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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSARAIVA, Marcia Pires-
dc.date.accessioned2020-09-26T01:26:54Z-
dc.date.available2020-09-26T01:26:54Z-
dc.date.issued2007-
dc.identifier.citationSARAIVA, Marcia Pires. As mulheres Juruna no movimento indígena em Altamira no Pará. Margens, online, v. 3, n. 4, p. 71-87, 2007. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v3i4.2938. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12677. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12677-
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/2938pt_BR
dc.subjectMulherespt_BR
dc.subjectIndígenapt_BR
dc.subjectAltamirapt_BR
dc.titleAs mulheres Juruna no movimento indígena em Altamira no Parápt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3064554699344680pt_BR
dc.citation.volume3pt_BR
dc.citation.issue4pt_BR
dc.citation.spage71pt_BR
dcterms.citation.epage87pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v3i4.2938pt_BR
dc.description.resumoO movimento indígena em Altamira tem como caracterísitcas predominante a presença das mulheres indígenas. Este artigo aborda a participação as índias da etnia Juruna. Essas índias, de maneira inovadora, cantam e declamam a história dos seus antepassados e de suas experiências recentes em versos de cordel. Desse modo, tem conseguido chamar a atenção para existência do grupo neste espaço. Um dos temas recente nesses versos diz respeito as águas do rio Xingu. Este não é apenas o cenário de suas histórias, mas expressa a vivência do grupo com suas andanças, ponto de morada, locais míticos, enfim o seu mundo, demonstrando o quanto a identidade Juruna está articiulada ao Xingue à suas paisagens. Desse modo, as Juruna compreendem que defender o Xingu é defender a vida. Não somos ressurgidos, somos resistentes à violência e à discriminação. O índio era privdo, a gente não podia falar. Nós não tinha voz e nen vez. A gente tinha até medo de dizer que era índio. Agora... nós estamos na democracia, estamos livres psra voar (Cândida Juruna, 60 anos, liderança citadina, 10-05-2004, depoimento).pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
Aparece nas coleções:Artigos - Margens/UFPA

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