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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorRAFAGNIN, Maritânia Salete Salvi-
dc.creatorSILVA, Tiago Lemões da-
dc.date.accessioned2021-04-27T13:03:25Z-
dc.date.available2021-04-27T13:03:25Z-
dc.date.issued2020-12-
dc.identifier.citationRAFAGNIN, Maritânia Salete Salvi; LEMÕES, Tiago. Colonialidade, gênero e mercado de trabalho: um diálogo entre a biopolítica e a necropolítica. Margens, online, v. 14, n. 23, p. 121-136, dez. 2020. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/mri.v14i23.9141. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13193. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/13193-
dc.description.abstractA reading of the working class in the modern-colonial context is made using the categories of Foucault's biopolitics and Mbembe's necropolitics. Such categories are used as a methodology for analyzing phenomena on the periphery of capitalism. The results show that the production of values has always been related to live work, however, with the advent of productive restructuring, based on flexible accumulation, companies have discarded labor (now under capitalism), in addition to the fact of the workers who kept their jobs, started to accumulate several functions. Therefore, it was identified that the precariousness of life has affected the working class, which is increasingly subjected to new forms of exploitation of the workforce, with formal workers in the biopolitics and informal workers in the necropolitics. This is because, the standard that governs capitalist society is based on the exchange values of goods, therefore, the subject not inserted in this process, is unnecessary for the system.en
dc.description.provenanceSubmitted by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2021-04-26T19:09:36Z No. of bitstreams: 1 9141-32281-1-PB.pdf: 485265 bytes, checksum: a7f7ab425acea110f487367c78f3e4dc (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2021-04-27T13:03:25Z (GMT) No. of bitstreams: 1 9141-32281-1-PB.pdf: 485265 bytes, checksum: a7f7ab425acea110f487367c78f3e4dc (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2021-04-27T13:03:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 9141-32281-1-PB.pdf: 485265 bytes, checksum: a7f7ab425acea110f487367c78f3e4dc (MD5) Previous issue date: 2020-12en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/-
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/9141pt_BR
dc.subjectClasse trabalhadorapt_BR
dc.subjectBiopolíticapt_BR
dc.subjectNecropolíticapt_BR
dc.subjectWorking classen
dc.subjectBiopoliticsen
dc.subjectNecropoliticsen
dc.titleColonialidade, gênero e mercado de trabalho: um diálogo entre a biopolítica e a necropolíticapt_BR
dc.title.alternativeColoniality, gender and labor market: a dialogue between biopolitics and necropoliticsen
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1116548226411417pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4116641667253729pt_BR
dc.citation.volume14pt_BR
dc.citation.issue23pt_BR
dc.citation.spage121pt_BR
dcterms.citation.epage136pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/mri.v14i23.9141pt_BR
dc.description.resumoFaz-se uma leitura da classe trabalhadora no contexto moderno-colonial utilizando-se das categorias da biopolítica de Foucault e necropolítica de Mbembe. Tais categorias são utilizadas como metodologia de análise dos fenômenos na periferia do capitalismo. Os resultados demonstram que, a produção de valores sempre foi relacionada ao trabalho vivo, contudo, com o advento da reestruturação produtiva, baseada na acumulação flexível, as empresas, descartaram a mão-de-obra (agora sobrante ao capitalismo), além do fato dos trabalhadores que mantiveram seus empregos, passaram a acumular diversas funções. Portanto, identificou-se que a precarização da vida tem incidido sobre a classe trabalhadora, submetida, cada vez mais, a novas formas de exploração da força de trabalho, sendo que na biopolítica inserem-se os trabalhadores formais e na necropolítica, os informais. Isso porque, o padrão que rege a sociedade capitalista é baseado nos valores de troca de mercadorias, logo, o sujeito não inserido nesse processo, é desnecessário para o sistema.pt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0003-0120-522Xpt_BR
dc.creator.ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-3538-3414pt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos - Margens/UFPA

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