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dc.creatorPICANÇO, Miguel de Nazaré Brito-
dc.date.accessioned2021-03-16T13:54:12Z-
dc.date.available2021-03-16T13:54:12Z-
dc.date.issued2020-09-
dc.identifier.citationPICANÇO, Miguel de Nazaré Brito. A farinha d’água de Bragança: sua rota turística e seu processo de patrimonialização. Nova Revista Amazônica, Bragança, v. 8, n. 2, p. 141-157, set. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/nra.v8i2.9379. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13010. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2318-1346pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13010-
dc.description.abstractThe objective of this article is to describe and analyze the experiences and practices of Bragança flour producers and other exogenous subjects in the Bragantine context, who have elevated cassava and its flour to the city's food heritage, providing them in spectacular contexts such as: television programs and festivals. Data from this study were collected in field trips from 2017 to 2018, but also results from collections from secondary sources such as newspapers, websites and television and indicate that Bragança's water flour is in a moderate but continuous process of patrimonialization.en
dc.description.provenanceSubmitted by Larissa Santos (larissasilvasantos1307@gmail.com) on 2021-03-11T00:02:38Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Artigo_FarinhaAguaBraganca.pdf: 1673038 bytes, checksum: bf84c5c61261bc001df3a1ccac56569e (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-03-16T13:54:12Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Artigo_FarinhaAguaBraganca.pdf: 1673038 bytes, checksum: bf84c5c61261bc001df3a1ccac56569e (MD5) Previous issue date: 2020-09en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofNova Revista Amazônicapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/nra/article/view/9379pt_BR
dc.subjectPatrimônio alimentarpt_BR
dc.subjectMandiocapt_BR
dc.subjectFestivalpt_BR
dc.subjectTurismopt_BR
dc.subjectFood patrimonyen
dc.subjectCassavaen
dc.subjectTourismen
dc.titleA farinha d’água de Bragança: sua rota turística e seu processo de patrimonializaçãopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4489977476724659pt_BR
dc.citation.volume8pt_BR
dc.citation.issue2pt_BR
dc.citation.spage141pt_BR
dcterms.citation.epage157pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/nra.v8i2.9379pt_BR
dc.description.resumoO artigo objetiva descrever e analisar as experiências e as práticas de produtores de farinha d‟água de Bragança e de outros sujeitos exógenos ao contexto bragantino, que têm levado a mandioca e sua farinha à condição de patrimônio alimentar da cidade, dispondo-as em contextos espetaculares, tais como: programas de televisão e festivais. Os dados deste estudo foram coletados em incursões a campo de 2017 a 2018, mas também resulta de coletas em fontes secundárias, bem como de jornais, sites e televisão, e indicam que a farinha d‟água de Bragança encontra-se em um comedido, porém, contínuo processo de patrimonialização.pt_BR
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