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Tipo: Artigo de Periódico
Data do documento: 2017
Autor(es): CASTRO, Fábio Fonseca de
Afiliação do(s) Autor(es): UFPA - Universidade Federal do Pará
Título: No emaranhado do Guamá: trajetos etnográficos numa feira de Belém
Título(s) alternativo(s): In the tangle of Guamá: ethnographic paths in a fair of Belém
Citar como: CASTRO, Fábio Fonseca de. No emaranhado do Guamá: trajetos etnográficos numa feira de Belém. Ponto Uber, online, n. 20, p. 1-12, 2017. DOI: http://dx.doi.org/ 10.4000/pontourbe.3404. Disponível em: http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14764. Acesso em:.
Resumo: O artigo procura fazer uma descrição fenomenológica da feira do Guamá, situada no bairro de mesmo nome, em Belém-PA. Dialogando com procedimentos etnocartográficos, parte-se de uma exposição compreensiva das espacialidades da feira. Deseja-se valorizar a dimensão endógena da experiência espacial dos sujeitos sociais observados. Empreender uma fenomenologia do lugar significa, em nossa compreensão, um duplo movimento: primeiramente, indagar como os indivíduos encontram o mundo na sua complexidade espacial e, em seguida, interpretar como esses encontros são usados para dar sentido ao mundo espacial. Percebe-se o espaço como uma dimensão vivenciada pelos indivíduos, e não como algo prefigurado por meio de representações. Dessa maneira, a feira que descrevemos corresponde a um espaço na sua dimensão intersubjetiva: não como algo pré-ontologicamente dado, mas sim como uma construção em curso de sentidos.
Abstract: This seeks a phenomenological description of Guamá’s market, located in a neighborhood of Belém, Brazil. Dialoguing with ethnocartography procedures, we start with a comprehensive exposition of the spatiality of the market. We hope to enhance endogenous dimension of local spatial experience. Undertaking a phenomenology of the place means, in our understanding, a double movement: First, to ask how the social subjects find the world in its spatial complexity and, then, to interpret how these encouters are used to make sense to spatial world. One sees the space as a dimension experienced by individuals, and not as something foreshadowed by representations. Thus, the market we describe corresponds a space in its intersubjective dimension: not as something pre-ontologically given, but rather as an ongoing construction of meaning.
Palavras-chave: Feira
Etnocartografia
Fenomenologia
Market
Ethnocartography
Phenomenology
Título do Periódico: Ponto Urbe
ISSN: 1981-3341
País: Brasil
Instituição: Universidade de São Paulo
Sigla da Instituição: USP
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Fonte URI: https://journals.openedition.org/pontourbe/3404
Identificador DOI: 10.4000/pontourbe.3404
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