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dc.creatorALVES, José Jerônimo de Alencar-
dc.date.accessioned2015-09-17T12:34:19Z-
dc.date.available2015-09-17T12:34:19Z-
dc.date.issued2011-09-
dc.identifier.citationALVES, José Jerônimo de Alencar. A natureza e a cultura no compasso de um naturalista do século XIX: Wallace e a Amazônia. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, Rio de Janeiro, v. 18, n. 3, p. 775-788, set. 2011. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-59702011000300010&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 15 set. 2015. <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59702011000300010>.pt_BR
dc.identifier.issn0104-5970-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/6888-
dc.description.abstractAlfred Russel Wallace traveled through the Amazon from 1848 to 1852. His perceptions of the region were informed by his systematized knowledge but also influenced by judgments of an ethical and aesthetic nature, as was common among naturalists. He saw the region's 'natives' as peaceful and friendly but likewise susceptible to the vices of civilization. Nature afforded a privileged setting both for the activities of natural history and for aesthetic pleasures. These features helped keep the naturalist in the region, where he could thus engage in his scientific activities.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectNaturalistas viajantespt_BR
dc.subjectCiênciapt_BR
dc.subjectCulturapt_BR
dc.subjectWallace, Alfred Russel, 1823-1913pt_BR
dc.subjectAmazônia brasileirapt_BR
dc.titleA natureza e a cultura no compasso de um naturalista do século XIX: Wallace e a Amazôniapt_BR
dc.title.alternativeNature and culture in the eyes of a nineteenth-century naturalist: Wallace and the Amazonpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.resumoA percepção de Alfred Russel Wallace sobre a região amazônica, a qual percorreu entre 1848 e 1852, além de ser informada por seus conhecimentos sistemáticos, inclui juízos éticos e estéticos, como era comum entre os naturalistas. Os nativos da região seriam, para ele, pacíficos e hospitaleiros, mas também receptivos aos vícios da civilização. A natureza seria privilegiada, tanto para a atividade de história natural como para o prazer estético. Foram essas características que contribuíram para a permanência do naturalista na região e, portanto, para a realização de suas atividades científicas.pt_BR
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