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dc.creatorSILVA JÚNIOR, Mauro Dias-
dc.date.accessioned2020-11-24T22:15:34Z-
dc.date.available2020-11-24T22:15:34Z-
dc.date.issued2014-08-29-
dc.identifier.citationSILVA JÚNIOR, Mauro Dias. Interpersonal factors of human social networks. Orientadora: Regina Célia Souza Brito. 2014. 124 f. Tese (Doutorado em Teoria e Pesquisa do comportamento) - Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento, Universidade Federal do Pará, Belém, 2014. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12881. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12881-
dc.description.abstractAccording to the Social Brain Hypothesis (S.B. H.), social networks are a specific level of analysis of social behavior in which the individual on spot has a set of social contacts, with whom he/she interacts regularly and consistently, and with whom he/she exchanges personal information. Although, H.C.S. and other theoretical perspectives are engaged to investigate a similar set of variables on social networks, this similarity did not lead to a consensus on the definition of this term. Given this theoretical and methodological diversity, we conducted three studies in order to elucidate this phenomenon, since the available instruments can so far not be accurate enough to define it accurately. Thus, we discuss and propose that these variables can be understood as three types of interpersonal factors (factors of the Ego, the Alter, and Context). The presence/ absence of each of these categories produces a unique setting in social networks, which, however, it seems to have a common bias on the peculiar way humans to bond and establish interpersonal relationships. This underlying nature is considered human psychology, or the "Ego", an unconscious agent who actively choose their social contacts and decide how to invest his/her time and bonding. This "Ego" has a neural basis, particularly the neocortex, whose volume is correlated with the size of human and non-human social groups. We also examined how the "Ego" shows a distinct preference for maternal relatives over other types of relatives. This preference changes according to individuals’ lifespan, but on the other hand was less sensitive to cultural aspects. Finally, we found that the higher/lower frequency of relatives and friends in social networks depends on the order in which thexii section of each social group is presented in the questionnaires. Furthermore, the listing order in which participants described their social contacts depended on the emotional closeness to each social contact. We concluded that methodological decisions can affect the way we define the networks size and composition, and therefore, improvements are required to define the concept of social networks more accurately. The set of results was interpreted according to the S.B.H. and the Evolutionary Psychology, which both understand this psychological agent as a product of evolution, which interacts with the current environment, the features that were selected in the evolutionary past of our species.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Murilo Araújo (muriloh2636@gmail.com) on 2020-11-05T12:26:45Z No. of bitstreams: 2 Tese_InterpersonalFactorsHuman.pdf: 1376876 bytes, checksum: 9341488fe176ec8484f3e890b33613d9 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2020-11-24T22:15:34Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Tese_InterpersonalFactorsHuman.pdf: 1376876 bytes, checksum: 9341488fe176ec8484f3e890b33613d9 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2014-08-29en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectRelações humanaspt_BR
dc.subjectRedes sociais - aspectos psicológicospt_BR
dc.subjectAvaliação de comportamentopt_BR
dc.subjectRedes sociaispt_BR
dc.subjectFatores interpessoaispt_BR
dc.subjectLinhagens maternaspt_BR
dc.subjectRedes de parentescopt_BR
dc.subjectRedes de amizadept_BR
dc.titleInterpersonal factors of human social networkspt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentNúcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamentopt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1BRITO, Regina Célia Souza-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5576436464955236pt_BR
dc.contributor.advisor-co1DUNBAR, Robin Ian MacDonald-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2665950726942083pt_BR
dc.description.resumoRedes sociais, segundo a Hipótese do Cérebro Social (H.C.S.), respondem a um nível de análise do comportamento social, no qual o individuo em questão apresenta um conjunto de contatos sociais, com os quais interage de maneira regular e consistente, e com os quais troca informações pessoais. Embora, a H.C.S. e outras perspectivas teóricas se dediquem a investigar um conjunto semelhante de variáveis relacionadas às redes sociais, essa similaridade não permitiu um consenso sobre a definição deste termo. Em virtude dessa diversidade teórica e metodológica conduzimos três estudos com o intuito de elucidar o fenômeno investigado, uma vez que os instrumentos disponíveis podem não ser suficientemente precisos para definirmos tão fenômeno. Desta forma, discutimos e propomos que as variáveis envolvidas no estudo das redes sociais humanas, podem ser entendidas como fatores interpessoais de três tipos (fatores do Eu, do Contato e do Contexto). A maior presença/ausência de cada uma destas categorias produz uma configuração única nas redes sociais, que, no entanto, parece possuir um viés comum relativo ao modo particularmente humano de se vincular e de estabelecer relacionamentos interpessoais. Esta natureza subjacente é considerada a psicologia humana, ou o “Eu”, um agente inconsciente que ativamente escolhe seus contatos sociais e decide como investir seu tempo e emoção. Este “Eu” possui uma base neural, particularmente o neocórtex, cujo volume está correlacionado com o tamanho dos grupos sociais humanos e não humanos. Foi investigado também como o “Eu” demonstra uma preferência distinta pelos seusx parentes maternos sobre os demais tipos de parentes. Tal preferência demonstrou ser suscetível ao ciclo de vida das pessoas, por outro lado sendo menos sensível aos aspectos culturais. Finalmente, encontramos que a maior/menor frequência de parentes e amigos nas redes sociais depende da ordem com a qual a seção de cada grupo social é apresentada nos questionários. Além disso, a ordem na qual os respondentes listam seus contatos sociais depende da proximidade emocional com cada um deles. Concluímos que decisões metodológicas podem interferir no modo como definimos o tamanho e composição dessas redes, e que, portanto, aprimoramentos precisam ser realizados para definirmos o conceito de redes sociais de maneira mais precisa. O conjunto de resultados é interpretado segundo a H.C.S. e a Psicologia Evolucionista, que dão suporte para compreender esse agente psicológico como um produto da evolução, que interage com o ambiente atual, as características que foram selecionadas no passado evolutivo da nossa espécie.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Teoria e Pesquisa do Comportamentopt_BR
dc.subject.linhadepesquisaECOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANOpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoECOETOLOGIApt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0001-8544-4468pt_BR
Aparece nas coleções:Teses em Teoria e Pesquisa do Comportamento (Doutorado) - PPGTPC/NTPC

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