Contido em

Citar como

PANTOJA, Roberta Isabelle Bonfim. A semovência da poesia da Amazônia. Orientador: Luís Heleno Montoril del Castilo. 2023. 111 f. Tese (Doutorado em Letras) - Programa de Pós-Graduação em Letras, Instituto de Letras e Comunicação, Universidade Federal do Pará, Belém, 2023. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18877. Acesso em:.

DOI

A poesia não se fixa, atravessa e é atravessada pelos movimentos dos textos e das culturas, desliza pela e com as Artes Plásticas, Literatura, Música e Cênicas. Como condição de sua existência, o homem usa a linguagem como instrumento mágico para expressão de suas subjetividades. A poesia semove as palavras grávidas de sentido, transfigura o mundo. Pensar esse movimento é observar como a poesia figura socialmente na história de um espaço-tempo, as diferentes maneiras em que se manifesta. Nesse trajeto, não é possível traçar corpo fixo da palavra semovente, tampouco se pode discernir onde termina seu movimento. Contínuo. Em cada um de seus suportes a poesia se expressa de modo completo. E em cada um está presente todos os outros. Na letra enformada na página há a voz que se repete, circula e desdobra. A relação voz-letra tende a e se distende em letra-voz, e se fortifica segundo um movimento sustentado em si mesmo. Isso justifica esta tese, de uma Semovência como forma de persistência de uma poesia, que divide nessas formas sua matéria em voz de um lado e letra de outro, como pares e não opostos. Esta tese se compõe de seções semoventes em que o gênero ensaio prevalece sobre a metodologia monografada. Seu corpus vem de poemas de Max Martins, Paes Loureiro, Vicente Franz Cecim e Bruno de Menezes. Reside também fora do escrito, em Semovência gravada disponível em um link, e de ensaios fotográficos assumidos como escritura. Para pensar esta tese, vemos e ouvimos as palavras que ressoam dos estudos de Paul Zumthor (1993), (2010), (2014), Octavio Paz (2012), (2018) e Gaston Bachelard (1986), (2001), (2018).

browse.metadata.ispartofseries

Área de concentração

País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

Sigla(s) da(s) Instituição(ões)

UFPA

item.page.isbn

Fonte

1 CD-ROM

item.page.dc.location.country

Fonte URI

Disponível na internet via correio eletrônico: bibletras@ufpa.br