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Campo DCValorIdioma
dc.creatorOLIVEIRA, Francisco Pereira de-
dc.creatorSOUZA, Gamaliel Tarsos de-
dc.creatorSILVA, Klayton Luiz Campelo-
dc.creatorFERNANDES, Marcus Emanuel Barroncas-
dc.date.accessioned2020-09-09T11:32:00Z-
dc.date.available2020-09-09T11:32:00Z-
dc.date.issued2019-12-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Francisco Pereira de et al. Os saberes tradicionais dos pescadores de caranguejo-uçá e o manguezal: o caso de Tamatateua Bragança - Pará, costa Amazônica brasileira. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 7, n. 3, p. 109-128, dez. 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v7i3.7938. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12581. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12581-
dc.description.abstractThis study focuses on the empirical knowledge and environmental perceptions of Uçá crab (Ucides cordatus) fishermen from the Tamatateua region, municipality of Bragança, northeast of Pará. The main objective is to describe the fishermen's traditional knowledge on this resource focusing on the ecological knowledge from their perceptions and close relationship with the mangrove ecosystem. used the qualitative research approach, in which the technique and the research instrument were carried out using interviews from a questionnaire designed with semi-structured questions, respectively. Data collection took place between 2017 and 2018, with 14 (fourteen) fishermen of Uçá crab, aged between 22 and 62 years, in which the analytical process made use of content analysis. The results demonstrate that the fishermen have elaborated ecological knowledge about the Uçá crab specimen, as well as the natural and environmental phenomena. They perceive the connection between the human being and the mangrove as a synonym of food, marketing, culture, religiosity, among others, which, in some way, directly influence the knowledge passed on from generation to generation through non-formal and informal education. It was also found that the management of the Uçá crab resource is due to the learning process that occurs daily between kinship (father, son, grandson, uncles and others), as well as in the process and socialization (sharing) between friends of the “ mangrove". On the other hand, it was identified that even using predatory practices and arts, such as the hook, the fishermen recognize them as such, but reveal the idea of maintaining the resource when arguing about the respect in the reproduction periods of the specimen.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2020-09-01T15:32:59Z No. of bitstreams: 2 Artigo_SaberesTradicionaisPescadores.pdf: 700220 bytes, checksum: 6cfc683b3ae8af9e700d755b8eb449d9 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2020-09-09T11:31:59Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Artigo_SaberesTradicionaisPescadores.pdf: 700220 bytes, checksum: 6cfc683b3ae8af9e700d755b8eb449d9 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-09-09T11:32:00Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Artigo_SaberesTradicionaisPescadores.pdf: 700220 bytes, checksum: 6cfc683b3ae8af9e700d755b8eb449d9 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2019-12en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/7938pt_BR
dc.subjectManguezalpt_BR
dc.subjectCaranguejo-uçápt_BR
dc.subjectSaberes da pescapt_BR
dc.subjectPercepçãopt_BR
dc.subjectMangroveen
dc.subjectUçá craben
dc.subjectFishing knowledgeen
dc.subjectPerceptionen
dc.titleOs saberes tradicionais dos pescadores de caranguejo-uçá e o manguezal: o caso de Tamatateua Bragança - Pará, costa Amazônica brasileirapt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6672819410146078pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8841331560160206pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2072316783052138pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8943067124521530pt_BR
dc.citation.volume7pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage109pt_BR
dcterms.citation.epage128pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/nra.v7i3.7938pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo enfoca o saber empírico e as percepções ambientais dos pescadores de caranguejouçá (Ucides cordatus) da região de Tamatateua, município de Bragança, nordeste do Pará. Visa descrever os saberes tradicionais dos pescadores deste recurso com enfoque no conhecimento ecológico a partir de suas percepções e estreita relação com o ecossistema manguezal. Fez-se uso da abordagem qualitativa de pesquisa, em que a técnica e o instrumento de pesquisa transitaram com o uso de entrevistas a partir de um questionário elaborado com perguntas semiestruturadas, respectivamente. A coleta de dados ocorreu entre os anos de 2017 e 2018, com 14 (quatorze) pescadores de caranguejo-uçá, com idade que variaram entre 22 e 62 anos, em que o processo analítico fez uso da análise de conteúdo. Os resultados demonstram que os pescadores possuem saberes ecológicos elaborados sobre o espécime caranguejo-uçá, assim como dos fenômenos naturais e ambientais. Percebem a conexão entre o ser humano e o manguezal como sinônimo de alimentação, comercialização, cultura, religiosidade, dentre outros, o que, de alguma forma, influencia diretamente nos saberes repassados de geração a geração por meio da educação não formal e informal. Constatouse, ainda, que o manejo do recurso caranguejo-uçá se deve ao processo de aprendizagem ocorrido cotidianamente entre o parentesco (pai, filho, neto, tios e outros), assim como no processo e socialização (partilha) entre amigos do “manguezal”. Doutro lado, identificou-se que mesmo utilizando-se de práticas e artes predatórias, como o gancho, os pescadores as reconhecem como tal, porém revelam a ideia de manutenção do recurso quando argumentam o respeito nos períodos de reprodução do espécime.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-1327-8362pt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0009-0000-2008-7893pt_BR
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