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dc.creatorPINTO, Rosane Castro-
dc.creatorSARMENTO-PANTOJA, Carlos Augusto Nascimento-
dc.date.accessioned2021-03-01T18:20:08Z-
dc.date.available2021-03-01T18:20:08Z-
dc.date.issued2015-12-
dc.identifier.citationPINTO, Rosane Castro; PANTOJA, Augusto Sarmento. Aspectos resistentes e performáticos nas tragédias medeia, Electra e as Troianas de Eurípedes. Margens, online, v. 9, n. 13, p. 224-236, dez. 2015. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v9i13.2696. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12905. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/12905-
dc.description.abstractThis paper presents a study of the tragedies Medea, Electra and The Trojans of Euripides, in which we discuss how the performance and endurance is. We will concentrate on analyzing the female characters the tragic elements and how the narrative is important for understanding the categories violence, memory and oblivion. To understand the theories related to performance, endurance and trauma will use the texts of authors like Jorge Glusberg (1980) which ensures the performance one related to delirium, manifested through the unconscious performer desire, because "the resulting speech is close to delirium and also, truth that is always raving "(Glusberg 1980, p.124). As Sarmento-Pantoja, which states that, the performance can also be considered as a performance built by the characters, "for us this performance can be critical to understand what we call suffering performance" (SARMENTO-PANTOJA, 2002 p.23). Alfredo Bosi notes that resistance is "opposing force itself to external forces" (BOSI, 2002, p. 118) in which we understand as opposition forces that conflict with each other.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2020-11-27T22:30:00Z No. of bitstreams: 2 Artigo_AspectosResistentePerfomaticos.pdf: 407299 bytes, checksum: 66be0e9bf2828f64d880ab88bfa9a25e (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/2696pt_BR
dc.subjectTragédiapt_BR
dc.subjectResistênciapt_BR
dc.subjectPerformancept_BR
dc.subjectPersonagens femininaspt_BR
dc.subjectTragedypt_BR
dc.subjectResistancept_BR
dc.subjectPerformancept_BR
dc.subjectFemale characterspt_BR
dc.titleAspectos resistentes e performáticos nas tragédias medeia, Electra e as Troianas de Eurípedesen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8964195467816303pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3263239932031945pt_BR
dc.citation.volume9pt_BR
dc.citation.issue13pt_BR
dc.citation.spage224pt_BR
dcterms.citation.epage236pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v9i13.2696pt_BR
dc.description.resumoEste artigo propõe um estudo das tragédias Medeia, Electra e as Troianas, de Eurípides, nas quais discutiremos como se dá a performance e a resistência. Deternos-emos em analisar as personagens femininas, os elementos do trágico e de que maneira a narrativa é importante para a compreensão das categorias violência, memória e esquecimento. Para compreendermos as teorias relacionadas à performance, resistência e trauma utilizaremos os textos de autores como Jorge Glusberg (1980) que assegura à performance um relacionamento com o delírio, manifestado através do desejo inconsciente do performer, pois “o discurso resultante é próximo do delírio e, também, da verdade que é sempre delirante” (GLUSBERG, 1980, p.124). Assim como Sarmento-Pantoja o qual afirma que a performance também pode ser considerada como um desempenho construído pelas personagens, “para nós este desempenho pode ser fundamental para compreendermos o que chamamos de performance do sofrimento” (SARMENTOPANTOJA, 2002 p.23). Alfredo Bosi observa que resistir é “opor a força própria à força alheia” (BOSI, 2002, p. 118) no qual compreendemos como oposição de forças que conflitam entre si.pt_BR
dc.description.affiliationUFPA - Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/pt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-0552-4295pt_BR
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