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dc.creatorSILVA JÚNIOR, Osmar Guedes da-
dc.date.accessioned2022-11-03T14:08:36Z-
dc.date.available2022-11-03T14:08:36Z-
dc.date.issued1998-08-07-
dc.identifier.citationSILVA JÚNIOR, Osmar Guedes da. Morfoestratigrafia da planície costeira do município de São João de Pirabas (Porção NW) – NE do estado do Pará. Orientador: Maamar El-Robrini. 1998. 89 f. Dissertação (Mestrado em Geologia) - Curso de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica. Centro de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 1998. Disponível em:http://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14904 . Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br:8080/jspui/handle/2011/14904-
dc.description.abstractA porção NW da Planície Costeira do Município de São João de Pirabas (NE do Estado do Pará) é parte integrante da Bacia Pará-Maranhão, que juntamente com as bacias do Marajó e Bragança-Viseu seriam o produto de movimentos extensionais (reativação Sul-Atlântiana) vinculados à separação Brasil-África no início do Jurássico. Nesta planície ocorrem principalmente depósitos terciários e quaternários, cuja distribuição e espessura vem sendo influenciada por movimentos tectônicos atuantes desde o Mioceno. Foram individualizadas duas unidades morfológicas distintas: (i) Planalto Costeiro e (ii) Planície Costeira, definidas com base em dados morfológicos e critérios morfogenéticos (forma e natureza do sedimento, vegetação e processos atuantes). O Planalto Costeiro consiste em um relevo colinoso, suavemente ondulado, sustentado pelos sedimentos do Grupo Barreiras e Pós-Barreiras; e a Planície Costeira é caracterizada por ambientes de manguezais, sistema de terraços, cheniers, paleodunas, interdunas, lagos, dunas costeiras atuais, praias e barras arenosas. Baseado no conceito de unidades morfoestratigráficas e fáceis estratigráficas, os ambientes e depósitos sedimentares quaternários desta planície, foram subdivididos em 08 unidades morfoestratigráficas: (i) manguezal, (ii) cheniers, (iii) barras em pontal, (iv) barras arenosas de canal, (v) paleodunas, (vi) lagos, (vii) dunas costeiras atuais e (viii) praias, e 08 fácies estratigráficas: (i) areia marinha, (ii) areia e lama marinha-estuarina, (iii)) areia e lama de barra em pontal, (iv) areia de canal de maré, (v) areia de cordões praiais, (vi) lama de intermaré, (vii) sedimentos argilo-arenosos e (viii) sedimentos carbonáticos. A análise estratigráfica, permitiu a identificação de um padrão de sedimentação, que pode ser visualizado através de quatro sucessões marinhas: (i) sucessão marinha retrogradacional basal (SB), na qual podem ser identificados sedimentos lamosos de intermaré, areias de antigos cordões praiais, bem como areias de canais de maré; (ii) sucessão marinha retrogradacional (S1), caracterizada por sedimentos predominantemente arenosos de face praial (“shoreface”); (iii) sucessão progradacional (S2) com ambiente de planície de maré e cheniers associados e; (iv) sucessão retrogradacional atual (S3) constituída por cordões duna-praia, barras arenosas longitudinais e de baías, que migram sobre os depósitos de manguezal. Os aspectos evolutivos da Planície Costeira de São João de Pirabas, estão relacionados às oscilações do nível do mar, responsáveis por eventos transgressivos e regressivos, atuantes durante o Holoceno, a partir de 5.100 anos A.P., e que deram origem às sucessões S1, S2 e S3. A sucessão SB teria sua evolução condicionada por eventos transgressivos atribuídos, provavelmente, ao Pleistoceno Terminal.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Júlia Barreto (jsrs@ufpa.br) on 2022-10-06T13:13:47Z No. of bitstreams: 2 Dissertacao_MorfoestratigrafiaPlanicieCosteira.pdf: 68074956 bytes, checksum: abf6e82fb90d8a1b82c7ddb0d515b306 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Teo Calumby (teocalumby@ufpa.br) on 2022-11-03T14:08:36Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Dissertacao_MorfoestratigrafiaPlanicieCosteira.pdf: 68074956 bytes, checksum: abf6e82fb90d8a1b82c7ddb0d515b306 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2022-11-03T14:08:36Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Dissertacao_MorfoestratigrafiaPlanicieCosteira.pdf: 68074956 bytes, checksum: abf6e82fb90d8a1b82c7ddb0d515b306 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 1998-08-07en
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológicopt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source1 CD-ROMpt_BR
dc.subjectMorfoestratigrafiapt_BR
dc.subjectFácies estratigráficaspt_BR
dc.subjectQuaternáriopt_BR
dc.subjectSucessão marinhapt_BR
dc.subjectPlanície Costeirapt_BR
dc.subjectSão João de Pirabaspt_BR
dc.subjectNordeste do Parápt_BR
dc.titleMorfoestratigrafia da planície costeira do município de São João de Pirabas (Porção NW) – NE do estado do Parápt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1EL-ROBRINI, Maâmar-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5707365981163429pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2810443361539896pt_BR
dc.description.resumoA porção NW da Planície Costeira do Município de São João de Pirabas (NE do Estado do Pará) é parte integrante da Bacia Pará-Maranhão, que juntamente com as bacias do Marajó e Bragança-Viseu seriam o produto de movimentos extensionais (reativação Sul-Atlântiana) vinculados à separação Brasil-África no início do Jurássico. Nesta planície ocorrem principalmente depósitos terciários e quaternários, cuja distribuição e espessura vem sendo influenciada por movimentos tectônicos atuantes desde o Mioceno. Foram individualizadas duas unidades morfológicas distintas: (i) Planalto Costeiro e (ii) Planície Costeira, definidas com base em dados morfológicos e critérios morfogenéticos (forma e natureza do sedimento, vegetação e processos atuantes). O Planalto Costeiro consiste em um relevo colinoso, suavemente ondulado, sustentado pelos sedimentos do Grupo Barreiras e Pós-Barreiras; e a Planície Costeira é caracterizada por ambientes de manguezais, sistema de terraços, cheniers, paleodunas, interdunas, lagos, dunas costeiras atuais, praias e barras arenosas. Baseado no conceito de unidades morfoestratigráficas e fáceis estratigráficas, os ambientes e depósitos sedimentares quaternários desta planície, foram subdivididos em 08 unidades morfoestratigráficas: (i) manguezal, (ii) cheniers, (iii) barras em pontal, (iv) barras arenosas de canal, (v) paleodunas, (vi) lagos, (vii) dunas costeiras atuais e (viii) praias, e 08 fácies estratigráficas: (i) areia marinha, (ii) areia e lama marinha-estuarina, (iii)) areia e lama de barra em pontal, (iv) areia de canal de maré, (v) areia de cordões praiais, (vi) lama de intermaré, (vii) sedimentos argilo-arenosos e (viii) sedimentos carbonáticos. A análise estratigráfica, permitiu a identificação de um padrão de sedimentação, que pode ser visualizado através de quatro sucessões marinhas: (i) sucessão marinha retrogradacional basal (SB), na qual podem ser identificados sedimentos lamosos de intermaré, areias de antigos cordões praiais, bem como areias de canais de maré; (ii) sucessão marinha retrogradacional (S1), caracterizada por sedimentos predominantemente arenosos de face praial (“shoreface”); (iii) sucessão progradacional (S2) com ambiente de planície de maré e cheniers associados e; (iv) sucessão retrogradacional atual (S3) constituída por cordões duna-praia, barras arenosas longitudinais e de baías, que migram sobre os depósitos de manguezal. Os aspectos evolutivos da Planície Costeira de São João de Pirabas, estão relacionados às oscilações do nível do mar, responsáveis por eventos transgressivos e regressivos, atuantes durante o Holoceno, a partir de 5.100 anos A.P., e que deram origem às sucessões S1, S2 e S3. A sucessão SB teria sua evolução condicionada por eventos transgressivos atribuídos, provavelmente, ao Pleistoceno Terminal.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímicapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaGEOLOGIA MARINHA E COSTEIRApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoGEOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0001-7850-1217pt_BR
Aparece nas coleções:Dissertações em Geologia e Geoquímica (Mestrado) - PPGG/IG

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