Treme treme treme: ativismo e representatividade na construção de narrativas de empoderamento feminino por ativistas digitais negras na Amazônia

dc.contributor.advisor1BRITO, Rosaly de Seixas
dc.contributor.memberBRITO, Rosaly de Seixas
dc.contributor.memberCAL, Danila Gentil Rodriguez
dc.contributor.memberAMORAS, Maria do Socorro Rayol
dc.contributor.member1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4471773526594200
dc.contributor.member1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4593992869253877
dc.contributor.member1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4427101624225075
dc.contributor.member1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0000-0000-0000
dc.contributor.member1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-3243-8368
dc.contributor.member1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0000-0000-0000
dc.creatorVIEIRA, Amanda Karoline Pimentel
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3547588137920844
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-1955-6909
dc.date.accessioned2026-09-21T13:02:08Z
dc.date.available2026-09-21T13:02:08Z
dc.date.issued2024-04-02
dc.description.resumoPropomos nesta pesquisa analisar o challenge, desafio virtual nas redes sociais, sob o aspecto social e político. O desafio que ensejou este estudo é o challenge Treme treme treme, voltado a exaltar a negritude amazônica no Instagram. Trata se de uma versão amazônica do desafio virtual chamado Don’t rush challenge, cujo objetivo é valorizar a beleza preta, bem como promover o empoderamento de mulheres negras, em busca de representatividade e aceitação social e de si mesmas. Postulamos, aqui, o papel das mulheres que protagonizam o desafio como ativistas, por abordarem em suas postagens narrativas que envolvem, para além da valorização da beleza preta, elementos que contribuem para confrontar o racismo estrutural vigente na sociedade brasileira. Atraem, dessa maneira, a atenção de seus seguidores para esse tema e suas implicações. Pretendemos investigar, por meio do challenge Tremme Treme Treme, como as produções midiáticas de ativistas no Instagram perante os preconceitos vivenciados diariamente por mulheres negras ressignificam o papel das redes digitais e podem constituir um importante instrumento na luta pelo empoderamento feminino. Aquino (2009) nos permite pensar o desafio virtual como uma nova forma de ativismo, graças à sua capacidade de gerar uma ação conectiva, no sentido que lhe é atribuído por Prudencio (2018). É notável o entrelaçamento entre o ativismo e os conceitos de participação, conectividade, subversão, bem como a ausência dos limites entre físico e virtual (MALINI E ANTOUN, 2013). Considerando o ambiente midiatizado, ou o bios midiático (SODRÉ, 2010), analisamos os relatos de si apresentados no desafio virtual sob a ótica da narrativa, partindo do pressuposto de que é por meio da narração que se constroem identidades, assim como realizamos entrevistas com as participantes e com as espectadoras do challenge. A pesquisa se desenvolve sob a perspectiva da teoria feminista negra e das narrativas de si, base para a análise das experiências individuais apresentadas no desafio. A pesquisa parte do pressuposto de que as mídias digitais não devem ser vistas como mero instrumento ou ferramenta, e sim como um ambiente no qual, ao interagirmos, construímos laços e podemos participar de alguns debates cruciais na sociedade contemporânea, como é o caso do objeto de estudo deste trabalho. É perceptível também que a valorização da beleza preta em si não é suficiente para empoderar um indivíduo, principalmente se não estiver atrelada a uma consciência crítica racial. Postulamos que a confrontação e rupturas com a matriz moderno-colonial, numa perspectiva antirracista e decolonial, são fundamentais para a reafirmação da identidade negra. O challenge contribui, nesse sentido, na formação de uma consciência crítica racial ao promover uma reflexão acerca da autoaceitação da beleza negra
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.citationVIEIRA, Amanda Karoline Pimentel. Treme treme treme: ativismo e representatividade na construção de narrativas de empoderamento feminino por ativistas digitais negras na Amazônia. Orientadora: Rosaly de Seixas Brito. 2024. 123 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação, Cultura e Amazônia) - Instituto de Letras e Comunicação, Universidade Federal do Pará, Belém, 2024. Disponível em: ttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18757. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/18757
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Letras e Comunicaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Comunicação, Cultura e Amazôniapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internationalen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.source.uriDisponível na internet via correio eletrônico: bibletras@ufpa.br
dc.subjectAtivismo digital
dc.subjectRepresentatividade
dc.subjectNarrativas de si
dc.subjectBeleza negra
dc.subjectAmazônia
dc.subject.areadeconcentracaoCOMUNICAÇÃOpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::COMUNICACAOpt_BR
dc.subject.linhadepesquisaCOMUNICAÇÃO, CULTURA E SOCIALIDADES NA AMAZÔNIA
dc.titleTreme treme treme: ativismo e representatividade na construção de narrativas de empoderamento feminino por ativistas digitais negras na Amazônia
dc.typeDissertaçãopt_BR

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