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Campo DCValorIdioma
dc.creatorCHISTÉ, Renan Campos-
dc.creatorCOHEN, Kelly de Oliveira-
dc.creatorMATHIAS, Erla de Assunção-
dc.creatorRAMOA JÚNIOR, Afonso Guilherme Araújo-
dc.date.accessioned2017-07-04T19:04:39Z-
dc.date.available2017-07-04T19:04:39Z-
dc.date.issued2006-12-
dc.identifier.citationCHISTE, Renan Campos et al. Qualidade da farinha de mandioca do grupo seca. Food Science and Technology, Campinas, v. 26, n. 4, p. 861-864, out./dez. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-20612006000400023&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 04 jul. 2017. <http://dx.doi.org/10.1590/S0101-20612006000400023>.pt_BR
dc.identifier.issn1678-457Xpt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/8781-
dc.description.abstractIn the north of Brazil, cassava flour is produced in small-scale processing units called ´flour mill houses'. These processing units have difficulty in complying with current legislation due to processing methods and to poor sanitary conditions. The objective of this study is to evaluate the quality standard of cassava flour from the dry group, subgroup "fina", type 1. Ten samples of cassava flour were collected from the main supermarkets and free markets in Belém-PA, and the physical-chemical, microbiological and dirt research analyses were carried out. According to Regulation nº 554 from 08/30/1995 issued by the State Agriculture Secretariat, all cassava flour samples analyzed showed total acidity values above the permitted standard (3 meq NaOH/100 g) and five samples were below the minimum tolerance level required for starch (75%). According to Resolution RDC nº 12 from 01/02/2001 of the National Sanitary Control Agency, all cassava flour samples were under the acceptable standards for microbiological contaminants. According to Resolution CNNPA nº 12 from 1978, eight of the analyzed samples did not comply to the permitted standards because they showed dirt.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Luciana Alcantara (lalcantara@ufpa.br) on 2017-07-04T19:03:56Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_QualidadeFarinhaMandioca.pdf: 199926 bytes, checksum: 2dd4659ca2f2a97f23a21bac6089a3be (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Luciana Alcantara (lalcantara@ufpa.br) on 2017-07-04T19:04:39Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_QualidadeFarinhaMandioca.pdf: 199926 bytes, checksum: 2dd4659ca2f2a97f23a21bac6089a3be (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-07-04T19:04:39Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 0 bytes, checksum: d41d8cd98f00b204e9800998ecf8427e (MD5) Artigo_QualidadeFarinhaMandioca.pdf: 199926 bytes, checksum: 2dd4659ca2f2a97f23a21bac6089a3be (MD5) Previous issue date: 2006-12en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofFood Science and Technology (Campinas)pt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectFarinha de mandioca secapt_BR
dc.subjectAmidopt_BR
dc.subjectAnálise físico-químicapt_BR
dc.subjectMandiocapt_BR
dc.subjectAnálise microbiológicapt_BR
dc.subjectContaminação de alimentospt_BR
dc.titleQualidade da farinha de mandioca do grupo secapt_BR
dc.title.alternativeQuality of cassava flour from a dry grouppt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.citation.volume26pt_BR
dc.citation.issue4pt_BR
dc.citation.spage861pt_BR
dcterms.citation.epage864pt_BR
dc.description.resumoNa Região Norte, a farinha de mandioca é produzida em pequenos estabelecimentos denominados de "Casas de Farinha", que apresentam problemas de adequação às exigências da legislação devido ao seu processamento e às precárias condições higiênico-sanitárias. Este trabalho teve como objetivo avaliar o padrão de qualidade da farinha de mandioca do grupo seca, subgrupo fina, tipo 1. Foram coletadas dez amostras de farinha de mandioca nos principais supermercados e feiras da cidade de Belém, PA, tendo sido realizadas análises físico-químicas, microbiológicas e pesquisa de sujidades. De acordo com a Portaria Nº 554 de 30.08.1995 da Secretaria da Agricultura, do Abastecimento e Reforma Agrária, das dez amostras de farinha de mandioca analisadas, em todas foram encontrados valores acima do padrão permitido para a acidez total, cujo valor máximo é de 3 meq. NaOH/100 g, e cinco amostras apresentaram-se abaixo da tolerância mínima exigida para o amido, que é de 75%. De acordo com a Resolução RDC nº 12 de 02.01.2001 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, todas as amostras de farinha de mandioca apresentaram-se dentro dos padrões aceitáveis de contaminantes microbiológicos. De acordo com a Resolução RDC nº 175 de 08.07.2003, das dez amostras de farinha de mandioca analisadas, foram encontradas oito fora dos padrões exigidos, por apresentarem sujidades.pt_BR
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