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dc.creatorBAHIA, Emídio Júnior Santos-
dc.date.accessioned2020-11-19T17:25:16Z-
dc.date.available2020-11-19T17:25:16Z-
dc.date.issued2014-08-
dc.identifier.citationBAHIA, Emídio Júnior Santos. Mas afinal, o que é mesmo universal?: sobre o entre-lugar da literatura (da cultura) da Amazônia em tempos de culturas híbridas. Margens, online, v. 8, n. 11, p. 234-253, ago. 2014. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v8i11.3252. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12857. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12857-
dc.description.abstractThe object of this work is discuss the universal / local dichotomy in the literature (culture) of the Amazon, constitutive of a large miscegenation process which gives life and form to the symbolic process, reaffirming the idea that the Amazonian culture is a universal culture for being hybrid, even though marginalized. The objective of this work is to analyze under the scope of Néstor Canclini, Goethe, and Faustino among others, that the literature (culture) of Amazon presents a systematics of cultural interchange. The methodology chosen in order to comprehend is the descriptive-comparative method. The results show us that the miscegenation resulting from the Amazonian social formation, which transits between a modern and a traditional culture, reflects on the symbolic production of the region; and that the productions that propose a cultural interchange can be considered, according to Goethe: Universal. And much of what is considered universal, is not more than imitation of other symbolic processes, overcoming or diluting them.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2020-11-18T22:20:25Z No. of bitstreams: 1 Artigo_AfinalUniversalSobre.pdf: 212171 bytes, checksum: 7fe9af8b2108e8ddd318aa1905a32e8b (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-11-19T17:25:16Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Artigo_AfinalUniversalSobre.pdf: 212171 bytes, checksum: 7fe9af8b2108e8ddd318aa1905a32e8b (MD5) Previous issue date: 2014-08en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/3252pt_BR
dc.subjectLiteratura (cultura) da Amazôniapt_BR
dc.subjectUniversal-Localpt_BR
dc.subjectCulturas híbridaspt_BR
dc.subjectCultura de margempt_BR
dc.subjectLiterature (culture) of the Amazonen
dc.subjectHybrid culturesen
dc.subjectMarginal cultureen
dc.titleMas afinal, o que é mesmo universal?: sobre o entre-lugar da literatura (da cultura) da Amazônia em tempos de culturas híbridaspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2309998773838222pt_BR
dc.citation.volume8pt_BR
dc.citation.issue11pt_BR
dc.citation.spage234pt_BR
dcterms.citation.epage253pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v8i11.3252pt_BR
dc.description.resumoO objeto desse trabalho é discutir a dicotomia universal/local na literatura (na cultura) da Amazônia, constitutiva de um processo amplo de miscigenação que dá forma e vida aos processos simbólicos, ratificando a ideia de que a cultura amazônica é uma cultura universal por ser híbrida, mesmo sendo marginalizada. O objetivo desse trabalho é analisar sob a ótica de Néstor Canclini, Goethe, Faustino dentre outros, que a literatura (cultura) da Amazônia apresenta uma sistemática de intercâmbio cultural. A metodologia utilizada para a compreensão é o método comparativo-descritivo. Os resultados mostram-nos que a miscigenação resultante da formação social amazônica, que transita entre uma cultura moderna e uma tradicional, reflete-se na produção simbólica da região, que as produções que propõem um intercâmbio cultural podem ser consideradas, segundo a ótica de Goethe, universais, mas que muito do considerado universal não mais é do que imitação de outros processos simbólicos, superando-os ou diluindo-os.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigos - Margens/UFPA

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