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dc.creatorFERREIRA, Marcus dos Reis-
dc.date.accessioned2021-04-22T21:06:40Z-
dc.date.available2021-04-22T21:06:40Z-
dc.date.issued2020-06-07-
dc.identifier.citationFERREIRA, Marcus dos Reis. “No meu sangue corre as águas desse mar”: o movimento do bloco Pretinhos do Mangue, Curuçá-PA, Amazônia. Orientadora: Gisela Macambira Villacorta. 2019. 171 f. Dissertação (Mestrado em Estudos Antrópicos na Amazônia) - Campus Universitário de Castanhal, Universidade Federal do Pará, Castanhal, 2020. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13177. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13177-
dc.description.abstractThis research seeks to discuss about the idea of nature produced by the playful people from the “Pretinhos do Mangue” block, in Curuçá County-Region of the Salgado Paraense. To carry out this discussion, I start with the theoretical guidelines of Environmental History (ARNOLD, 2000; PÁDUA, 2010; WORSTER, 2015) and Anthropology (CSORDAS, 2008; INGOLD, 2015). And, in this perspective, ethnography was used as a way to experience the ways of dwell in the environment, which are present in the block parade, at Carnival (FABIAN, 2013; SALDI; WAGNER, 2013; PEIRANO, 2014; INGOLD, 2015). During this period, the interlocutors aim to present the main non-humans who inhabit the city environment, and, as well, to enunciate the day by day of the artisanal fisherman. And these perceptual experiences of the “salgado” from Pará are materialized through their allegories: the “Caranguejo”, the “Guará”, the “Ostra” and the “Barraca do Avoado”. However, it is the use of “mud” (“tijuco” and “tabatinga”) that has attracted the most attention from the “playful”, because for them the mud-in-body manifests the “ecological” experience and the idea of “nature preservation". In this context, the media began to publicize this experience with the mangrove swamp, which started to promote more and more tourists to participate in the block. With that, it is noticed that the playful-curuçaenses seek to take the life of the "salgado" paraense to their parade, in order to "show" this experience to "all" who visit the Curuçá Carnival. Thus, the mud of the mangrove swamp and the allegories are not simply accessories used by the playful-curuçaenses, since they present their ideas of nature, at the “Pretinhos do Mangue” parade.en
dc.description.provenanceSubmitted by Camila Brito (camilabrito@ufpa.br) on 2021-04-22T21:06:24Z No. of bitstreams: 1 Dissertacao_MeuSangueCorre.pdf: 12215295 bytes, checksum: 8518743ab0f5a39fafda8badca8fff52 (MD5)en
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dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-04-22T21:06:40Z (GMT). No. of bitstreams: 1 Dissertacao_MeuSangueCorre.pdf: 12215295 bytes, checksum: 8518743ab0f5a39fafda8badca8fff52 (MD5) Previous issue date: 2020-06-07en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.source.uriDisponível via internet no e-mail: bibufpacastanhal@gmail.compt_BR
dc.subjectNaturezapt_BR
dc.subjectMeio ambientept_BR
dc.subjectCarnavalpt_BR
dc.subjectVigia (PA)pt_BR
dc.subjectNatureen
dc.subjectEnvironmenten
dc.subjectCarnivalen
dc.title“No meu sangue corre as águas desse mar”: o movimento do bloco Pretinhos do Mangue, Curuçá-PA, Amazôniapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCampus Universitário de Castanhalpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANASpt_BR
dc.contributor.advisor1VILLACORTA, Gisela Macambira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4673875521234184pt_BR
dc.contributor.advisor-co1FURTADO, Lourdes de Fátima Gonçalves-
dc.contributor.advisor-co1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1828475659148260pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9349654864089313pt_BR
dc.description.resumoEsta pesquisa busca discutir sobre a ideia de natureza produzida pelos brincantes-curuçaenses do bloco “Pretinhos do Mangue”, no Município de Curuçá – Região do Salgado Paraense. Para realizar essa discussão, parto das orientações teóricas da História Ambiental (ARNOLD, 2000; PÁDUA, 2010; WORSTER, 2015) e da Antropologia (CSORDAS, 2008; INGOLD, 2015). E, nessa perspectiva, a etnografia foi utilizada como caminho para experimentar as formas de habitar o ambiente, que estão presentes no desfile do bloco, no Carnaval (FABIAN, 2013; SALDI; WAGNER, 2013; PEIRANO, 2014; INGOLD, 2015). Nesse período, os interlocutores buscam apresentar os principais não humanos que habitam o ambiente da cidade e, também, enunciar o dia-a-dia do pescador artesanal. E essas experiênciasperceptivas do “salgado” paraense são materializadas por meio das suas alegorias: o “Caranguejo”, o “Guará”, a “Ostra” e a “Barraca do Avoado”. Contudo, é o uso da “lama” (“tijuco”e “tabatinga”) que tem chamado mais atenção dos “brincantes”, já que para eles a lama-no-corpo manifesta a experiência “ecológica” e a ideia de “preservação da natureza”. Nesse contexto, os meios de comunicação começaram a divulgar essa experiência com o manguezal que, por sua vez, passou a fomentar cada vez mais o deslocamento de turistas para participar do bloco. Com isso, nota-se que os brincantes-curuçaenses buscam levar a vida do “salgado” paraense para o seu desfile, a fim de “mostrar” essa experiência para “todos” que visitam o Carnaval de Curuçá. Assim, a lama do manguezal e as alegorias não são simples acessórios utilizados pelos brincantes-curuçaenses, uma vez que eles apresentam as suas ideias de natureza, no desfile do Pretinhos do Mangue.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Antrópicos na Amazôniapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaAMBIENTES, SAÚDE E PRÁTICAS CULTURAISpt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoESTUDOS ANTRÓPICOSpt_BR
dc.contributor.advisor-co1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-5243-4607pt_BR
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