Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia - PPGSA/IFCH
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/6622
O Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA) é vinculado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e foi aprovado pela CAPES no ano de 2002, ainda com o nome de Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais. Iniciou suas atividades no primeiro semestre de 2003, com o funcionamento da primeira turma de Doutorado. Atualmente o Programa oferece também curso de Mestrado Acadêmico.
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Navegando Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia - PPGSA/IFCH por Orientadores "CASTRO, Carlos Potiara Ramos de"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) “Ela não era uma santa” e “eles estavam desbaratinados”: as narrativas dos conflitos socioambientais da Amazônia reveladas no tribunal do júri(Universidade Federal do Pará, 2025-09-24) OLIVEIRA, Mônica da Costa; CASTRO, Carlos Potiara Ramos de; http://lattes.cnpq.br/3132802376511499; https://orcid.org/0000-0002-0493-6397; RAVENA, Voyner; SANTOS, Patrícia da Silva; QUINTANS, Mariana Trotta Dallalana; http://lattes.cnpq.br/9961199993740323; http://lattes.cnpq.br/3554364096207512; http://lattes.cnpq.br/4242484568301137; https://orcid.org/0000-0001-8528-3086; https://orcid.org/0000-0002-1266-1311; https://orcid.org/Esta pesquisa analisa disputas simbólicas e significados que atravessam os conflitos socioambientais de Anapu, no Pará, com ênfase nos casos de Dorothy Stang e Geraldo Magela, crimes julgados no Tribunal do Júri, esse ritual teatralizado no qual personagens e dramas são criados a fim de convencer os jurados em um jogo de persuasão. A dissertação foi construída por meio da articulação entre trabalho de campo, análise documental, revisão teórica e de uma etnografia do conflito socioambiental, a fim de investigar como narrativas antagônicas sobre esses atores e seus legados são produzidos e disputados em arenas públicas e jurídicas. Para isso, foram realizadas entrevista com agricultores, religiosas, advogados, além da observação de eventos e entrevistas públicas, para investigar o papel do gênero, da teologia da libertação e da criminalização da luta por reforma agrária dentro dessas narrativas sobre o que acontece em Anapu. O trabalho demonstra que nos casos abordados o júri popular se configura como um espaço em que o histórico de conflitos socioambientais dessa região vem à tona e representações sobre movimentos sociais de luta pela terra, violência, e direitos humanos se tensionam. Por fim, esta pesquisa conclui que a disputa sobre quem são as vítimas e quem tutela a violência em Anapu segue ativa, posto que reflete a continuidade do conflito socioambiental e das desigualdades fundiárias na Amazônia paraense.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Território quilombola de Jambuaçu, Moju-PA: histórico, invasão de empreendimentos e conflitos(Universidade Federal do Pará, 2026-02-27) CAMPOS, Emerson Jean de Souza; CASTRO, Carlos Potiara Ramos de; http://lattes.cnpq.br/3132802376511499; https://orcid.org/0000-0002-0493-6397; SILVA, Carlos Freire da; MACHADO, Almires Martins; DIAZ, Rafael Paiva de Oliveira; http://lattes.cnpq.br/7489756177996098; http://lattes.cnpq.br/7157067003023784; http://lattes.cnpq.br/0071623721470815; https://orcid.org/0000-0002-0202-8678; https://orcid.org/; https://orcid.org/A pesquisa tem como objetivo descrever a história que envolve o processo de formação, autorreconhecimento, e titulação das comunidades que compreendem o Território Qui-lombola de Jambuaçu, evidenciando a importância desse histórico para os negros que habitam nas comunidades remanescentes de quilombo local, ressaltando as inquietações por parte dos quilombolas quanto à ameaça de destruição de sua identidade e raízes dei-xadas por seus ancestrais mediante a empreendimentos que invadem o território, além, de minuciar os conflitos entre os quilombolas e as empresas invasoras. Nesta perspectiva, o trabalho se propõe a descrever sobre o processo de formação do território, aludindo como os primeiros negros vieram para a região, formação das primeiras comunidades, o processo autodefinição e titulação e os embates com autoridades e projetos de capital voltado à invasão de terras. Também, aborda uma análise histórica das conceituações atri-buídas ao termo “quilombo” e de como as legislações brasileiras tratam as questões terri-toriais desses grupos, considerando as variadas situações de ocupação territorial de terri-tórios quilombolas no contexto atual.
