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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorVEGA PORRAS, David Enrique-
dc.date.accessioned2025-08-26T11:06:25Z-
dc.date.available2025-08-26T11:06:25Z-
dc.date.issued2025-07-01-
dc.identifier.citationVEGA PORRAS, David Enrique. Cristaloquímica de esmectitas dioctaédricas em bentonitas brasileiras. Orientadora: Simone Patrícia Aranha da Paz. 2025. xvii, 142 f. Tese (Doutorado em Geoquímica e Petrologia) - Programa de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímica, Instituto de Geociências, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em:https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17665 . Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/17665-
dc.description.abstractBentonites are mineral inputs of great industrial interest due to the physicochemical properties of clay minerals from the smectite group. These properties, resulting from the complex crystal chemistry and small particle size of smectites, include various layer charge, swelling capacity, and cation exchange capacity. In Brazil, the main bentonite deposits are located in the municipality of Boa Vista, Paraíba, which accounts for >70% of the country’s production. However, the progressive depletion of these varieties has motivated the search for new deposits. Among them, the Formosa deposit, in the state of Maranhão, stands out. Although both the Boa Vista and, to a lesser extent, the Formosa bentonites have been extensively studied in their <2 μm or coarser fractions, the crystal chemistry of their smectites has not yet been fully elucidated. This is due not only to the typical chemical and structural complexity of smectites, but also to the difficulty of obtaining pure smectite phases and the interference of accessory minerals. In this context, this thesis presents a detailed study of the crystal chemistry of smectite from the Formosa deposit, comparing it with three commercial varieties from Boa Vista: Bofe, Chocolate, and Verde Lodo. The <2 μm, 0.1-2 μm, and <0.1 μm fractions were analyzed, with the latter being the main focus of the study. The analyses included XRD (Rietveld method), FTIR, TEM-EDS, SEM, XRF, AAS, TG, and Mössbauer spectroscopy. These smectites, previously described as montmorillonites, also exhibit significant tetrahedral layer charge. In fact, the four samples show a tetrahedral charge of approximately 0.15 per half unit cell, sufficient to induce swelling after the Hofmann-Klemen treatment. The octahedral symmetry of all four samples was trans-vacant, influenced by both the Fe content and the tetrahedral charge. The structural and chemical similarities between the Formosa and Boa Vista smectites, along with similar smectite content in the <2 μm and <0.1 μm fractions – as quantified by the Rietveld method – demonstrated that the Formosa deposit is a potential alternative to the Boa Vista bentonites.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Júlia Barreto (jsrs@ufpa.br) on 2025-08-22T16:57:15Z No. of bitstreams: 2 Tese_CristaloquimicaEsmectitasDioctaedricas.pdf: 24256665 bytes, checksum: 533f1949aec7510e890c9417748cec12 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Teo Calumby (teocalumby@ufpa.br) on 2025-08-26T11:06:24Z (GMT) No. of bitstreams: 2 Tese_CristaloquimicaEsmectitasDioctaedricas.pdf: 24256665 bytes, checksum: 533f1949aec7510e890c9417748cec12 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2025-08-26T11:06:25Z (GMT). No. of bitstreams: 2 Tese_CristaloquimicaEsmectitasDioctaedricas.pdf: 24256665 bytes, checksum: 533f1949aec7510e890c9417748cec12 (MD5) license_rdf: 811 bytes, checksum: e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 (MD5) Previous issue date: 2025-07-01en
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superiorpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.source.uriDisponível na internet via correio eletrônico: bibgeociencias@ufpa.brpt_BR
dc.subjectBentonitapt_BR
dc.subjectEsmectitapt_BR
dc.subjectCristaloquímicapt_BR
dc.subjectCarga de camadapt_BR
dc.subjectComportamento de inchamentopt_BR
dc.subjectSimetria octaédricapt_BR
dc.subjectQuantificação mineralógicapt_BR
dc.subjectBentonitept_BR
dc.subjectSmectitept_BR
dc.subjectCrystal chemistrypt_BR
dc.subjectLayer chargept_BR
dc.subjectSwelling behaviorpt_BR
dc.subjectOctahedral symmetrypt_BR
dc.subjectMineralogical quantificationpt_BR
dc.titleCristaloquímica de esmectitas dioctaédricas em bentonitas brasileiraspt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentInstituto de Geociênciaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1PAZ, Simone Patrícia Aranha da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5376678084716817pt_BR
dc.description.resumoAs bentonitas são insumos minerais de grande interesse industrial devido às propriedades físico-químicas dos argilominerais do grupo das esmectitas. Essas propriedades, resultantes da complexa química cristalina e o pequeno tamanho de partícula das esmectitas, incluem carga da camada variável, capacidade de inchamento e capacidade de troca catiônica. No Brasil, os principais depósitos de bentonita estão localizados no município de Boa Vista, Paraíba, responsável por >70% da produção nacional. No entanto, o esgotamento progressivo dessas variedades tem motivado a busca por novos depósitos. Entre estes, destaca-se o depósito de Formosa, no estado do Maranhão. Embora tanto as bentonitas de Boa Vista quanto a bentonita Formosa – em menor proporção – tenham sido amplamente estudadas em suas frações <2 μm ou maiores, a cristaloquímica de suas esmectitas ainda não foi completamente elucidada, devido não só à complexidade química e estrutural típica das esmectitas, mas também à dificuldade de obter fases puras e à interferência de minerais acessórios. Nesse contexto, esta tese apresenta um estudo detalhado da cristaloquímica da esmectita do depósito de Formosa, comparando-a com três variedades comerciais de Boa Vista: Bofe, Chocolate e Verde Lodo. Foram analisadas as frações <2 μm, 0,1-2 μm e <0,1 μm, sendo esta última o foco principal do estudo. As análises incluíram DRX (método de Rietveld), FTIR, MET-EDS, MEV, FRX, EAA, TG e espectroscopia Mössbauer. Essas esmectitas, anteriormente descritas como montmorillonitas, também exibem uma carga tetraédrica significativa na camada. De fato, as quatro amostras possuem carga tetraédrica de ~0,15 por meia unidade de fórmula, suficiente para induzir o inchamento após o tratamento Hofmann-Klemen. A simetria octaédrica das quatro amostras foi trans-vacante, influenciada pelo teor de Fe3+ e pela carga tetraédrica. As similaridades estruturais e químicas entre a esmectita de Formosa e as de Boa Vista, juntamente com os teores de esmectita nas frações <2 μm e <0,1 μm semelhantes – quantificado pelo Rietveld – demonstraram que o depósito de Formosa é uma alternativa potencial às bentonitas de Boa Vista.pt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Geologia e Geoquímicapt_BR
dc.subject.linhadepesquisaMINERALOGIA E GEOQUÍMICApt_BR
dc.subject.areadeconcentracaoGEOQUÍMICA E PETROLOGIApt_BR
dc.contributor.advisor1ORCIDhttps://orcid.org/0000-0002-5880-7638pt_BR
Aparece en las colecciones: Teses em Geologia e Geoquímica (Doutorado) - PPGG/IG

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