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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorFORMIGOSA, Marcos Marques-
dc.creatorGIONGO, Ieda Maria-
dc.date.accessioned2021-04-16T21:54:29Z-
dc.date.available2021-04-16T21:54:29Z-
dc.date.issued2019-12-
dc.identifier.citationFORMIGOSA, Marcos Marques; GIONGO, Ieda Maria. As práticas etnomatemáticas de alunos ribeirinhos do rio Xingu como sinais de resistência à Hidrelétrica Belo Monte. Margens, online, v. 13, n. 21, p. 124-139, dez. 2019. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v13i21.9560. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13152. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13152-
dc.description.abstractThe research in progress problematizes the forms of resistance, from the perspective of Ethnomathematics, of riverside students from the Xingu River in front of the implementation of Belo Monte. Part of the contributions of Wittgenstein, in his work of maturity, and his intertwining with ideas of Foucault. On the one hand, the first problematizes the language games generated in the different forms of life, pointing to the existence of family similarities between school mathematical models and those developed by riverside students. On the other hand, some notions of Foucault allow us to understand the regimes of truth present in the school, which marginalize other knowledge. The expected results, from the immersion in the field, should point to the forms of resistance of the riverside dwellers, present in their mathematical language games arising from their daily practices and in the permanence of the riverside dwellers in the place, from the maintenance of the school as a guarantee access to education as a right.en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttps://periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/9560pt_BR
dc.subjectMatemáticapt_BR
dc.subjectRibeirinhospt_BR
dc.subjectWittgensteinpt_BR
dc.subjectFoucaultpt_BR
dc.subjectMathematics-
dc.subjectRiverside-
dc.titleAs práticas etnomatemáticas de alunos ribeirinhos do rio Xingu como sinais de resistência à Hidrelétrica Belo Montept_BR
dc.title.alternativeEthnomatematic practices of ribeirinhos students from rio Xingu as signs of resistance to Belo Monte Hydroelectricen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0734899288695479pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2757706066808127pt_BR
dc.citation.volume13pt_BR
dc.citation.issue21pt_BR
dc.citation.spage124pt_BR
dcterms.citation.epage139pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/rmi.v13i21.9560pt_BR
dc.description.resumoA pesquisa em andamento problematiza as formas de resistências, pelo prisma da Etnomatemática, de alunos ribeirinhos do Rio Xingu frente à implementação de Belo Monte. Parte dos contributos de Wittgenstein, em sua obra da maturidade, e seus entrecruzamentos com as ideias de Foucault. Por um lado, o primeiro problematiza os jogos de linguagem gerados nas distintas formas de vida, apontando para a existência de semelhanças de famílias entre os modelos matemáticos escolares e aqueles desenvolvidos por alunos ribeirinhos. Por outro, algumas noções de Foucault nos permitem entender os regimes de verdade presentes na escola, que marginalizam outros saberes. Os resultados esperados, a partir da imersão no campo, devem apontar para as formas de resistência dos ribeirinhos, presentes nos seus jogos de linguagem matemáticos oriundos das suas práticas cotidianas e na própria permanência dos ribeirinhos no local, a partir da manutenção da escola enquanto garantia de acesso à educação como direito.pt_BR
dc.description.affiliationFORMIGOSA, M. M. Universidade Federal do Parápt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0001-6279-1459pt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-1696-0642-
Aparece en las colecciones: Artigos - Margens/UFPA

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