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dc.creatorFREITAS, Marília Fernanda Pereira de-
dc.creatorFACUNDES, Sidney da Silva -
dc.date.accessioned2019-06-04T20:05:39Z-
dc.date.available2019-06-04T20:05:39Z-
dc.date.issued2018-12-
dc.identifier.citationFREITAS, Marília Fernanda Pereira de et al. Considerações sobre a posse nominal em apurinã (Aruák). Boletim do Museu Paraense Emìlio Goeldi. Ciências Humanas, Belém, v. 13, n. 3, p. 645-662, set./dez. 2018. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1981.81222018000300009 Disponível em:http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11247. Acesso em:.pt_BR
dc.identifier.issn2178-2547pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/11247-
dc.description.abstractNouns in the Apurinã language (Arawak), which is spoken in southeastern Amazonas, Brazil, have been studied by multiple authors, and different classifications have been proposed (Facundes, 1995, 2000; Brandão, 2006; Facundes; Freitas, 2013). In this paper, we will revisit the different classifications for nouns in Apurinã, and present a new proposal by Freitas (2017), which classifies the nouns in the language as: (i) alienable, (ii) inalienable, and (iii) non-possessible nouns. Inalienability is defined not only in terms of morphological marking patterns, but also considering the ‘frequency of occurrence’ in possessive constructions and ‘economic motivation,’ as defined by Haspelmath (2008), following a typological approach. Inalienable nouns thus more frequently appear as possessed, being unmarked in possessive constructions, and therefore more economical, while alienable nouns more frequently occur as unpossessed, marked in possessive constructions by a set of suffixes, and therefore less economicalpt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Parápt_BR
dc.relation.ispartofBoletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanaspt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.source.urihttp://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-81222018000300645&lng=pt&nrm=isopt_BR
dc.subject(In)alienabilidadept_BR
dc.subjectFrequência de ocorrênciapt_BR
dc.subjectMotivação econômicapt_BR
dc.subjectApurinãpt_BR
dc.subjectAruákpt_BR
dc.titleConsiderações sobre a posse nominal em Apurinã (Aruák)pt_BR
dc.title.alternativeNominal possession in Apurinã (Arawak): some considerationspt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsUFPApt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5888956953427621pt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/9502308340482231pt_BR
dc.citation.volume13pt_BR
dc.citation.issue3pt_BR
dc.citation.spage645pt_BR
dcterms.citation.epage662pt_BR
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1590/1981.81222018000300009 pt_BR
dc.description.resumoOs nomes em Apurinã, língua indígena pertencente à família Aruák, falada no sudeste do estado do Amazonas, já foram objeto de investigação de alguns autores, em que diferentes classificações foram propostas (Facundes, 1995, 2000; Brandão, 2006; Facundes; Freitas, 2013). Neste artigo, revisitaremos as diferentes classificações para os nomes em Apurinã, apresentando, posteriormente, a proposta atual de classificação de nomes em Apurinã, com base em Freitas (2017), que classifica os nomes em: (i) alienáveis, (ii) inalienáveis e (iii) nomes não possuíveis. A atual proposta também considera que a (in)alienabilidade na língua é definida em termos não só dos padrões de marcação morfológica dos nomes, mas também leva em conta os parâmetros ‘frequência de ocorrência’, em construções de posse, e ‘motivação econômica’, tal como definidos por Haspelmath (2008), dentro de uma abordagem tipológica. Assim, nomes inalienáveis ocorrem mais frequentemente como possuídos, sendo não marcados em construções de posse, por isso, são mais econômicos; já nomes alienáveis ocorrem mais frequentemente como não possuídos, sendo notoriamente marcados em construções de posse por um conjunto de sufixos, portanto, são menos econômicospt_BR
dc.description.affiliationFREITAS, M.F.P.; SIDNEY, S.F. Universidade Federal do Pará, Instituto de Letras e Comunicação (ILC)pt_BR
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