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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorSILVA, Renã Margalho-
dc.creatorMOREIRA, Eliane Cristina Pinto-
dc.date.accessioned2023-08-23T13:09:54Z-
dc.date.available2023-08-23T13:09:54Z-
dc.date.issued2019-08-
dc.identifier.citationSILVA, Renã Margalho; MOREIRA, Eliane Cristina Pinto. A água de lastro e a necessidade de efetividade das normas de proteção da biodiversidade marinha no contexto amazônico. Veredas do Direito, online, v. 16, n. 35, p. 123-147, maio/ago. 2019. DOI: https://doi.org/10.18623/rvd.v16i35.1496. Disponível em: https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15882. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2179-8699pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15882-
dc.description.abstractPrecedents demonstrate that ballast water can influence in the biological balance of native species, proliferate diseases and generate economic, sanitary and social impacts. In view of the projections for growth of port traffic in the Amazon region, the risk of environmental damage is aggravated, with the possible affectation of local traditional populations, who are at the mercy of the inefficiency in the control of ballast water in Brazilian ports. This article, by means of the deductive method, aims to analyze the rules that control ballast water management, indicating some flaws in the internal regulations, and the worsening of risk to biodiversity and local populations. All this based on accidents precedents and on the projection of growth in cargo handling at Port of Vila do Conde, what is directly related to the growth of vessels traffic and worsening of risk to environmental pollution. Therefore concludes that the inefficiency of regulation and the inefficacy of the control of the ballast water of ships aggravate the vulnerability of the Amazon Region and its inhabitants.en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherDom Helder Escola Superiorpt_BR
dc.relation.ispartofVeredas do Direitopt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.urihttp://revista.domhelder.edu.br/index.php/veredas/article/view/1496pt_BR
dc.subjectÁgua de lastropt_BR
dc.subjectBioinvasãopt_BR
dc.subjectPopulações locaispt_BR
dc.subjectPorto de Vila do Condept_BR
dc.subjectRegião Amazônicapt_BR
dc.subjectAmazon regionen
dc.subjectBallast wateren
dc.subjectBioinvasionen
dc.subjectLocal populationsen
dc.subjectPort of Vila do Condeen
dc.titleA água de lastro e a necessidade de efetividade das normas de proteção da biodiversidade marinha no contexto amazônicopt_BR
dc.title.alternativeThe ballast water and the necessity of effectiveness of protection rules for the marine biodiversity in the amazonian contexten
dc.title.alternativeAgua de lastre y la necesidad de efectividad de las normas de protección de la biodiversidad marina en el contexto amazónicopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsDHESpt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5358420121322819pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7471628624621314pt_BR
dc.citation.volume16pt_BR
dc.citation.issue35pt_BR
dc.citation.spage123pt_BR
dc.identifier.doi10.18623/rvd.v16i35.1496pt_BR
dc.description.resumoPrecedentes demonstram que a água de lastro pode influenciar no equilíbrio biológico de espécies nativas, proliferar doenças e gerar impactos econômicos, sanitários e sociais. Em face das projeções de crescimento da movimentação portuária na Região Amazônica, agrava-se o risco de danos ambientais, com possível afetação de populações tradicionais locais, que estão à mercê da ineficiência do controle da água de lastro nos portos brasileiros. O presente artigo, por meio do método dedutivo, visa analisar as normas que regulam o gerenciamento da água de lastro, sinalizando alguns pontos falhos da legislação nacional, e o agravamento dos riscos à biodiversidade e populações locais. Isso foi feito com base em precedentes de acidentes e projeções de crescimento da movimentação de carga no Porto de Vila do Conde, o que está diretamente relacionado ao aumento do tráfego de navios e agravamento de riscos de poluição ambiental. Conclui-se, portanto, que a ineficiência da regulação e a ineficácia da fiscalização da água de lastro de navios agravam a vulnerabilidade da Região Amazônica e de seus habitantes.pt_BR
dc.description.resumenLos precedentes demuestran que el agua de lastre puede influir en el equilibrio biológico de las especies nativas, proliferar enfermedades y generar impactos económicos, sanitarios y sociales. En vista de las proyecciones de crecimiento del movimiento portuario en la región amazónica, el riesgo de daño ambiental se agrava, con la posible afectación de las poblaciones locales tradicionales, que están a merced del control ineficiente del agua de lastre en los puertos brasileños. Este artículo, mediante el método deductivo, tiene como objetivo analizar las reglas que regulan la gestión del agua de lastre, señalando algunos defectos en la legislación nacional y la agravación de los riesgos para la biodiversidad y las poblaciones locales. Como base se tomó los precedentes de accidentes y el crecimiento proyectado en el manejo de carga en el Puerto de Vila do Conde, que está directamente relacionado con el aumento del tráfico de buques y los riesgos agravados de contaminación ambiental. Se concluye, por lo tanto, que la ineficiencia de la regulación y la ineficacia del control del agua de lastre de los buques agravan la vulnerabilidad de la región amazónica y sus habitantes.pt_BR
dc.description.affiliationMOREIRA, E. C. P. Universidade Federal do Parápt_BR
dc.citation.epage147pt_BR
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