“Aqui foi o primeiro espaço onde eu pude respirar” Ambiente Nutridor e Diversidade Sexual: Vivências de pessoas Lésbicas, Gays e Bissexuais na Universidade Federal do Pará

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27-06-2025

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FERREIRA, Vinícius Cutrim. “Aqui foi o primeiro espaço onde eu pude respirar” Ambiente Nutridor e Diversidade Sexual: Vivências de pessoas Lésbicas, Gays e Bissexuais na Universidade Federal do Pará. Orientador: Aline Beckmann de Castro Menezes. 2025. 135 f. Dissertação (Mestrado em Teoria e Pesquisa do Comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18054. Acesso em:.

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A permanência de estudantes Lésbicas, Gays e Bissexuais no ensino superior é atravessada por estigmas e omissões institucionais, que comprometem a qualidade da vivência acadêmica. Mesmo com avanços no acesso, condições equitativas de desenvolvimento subjetivo e social ainda não são garantidas a corpos que fogem a norma. Ao mesmo tempo, a universidade pode representar um espaço fértil de autoconhecimento, pertencimento e encontro com outros que compartilham vivências. Este estudo teve como objetivo avaliar a Universidade Federal do Pará enquanto um ambiente nutridor para pessoas lésbicas, gays e bissexuais, à luz do conceito de Ambiente Nutridor, que compreende quatro dimensões: minimização de condições tóxicas, promoção de práticas pró- sociais, limitação de influências adversas e incentivo à busca por valores e flexibilidade psicológica. Adotou-se uma abordagem qualitativa, com delineamento exploratório e estudo de caso, por meio de entrevistas semiestruturadas com 16 estudantes de graduação de cursos diversos. A análise de conteúdo orientou a categorização dos relatos em três eixos: questões gerais, diversidade sexual e interseccionalidades. Os resultados revelam tanto fragilidades institucionais, como sobrecarga, silêncio curricular e insuficiência de apoio, quanto potencialidades, como espaços de acolhimento entre pares e experiências de fortalecimento identitário. Conclui-se que universidades podem promover justiça e pertencimento, desde que se comprometam com mudanças estruturais e sensíveis às realidades dissidentes.

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País

Brasil

Instituição(ões)

Universidade Federal do Pará

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UFPA

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https://www.ppgtpc.propesp.ufpa.br/index.php/br/teses-e-dissertacoes/dissertacoes/3815-2025