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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorLIMA JÚNIOR, Walmir de Jesus Sousa-
dc.date.accessioned2019-02-18T17:45:24Z-
dc.date.available2019-02-18T17:45:24Z-
dc.date.issued2016-09-27-
dc.identifier.citationLIMA JUNIOR, Walmir de Jesus Sousa. Impacto do último máximo glacial pleistocênico na vegetação de Humaitá, Amazonas. Orientador: Marcelo Cancela Lisboa Cohen. 2016. 68 f. Dissertação (Mestrado em Geologia e Geoquímica) – Instituto de Geociências, Universidade Federal do Pará. Belém, 2016. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10640. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/10640-
dc.description.abstractThe amount of pollen data recovered from the sedimentary record of western Amazonia is still far from adequate to fully approach climate changes in this region over the Last Glacial period. In the present work, vegetation dynamics of western Amazonia during the past 42000 cal yr BP is analyzed in the context of previous and new pollen data. Two sediment cores were sampled from fluvial terraces of the Madeira River, a major southern Amazonian tributary. The study sites are covered by tropical rainforest vegetation. The sedimentary deposits consist mostly of massive sand, heterolithic bedded sand/mud as well as either laminated or massive mud. These deposits were formed under reducing and low energy conditions in an abandoned fluvial channel/lake environment. Such depositional setting favored the preservation of a pollen community suggestive of arboreous taxa common to the modern Amazonian rainforest mixed with herbaceous vegetation. Pollen analysis also recorded a significant proportion of cold-adapted Andean tree species, represented by Alnus (0-20%), Hedyosmum (1-15%), Podocarpus (0-5%), Illex (1-11%) and Weinmannia (0-1%) at least between > 42,000 cal yr BP and 10,300 cal yr BP. During the Holocene, only pollen representative of herbs and modern Amazon vegetation persisted. This new pollen record confirm previous multiple proxies analyzes of two sediment cores sampled also from Humaitá region, where a significant plant population, at present restricted to Andean areas located at altitudes higher than 2000 - 3000 m, in areas of the Amazonia lowland toward the onset, and probably, during the Last Glacial Maximum.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Amanda Garcia Gomes (amandagarcia.biblio2015@gmail.com) on 2019-02-18T12:19:18Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Disertacao_ImpactoUltimoMaximo.pdf: 2380472 bytes, checksum: b55e239371d7950cc0d1e749fd9617f1 (MD5)en
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dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectHolocenopt_BR
dc.subjectPalinologia - Humaitá (AM)pt_BR
dc.subjectMudanças climáticas - Humaitá (AM)pt_BR
dc.titleImpacto do último máximo glacial pleistocênico na vegetação de Humaitá, Amazonaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIA::SEDIMENTOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1COHEN, Marcelo Cancela Lisboa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8809787145146228pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8957050286282183pt_BR
dc.description.resumoA busca por novos fatos que solucionem as incógnitas relacionadas às variações climáticas e da vegetação que ocorreram durante o Último Máximo Glacial (UMG) na região da Floresta Amazônica brasileira ainda impulsionam muitos pesquisadores (Hoorn & Wessilingh, 2011; Maslin et al., 2012; Cheng, 2013; Rull, 2013; Cohen et al., 2014; Guimarães et al., 2016), essa temática vem sendo abordada pela comunidade científica há algumas décadas (Irion, 1982; Salati & Vose, 1984; Salo, 1987), ainda assim, lacunas sobre a evolução dessa floresta para este intervalo de tempo necessitam de mais detalhamento. Durante o UMG ocorreram significativas mudanças climáticas globais (Zhang, 2014; Wang et al., 2014; Jasechko et al., 2015; Tallavaara et al., 2015; Eaves et al., 2016; Werner et al.,, 2016), sendo os impactos registrados para região amazônica fortes indicadores das bruscas reduções nas taxas pluviométricas, as quais alcançaram valores até 55% menores que os atuais, variando entre 500 e 1500 mm (van der Hammen & Absy, 1994; van der Hammnen & Hooghiemstra, 2000). Essa diminuição no volume de chuvas, combinada com decréscimos na temperatura e o estresse hídrico nas vegetações típicas de floresta equatorial úmida, devido as baixas concentrações de CO2 atmosféricos (Mayle et al., 2004), pode ter favorecido a expansão das savanas (Haffer & Prance, 2001; Beerling & Mayle, 2006), reduzindo assim a área dessa floresta em até 14 % abaixo dos valores atuais (Mayle et al. 2009). Essas teorias são confrontadas por Wilson et al. (2011), que após analisarem isótopos de oxigênio, identificaram um considerável aumento nas taxas pluviométricas sobre a Bacia Amazônia. O fato de haverem muitas controvérsias a respeito dos padrões de temperatura e umidade para o UMG (Conlivaux et al., 2000; Conlivaux et al., 2001; Salo, 1987), apesar de alguns modelos climáticos sugerirem um acentuado decréscimo em termos de temperatura para as regiões tropicais durante esse período (Webb et al., 1997; Ganopolski et al., 1998; Gasse e Van Campo, 1998; Stute & Talma, 1998), motivaram Cruz et al. (2005) a estabelecer que houve oscilações da temperatura para esse intervalo de tempo, e não uma queda contínua. Os valores propostos, de um modo geral, não apresentam um denominador comum, onde para a pesquisa CLIMAP (1976) a temperatura diminuiu cerca 2°C, enquanto para (Van der Hammen & Hooghiemstra 2000; D'Apolito et al., 2013; Cohen et al., 2014) a queda foi de 4-6°C, numa outra perspectiva Thompson et al. (1995) propõe até 12°C abaixo dos padrões atuais. O mesmo debate pode ser estendido para a umidade, cujos questionamentos são se houve um clima mais frio e úmido ou mais frio e árido, onde Van der Hammen & Hooghiemstra (2000), Mayle et al. (2004), Maslin et al. (2011), argumentaram sobre condições mais áridas durante o UMG que o presente, posteriormente D'Apolito et al. (2013) afirmou que a conclusão de (Colinvaux et al., 1996, Colinvaux & De Oliveira, 2001; de Bush et al., 2004) a respeito de um clima frio e úmido foi baseada em interpretações imprecisas de registros sedimentares datados de aproximadamente 21.000 anos AP da Colina de Seis Lagos no noroeste do Brasil, sugerindo que na realidade o clima teria sido frio e árido. Entretanto, Mosblech et al.(2012) afirmam que no decorrer dos últimos 94.000 anos a Amazônia não passou por períodos áridos prolongados, confirmando o exposto por Bush et al. (2002) que sugeriram a predominância de umidades elevadas, até maiores que atual (Baker, 2001). Para Cheng et al. (2013) que analisaram isótopos de oxigênio em espeleotemas as alterações foram mais sutis, com aumento da umidade no oeste da Amazônia, enquanto as condições mais áridas prevaleceram na Amazônia oriental, em comparação com o final do Holoceno. Guimarães et al. (2014) resume que a confiabilidade e precisão da inferência sobre esse debate ainda permanece em grande parte limitado. Registros palinológicos do Lago Calado, referentes ao UMG, indicam uma área influenciada por flutuações do nível de água do sistema de drenagem amazônica, incluindo um intervalo de tempo onde o gênero Mauritia foi mais abundante (Behling et al., 2001), o que reflete um período de umidade elevada. A identificação de Podocarpus nos sedimentos Quaternários de aproximadamente 15.000 anos AP da Lagoa de Caco (Ledru et al. 2001), conduziu esses autores a interpretarem condições mais frias e úmidas na floresta amazônica. Os dados aqui expressos tem por finalidade expandir o conhecimento a respeito da dinâmica vegetacional ocorrida ao longo do UMG na região de Humaitá-Am, situada nas terras baixas da Amazônia Ocidental, de onde foram retirados dois testemunhos sedimentares das margens do Rio Madeira, maior afluente do Rio Amazonas e um dos maiores em extensão do mundo, utilizando para isso ferramentas multidisciplinares, tais como a análise polínica, fácies sedimentares e datação por radiocarbono. Com isso, contribuir para a afirmativa sobre períodos mais frios durante o Pleistoceno tardio e quentes para o Holoceno.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímicapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaGEOLOGIA E GEOQUÍMICA MARINHA E COSTEIRApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoGEOLOGIApt_BR
Aparece en las colecciones: Dissertações em Geologia e Geoquímica (Mestrado) - PPGG/IG

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