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dc.creatorSILVA, Marley Antonia Silva da-
dc.date.accessioned2020-11-25T17:59:28Z-
dc.date.available2020-11-25T17:59:28Z-
dc.date.issued2015-06-
dc.identifier.citationSILVA, Marley Antonia Silva da. O tráfico de africanos na Amazônia colonial: abordagens historiográficas. Margens, online, v. 9, n. 12, p. 270-288, jun. 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v9i12.3076. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12882. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/12882-
dc.description.abstractThis paper discusses the perception of historiography about the tra" cking of enslaved Africans to the Grand Para and Rio Negro. From the productions analyzed was evident in some studies that the African presence was in second place, on the grounds that the captaincy (Grão-Pará) o# ered restrictive conditions to the entry of the captive black. Among the recurring elements impeding the work is, the poverty of the inhabitants, abundance of skilled indigenous manpower, the inconsistency of agrarian enterprises (no plantation) and the “inability of tra" cking”. However, local culture is evident in the strong presence of African elements, hence the need for scholars seeking to justify the reasons that made possible the entry of these in the region. Said the native indolence, the con ict between religious and residents because the domain of the latter, the debate on the legitimacy of slavery and enslavement of indigenous epidemics, the Brazilian experience, the di" culties of boarding, the resistance of the Gentile, the indigenous law among others, are reasons that help to explain and understand the African presence in the Amazon Colonial . New approaches, there is already clear that one can’t think the African presence in the Amazon Colonial in a strictly economic perspective, the region and has had speci cities, think African slavery in the region implies launching new looks about the same.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2020-11-24T21:34:45Z No. of bitstreams: 2 Artigo_TraficosAfricanosAmazonia.pdf: 292477 bytes, checksum: 3a9c222f17efcb4cd8cd16e9245a1d41 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2020-11-25T17:59:27Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Artigo_TraficosAfricanosAmazonia.pdf: 292477 bytes, checksum: 3a9c222f17efcb4cd8cd16e9245a1d41 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/3076pt_BR
dc.subjectTráficopt_BR
dc.subjectEscravopt_BR
dc.subjectAmazônia colôniapt_BR
dc.subjectTraffickingen
dc.subjectSlavesen
dc.subjectAmazon colonialen
dc.titleO tráfico de africanos na Amazônia colonial: abordagens historiográficaspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5606035817544471pt_BR
dc.citation.volume9pt_BR
dc.citation.issue12pt_BR
dc.citation.spage270pt_BR
dcterms.citation.epage288pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v9i12.3076pt_BR
dc.description.resumoOs estudos sobre escravidão africana são volumosos na historiografia brasileira. É indubitável a relevância da obra de Gilberto Freyre, publicada em 1933, na qual a escravidão no Brasil foi caracterizada pela brandura entre senhores e escravos. Além disso, a obra sistematiza o que depois será chamado de democracia racial, questão que, aliás, causou dissenso e contestação nas décadas posteriores . De acordo com Stuart Schwartz (2001, p. 23), o trabalho do sociólogo pernambucano foi um marco na interpretação histórica do Brasil, considerando que foi depois de Casa Grande e Senzala que a escravidão e o negro passaram a ter papel fundamental na narrativa histórica do Brasil. Entretanto, a escravidão é uma questão ampla que abrange uma série de temas e métodos. No Brasil, as pesquisas sobre tal temática têm avançado e se refinado bastante. O estudo sobre o tráfico de africanos é uma das temáticas sobre a qual têm se debruçado muitos estudiosos, e cada vez mais novos métodos, fontes e teorias têm ampliado o debate sobre o trânsito de homens cativos de África para o Brasil . Cientes de que outros trabalhos já se ocuparam de maneira eficiente do debate historiografia sobre a escravidão e suas muitas dimensões no Brasil, neste espaço nossa atenção se volta para debates historiográficos mais específicos. Nosso intuito nas linhas que seguem é identi ficar a percepção da historiografia que versa sobre o tráfico de africanospt_BR
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