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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorPEREIRA, Joselaine Raquel da Silva-
dc.date.accessioned2022-04-04T13:54:26Z-
dc.date.available2022-04-04T13:54:26Z-
dc.date.issued2021-06-
dc.identifier.citationPEREIRA, Joselaine Raquel da Silva. Movimento de mulheres do Xingu (MMX). Margens, online, v. 15, n. 24, p.123-135, jun. 2021. DOI: http://dx.doi.org/10.18542/rmi.v15i24.10040. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14094. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn1982-5374pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14094-
dc.description.abstractThis article deals with the Xingu Women's Movement (XWM) as a form of resistance by Xingu women against various forms of intersectional violence to which they are subjected, presenting itself as an insurgent movement that seeks to occupy the decision-making spaces within and outside their communities. My objective is to demonstrate how their speeches and actions are aligned with a project of a more balanced society between men and women and human beings and nature (the concept of good living), through an analysis of several audiovisual materials together with a bibliographic review on themes of gender and ecology, resorting to the use of interviews and quotations as methods of exemplifying the cosmovisions and cosmopractices of the original women, and finally, I present this praxis as a model of collective interepistemological resistance against capitalist and individualistic “dis-involvement”.en
dc.description.provenanceSubmitted by Jhovana Miranda (jhovanamiranda.jm@gmail.com) on 2022-04-04T13:15:13Z No. of bitstreams: 2 Artigo_MovimentoMulheresXingu.pdf: 838251 bytes, checksum: 223a50055b4023bd717d215502d73ad3 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Edisangela Bastos (edisangela@ufpa.br) on 2022-04-04T13:54:25Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Artigo_MovimentoMulheresXingu.pdf: 838251 bytes, checksum: 223a50055b4023bd717d215502d73ad3 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-04-04T13:54:26Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Artigo_MovimentoMulheresXingu.pdf: 838251 bytes, checksum: 223a50055b4023bd717d215502d73ad3 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2021-06en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofMargenspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/*
dc.source.urihttps://www.periodicos.ufpa.br/index.php/revistamargens/article/view/10040pt_BR
dc.subjectMulheres indígenaspt_BR
dc.subjectTerritório Indígena do Xingupt_BR
dc.subjectResistências coletivaspt_BR
dc.subjectInterepistemologiaspt_BR
dc.subjectBem viverpt_BR
dc.subjectIndigenous womenpt_BR
dc.subjectThe indigenous territory of the Xingupt_BR
dc.subjectCollective resistancespt_BR
dc.subjectInterepistemologiespt_BR
dc.subjectGood livingpt_BR
dc.titleMovimento de mulheres do Xingu (MMX)pt_BR
dc.title.alternativeXingu women’s movement (MMX)en
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5593408318920841pt_BR
dc.citation.volume15pt_BR
dc.citation.issue24pt_BR
dc.citation.spage123pt_BR
dcterms.citation.epage135pt_BR
dc.identifier.doi10.18542/mri.v15i24.10040pt_BR
dc.description.resumoEste artigo trata sobre o Movimento de mulheres do Xingu (MMX) como uma forma de resistência das mulheres xinguanas contra diversas formas de violências interseccionais a que estão submetidas, apresentando-se como um movimento insurgente que busca ocupar os espaços de tomada de decisões dentro e fora de suas comunidades. Meu objetivo é demonstrar como seus discursos e ações estão alinhados com um projeto de sociedade mais equilibrada entre homens e mulheres e seres humanos e natureza (o bem viver), através de uma análise de diversos materiais audiovisuais em conjunto com uma revisão bibliográfica sobre temáticas de gênero e de ecologia, recorrendo ao uso de entrevistas e citações como métodos de exemplificação das cosmovisões e cosmopráticas das mulheres originárias, e por fim apresento essa práxis como um modelo de resistência coletiva interepistemológica contra o “des-envolvimento” capitalista e individualista.pt_BR
Aparece en las colecciones: Artigos - Margens/UFPA

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