Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano - PPGCMH/ICS
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Humano - PPGCMH/ICS por Orientadores "CARNEIRO, Saul Rassy"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise da força muscular periférica por dinamometria isocinética em pacientes em tratamento para fibrose cística(Universidade Federal do Pará, 2025-08-07) MELO, Vivian Sussuarana Queiroz; SARGES, Maria de Nazaré dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2076421409418420; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; OLIVEIRA, João Sérgio de Sousa; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; http://lattes.cnpq.br/0926756122867180; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X; https://orcid.org/0000-0002-1515-9976Introdução: A fibrose cística (FC) é uma doença genética autossômica recessiva caracterizada por infecções respiratórias crônicas e recorrentes, insuficiência pancreática e aumento da concentração de cloro no suor. As complicações respiratórias são as principais responsáveis pelo aumento da morbimortalidade na FC. Além disso, a evolução da doença está associada a alterações na mecânica respiratória, distúrbios metabólicos, desnutrição e complicações musculoesqueléticas. Objetivo: Analisar a associação entre a força muscular periférica com a função pulmonar e com o desempenho funcional de adolescentes e adultos com FC. Metodologia: Estudo transversal, conduzido entre dezembro de 2024 e abril de 2025, com 22 pacientes com FC clinicamente estáveis, com idade ≥14 anos. Os participantes foram submetidos a avaliação clínica, composição corporal por bioimpedância, espirometria, força de preensão manual, teste do degrau de 6 minutos e dinamometria isocinética dos membros inferiores. Os indivíduos foram estratificados em dois grupos conforme o Z-score do VEF₁: G1 (sem alteração pulmonar) e G2 (com alteração pulmonar). A análise estatística foi realizada com nível de significância de p<0,05. Resultados: A amostra foi composta majoritariamente por homens (63,6%), com média de idade de 24,9 anos. Dos 22 pacientes avaliados, 10 apresentaram algum grau de alteração na função pulmonar. A única variável que apresentou diferença estatisticamente significativa entre os grupos foi a potência dos músculos flexores a 60°/s, que se mostrou significativamente menor no grupo com alteração na função pulmonar (p = 0,03). Não houve diferença significativa no desempenho no teste do degrau de 6 minutos entre os grupos. Discussão: Os resultados demonstram que a disfunção pulmonar está associada à redução da força e, principalmente, da potência muscular periférica, mesmo em pacientes clinicamente estáveis. A potência muscular mostrou-se sensível para identificar alterações funcionais precoces, especialmente nos membros inferiores. A prática regular de atividade física e o acompanhamento multiprofissional podem contribuir para a preservação da funcionalidade nesses pacientes. Conclusão: A potência muscular média dos músculos flexores foi significativamente menor em pacientes com alteração na função pulmonar, indicando que esse parâmetro pode ser um marcador precoce de comprometimento funcional em indivíduos com fibrose cística.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Análise da sarcopenia e a sua associação com indicadores clínicos, funcionais e de qualidade de vida em pessoas idosas atendidas no ambulatório do hospital Universitário João de Barros Barreto(Universidade Federal do Pará, 2024-08-09) MORAES, Janine Brasil de Araújo; NEVES, Laura Maria Tomazi; http://lattes.cnpq.br/4235603520707156; HTTPS://ORCID.ORG/0000-0002-3115-2571; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239Introdução: O envelhecimento pode ser acompanhado por um declínio progressivo da massa, força e função muscular. Essa condição de saúde resultante é conhecida como sarcopenia, doença muscular que se desenvolve de forma progressiva e crônica. A sarcopenia relacionada à idade possui diversos fatores que aceleram esse processo e necessitam ser identificados e controlados para promover um bom prognóstico de saúde e qualidade de vida para a população idosa. Objetivo: Analisar a sarcopenia e a sua associação com indicadores clínicos, funcionais e de qualidade de vida em pessoas idosas atendidas no ambulatório do Hospital Universitário João De Barros Barreto. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, analítico, transversal, realizado no ambulatório de geriatria do HUJBB. Foram realizadas avaliações sociodemográficas e clínicas: avaliação da sarcopenia (SARC- Calf, avaliação da força de preensão manual, Bioimpedância Elétrica Tetrapolar (BIA) e Short Physical Performance Battery (SPPB)), avaliação de indicadores funcionais (Barthel, avaliação da força do quadríceps, avaliação do nível de atividade física (IPAQ) e presença de quedas em 60 dias) e avaliação da qualidade de vida (SF-12). Foi utilizado o algoritmo do Grupo de Trabalho Europeu de sarcopenia em idosos (EWGSOP2). Resultados: Avaliados 129 participantes (73% mulheres, p = 0,001), com média de idade de 75,4 anos e procedentes da capital (80,6%). Obtive-se 57% com risco de sarcopenia, prevalência de 27,1% de sarcopenia e 57,4% de sarcopenia grave, 36.4% apresentou quedas. A força de preensão manual (FPM) 18kg/f, massa muscular esquelética de 18,3kg; SPPB 9 pontos; Barthel de 58,8% dos participantes independentes; força do quadríceps de 14kg/f; IPAQ 38,8% com baixo nível de atividade física e SF-12 de 37,7 pontos para componente físico e 48,2 pontos mental. Observou-se associação entre a massa muscular esquelética apendicular (MMEA) e a a circunferência da panturrilha (CP), a idade, o SARC-Calf, a FPM e a qualidade de vida (componente físico) para homens (R2 ajustado 0,42 e p<0,05), bem como com a sarcopenia, classificada pela MMEA, com variáveis da BIA: resistência corporal, água corporal total na massa magra, massa magra e taxa metabólica basal para o homens (R2 ajustado 0,49 e p<0,05), e para mulheres, água intracelular e água corporal total no peso corporal (R2 ajustado 0,60 e p<0,05). Conclusão: Este estudo conclui que a CP, a idade, o rastreio do risco de sarcopenia, a FPM e a qualidade de vida se mostraram associadas à MMEA medida pela BIA. Para o diagnóstico da sarcopenia, houve associações distintas dos marcadores da BIA conforme ajustados para o sexo das pessoas.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Associação entre o risco de sarcopenia com a força muscular e variáveis funcionais em pessoas idosas acompanhadas em um hospital universitário do Pará: um estudo transversal(Universidade Federal do Pará, 2025-08-08) OLIVEIRA, Polyana Barbosa de; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239; TORRES, Natáli Valim Oliver Bento; OLIVEIRA, João Sérgio de Sousa; http://lattes.cnpq.br/1927198788019996; http://lattes.cnpq.br/0926756122867180; https://orcid.org/0000-0003-0978-211X; https://orcid.org/0000-0002-1515-9976Introdução: A sarcopenia é uma doença caracterizada por perda progressiva e generalizada de força e massa muscular, podendo também envolver a funcionalidade e embora associada a diversos desfechos desfavoráveis à saúde da população idosa esta é geralmente subdiagnosticada na prática clínica, devido à complexidade em determinar quais variáveis mais importantes, bem como o acesso aos instrumentos necessários para o seu diagnóstico. Portanto, o rastreio adequado da doença pode possibilitar o planejamento de intervenções precoces de forma a minimizar os resultados adversos à saúde da pessoa idosa. Objetivo: Avaliar a relação entre o risco de desenvolver sarcopenia com a força muscular e as variáveis funcionais em pessoas idosas em nível ambulatorial. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal do tipo correlacional, realizado no HUJBB. Foram incluídos indivíduos de ambos os sexos com idade igual ou superior a 60 anos, atendidos no ambulatório de geriatria do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB). A sarcopenia foi avaliada através do algoritmo do Grupo de Trabalho Europeu de sarcopenia em idosos de 2019 (EWGSOP2) a partir da verificação da força de preensão manual, da avaliação da massa muscular pela Biompedância Elétrica (BIA) e uma avaliação física composta pela aplicação do instrumento Short Physical Performance Battery (SPPB) e, em um dia posterior, foi avaliada a função muscular dos flexores e extensores dos joelhos no dinamômetro isocinético Biodex System Pro 4. Resultados: Foram avaliados 31 idosos com idade média de 72 anos (±7,07) e predominância do sexo feminino (71%). Cerca de 51,6% da amostra apresentou risco para desenvolver sarcopenia, porém somente 9,4% tiveram sarcopenia presente, sendo todos homens. Os resultados da regressão linear múltipla, com o escore do SARC-F como variável dependente, demonstraram que apenas o pico de torque dos flexores apresentou associação estatisticamente significativa com o SARC-F (β = -2,83; p = 0,018; IC95%: - 5,14 a -0,52). Conclusão: O estudo constatou que o pico de torque dos flexores apresentou associação significativa com o SARC-F denotando que a redução no pico de torque indica maior risco de sarcopenia e possíveis déficits funcionais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Avaliação da força muscular isocinética em mulheres no pós operátorio de câncer de mama(Universidade Federal do Pará, 2025-01-16) BRANDÃO, Rayane de Nazaré Monteiro; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239O câncer de mama (CM), consiste em uma neoplasia que se desenvolve a partir da associação entre a influência de mutações genéticas e fatores epigenéticos e tem um impacto significativo na saúde física e emocional das pacientes. O tratamento cirúrgico, incluindo mastectomia e cirurgia conservadora, pode resultar em alterações na função muscular, particularmente nos membros superiores, afetando a qualidade de vida (QV) das mulheres sobreviventes. Analisar a força muscular em pacientes pós-cirurgia de CM, utilizando a dinamometria isocinética para avaliar os movimentos do ombro ipsilateral e contralateral à mama operada é de extrema importância. Este é um estudo, transversal e observacional, foi realizado com 37 mulheres pós- cirurgia oncológica de mama. A força muscular foi avaliada por dinamometria isocinética, considerando movimentos de flexão, extensão, rotação interna e rotação externa do ombro, com velocidade de 60º/s. A análise estatística utilizou o software STATA 18.0, com testes t e Kruskal- Wallis para comparar os índices de pico de torque (PT) e trabalho total (TT) entre os membros. Os resultados indicaram que, em geral, não houve diferenças significativas entre o membro envolvido e o não envolvido para os movimentos de flexão, extensão, rotação interna e rotação externa, tanto para o índice de trabalho quanto para o pico de torque. A rotação interna apresentou uma tendência de diferença, mas não alcançou significância estatística. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas na força muscular entre os membros envolvidos e não envolvidos na cirurgia. No entanto, a mastectomia radical foi associada a maiores picos de torque em todos os movimentos, especialmente na rotação externa, indicando que o tipo de cirurgia pode impactar na força muscular. A análise revelou ainda que a força na flexão do ombro estava relacionada a uma melhor QV, porém a fadiga não apresentou correlação significativa. A reabilitação pós-cirúrgica deve levar em consideração essas diferenças de função muscular e os impactos da cirurgia, visando otimizar a recuperação e melhorar a qualidade de vida das pacientes.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Prevalência de dor neuropática e fatores associados em pacientes oncológicos atendidos em unidade de alta complexidade: análise baseada em escalas validadas de avaliação da dor e da funcionalidade(Universidade Federal do Pará, 2025-08-14) GRELLO, Flávia Adrianne de Castro; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239; MAGALHÃES, Maurício Oliveira; COSTA JÚNIOR; http://lattes.cnpq.br/7766377002832983; https://orcid.org/0000-0002-7857-021XIntrodução: O câncer configura-se como uma condição crônico-degenerativa marcada pelo crescimento celular desordenado, podendo ocasionar metástases e provocar intensos desconfortos físicos e emocionais. Entre os efeitos adversos dos tratamentos oncológicos, como quimioterapia e radioterapia, destaca-se a dor neuropática, frequentemente subdiagnosticada e subtratada, e que interfere de forma significativa na qualidade de vida e na funcionalidade do paciente. Esta dissertação objetivou investigar a prevalência de dor neuropática, os fatores clínicos associados e as alterações funcionais em pacientes oncológicos em tratamento ambulatorial no Hospital Ophir Loyola, em Belém/PA. Método: Trata-se de um estudo transversal, quantitativo e observacional, desenvolvido entre junho e dezembro de 2024. Foram incluídos 80 participantes, adultos, com diagnóstico confirmado de câncer e submetidos à quimioterapia e/ou radioterapia. Para a coleta de dados, utilizaram-se instrumentos validados: painDETECT, DN-4, ESAS-r e FACT/GOG-Ntx, além de questionário sociodemográfico. A análise estatística baseou se em testes de associação e regressão logística, considerando nível de significância de p<0,05. Resultados: 80% dos participantes relataram dor, sendo que 32,8% apresentaram escores indicativos de dor neuropática pelo painDETECT, e 43,8% foram classificados com dor neuropática pelo DN-4. A escala ESAS-r foi o único instrumento que demonstrou associação estatisticamente significativa com a presença de dor neuropática (p<0,05), evidenciando seu potencial como ferramenta sensível para triagem dessa condição. Conclusão: a dor neuropática está presente em parcela expressiva dos pacientes oncológicos, sua identificação eficaz depende do uso de instrumentos padronizados. Além disso, destaca-se a necessidade de protocolos clínicos estruturados para avaliação da dor e da funcionalidade, a fim de orientar o cuidado oncológico integral e humanizado.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Ratreio da sarcopenia em pessoas idosas acompanhadas no ambulatório do Hospital Universitário João de Barros Barreto(Universidade Federal do Pará, 2024-03-28) DIAS, Amanda Caroline Lobato; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239A sarcopenia é definida como um distúrbio progressivo e generalizado do músculo esquelético, o qual pode acometer idosos e e tem sido associadas ao risco de vários eventos adversos, principalmente declínio funcional e morte. No sistema de saúde brasileiro, esta constitui-se um problema de saúde crescente, muitas vezes com uma identificação deficitária, caracterizando-se um desafio para o modelo de atenção à saúde vigente. Dessa forma é importante a adoção de medidas preventivas para rastrear e identificar precocemente o problema. Objetivo: Investigar a sarcopenia e analisar os instrumentos de rastreio com variáveis de função muscular e funcionalidade em idosos acompanhados no ambulatório de geriatria do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB). Metodologia: Trata-se de um estudo do tipo observacional, analítico, transversal de características quantitativas, foi realizado de janeiro a outubro 2023 no HUJBB. Foram incluídos indivíduos de ambos os sexos com idade acima ou igual de 60 anos, atendidos no ambulatório de geriatria do HUJBB. A sarcopenia foi avaliada através do algoritmo do Grupo de Trabalho Europeu de sarcopenia em idosos de 2019 (European Working Group on Sarcopenia in Older People-EWGSOP2), Realizou-se a verificação da força de preensão manual, avaliação da massa múcular pela Impedância Bioelétrica (BIA) e uma avaliação física composta pela aplicação do instrumento Short Physical Performance Battery (SPPB), Resultados: Foram avaliados 46 idosos, a maioria do sexo femenino 76,09 %, com a prevalencia de idade entre 69- 79 (41,30%). Realizados modelos de regressão linear tomando como variável dependente instrumentos de rastreio de sarcopenia e sua associação com testes de desempenho físico, funcionalidade e aspectos clínicos. O melhor modelo para a variável SARC-CalF foi obtido quando feito ajuste para pessoas com pneumopatias (R2 = 0,97) com associação das variáveis independentes circunferência da panturrilha, força de preensão palmar, massa magra e velocidade de marcha cujos coeficientes respectivos foram: -0,49, 0,56, -0,179 e -0,173. Para a variável dependente massa magra os melhores ajustes foram para hipertensos e cardiopatas (R2 = 0,82 e R2 = 0,87) com as variáveis independentes circunferência da panturrilha, força de preensão palmar, velocidade de marcha associadas ao primeiro modelo cujos respectivos coeficientes foram (1,164, 0,52 e 0,29) e circunferência da panturrilha (1,164) para cardiopatas. Conclusão: Esta pesquisa demonstrou um número expressivo de idosos com diminuição da força e da capacidade fisica onde as variáveis foram associadas à ferramentas de rastreio de sarcopenia SARC-CalF.
