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Navegando por Autor "GALINDO, Dolores Cristina Gomes"

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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Biotecnologias, subjetivação e psicologias: mercado de células-tronco do cordão umbilical
    (Associação Brasileira de Psicologia Social, 2017) GALINDO, Dolores Cristina Gomes; RODRIGUES, Renata Vilela; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; ALMEIDA, Leila Cristina da Conceição Santos
    Esse artigo visa a analisar as práticas de produção da subjetividade engendradas pelo mercado de células-tronco do cordão umbilical, que se constitui por meio da gestão de riscos e precauções do futuro biopolítico, no âmbito da família e da relação pais e filhos. O interesse da psicologia pela inovação biotecnológica pode ser visualizado tanto na problematização crítica realizada pelo campo científico sobre os modos de subjetivações que emergem do acoplamento entre biotécnicas e corpo quanto em seu campo de atuação profissional, por meio de psicoterapias de aconselhamento genético. Nas estratégias biopolíticas de controle e de manipulação das células-tronco do cordão umbilical, evidenciam-se subjetivações que emergem em uma rede complexa de produção tecnobiológica.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    A educação afetivo-sexual no programa vale juventude: práticas de governamentalidade da sexualidade juvenil
    (Universidade Federal do Pará, 2017-12) BRÍCIO, Vilma Nonato de; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina Gomes
    Este artigo é um recorte da pesquisa que problematizou com o auxílio teórico-metodológico de alguns conceitos de Michel Foucault a constituição do dispositivo da sexualidade como elemento estratégico de governo da juventude na contemporaneidade e sua articulação às táticas de parcerias público-privado diagramados no Programa Vale Juventude (PVJ), que constitui uma das ações da Fundação Vale, vinculada à empresa Vale. A Fundação Vale desenvolveu o Programa Vale Juventude no período de 2007-2012, promovendo a formação dos jovens sobre as questões de sexualidade. De uma perspectiva de uma governamentalidade programática a dimensão afetivo-sexual é inserida pelo Programa Vale Juventude num arranjo econômico para que a educação/formação dos jovens seja economicamente vantajosa e politicamente útil para a empresa Vale, a Fundação Vale, o Instituto Aliança, as Prefeituras e suas secretarias e demais órgãos parceiros no desenvolvimento do Programa, pois a governamentalidade desbloqueou a noção de população e de economia como governo
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Governamentalidade liberal em alguns saberes educacionais e escolares brasileiros
    (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2017) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; BRÍCIO, Vilma Nonato de; GALINDO, Dolores Cristina Gomes; FRANCO, Ana Carolina Farias
    Este artigo apresenta algumas reflexões sobre as práticas de governo na educação liberal brasileira e a organização do sistema escolar sob a perspectiva da governamentalidade, em Foucault, durante o século XX. Desse modo, o referencial teórico utilizado para empreender a análise inclui alguns autores/as da área educacional, assim como tenta articulá-los à discussão com alguns conceitos desenvolvidos por Foucault sobre liberalismo, governamentalidade, poder-saber, subjetividade e educação. A educação, nessa perspectiva transforma-se em um aparato de governamentalidade que constrói discursos e visibilidades que subjetivam os sujeitos de diferentes formas. No Brasil, a educação liberal aliada ao desejo de modernizar corpos e outra sociedade, engendrando formas de governo para operar sobre as esferas sociais, culturais, políticas, morais e economicamente nas vidas e corpos.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Intuição para Bergson e Deleuze: atravessamentos por devires da pesquisa em Psicologia
    (Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, 2017-08) GALINDO, Dolores Cristina Gomes; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; NASCIMENTO, Caroline Christine Garcia do; SOUZA, Leonardo Lemos de; NASCIMENTO, Roberto Duarte Santana
    Este artigo é uma revisão de literatura, buscando uma conversa entre Henri Bergson e Gilles Deleuze, para problematizar a intuição da pesquisa em Psicologia e o devir criança. Abrir essa conversa traz pistas relevantes que permitem deslocar percursos e movimentar territórios para fazer pensar além do dado, suspendendo juízos prévios. Assim, é possível inventar conceitos e efetuar uma atenção dispersa pela prática de pesquisa em Psicologia, saindo das essências, das lógicas lineares e causais. Devir criança é agenciar forças no lance de dados, ao acaso destas, em que o virtual se atualiza sem repetir e imitar formas. Devir criança possibilita sair da semelhança e do reconhecimento para ousar criar Psicologias outras.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Massacre e resistência Kaiowá e Guarani: interrogações às psicologias nos traçados do intolerável
    (Universidade Federal do Pará, 2013) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina Gomes
    Neste artigo, problematizamos o acontecimento massacre e a resistência dos povos indígenas Kaiowá e Guarani às práticas racistas de biopoder que são empreendidas, tendo em vista a garantia do território e da sua terra sagrada. Nos estudos de Michel Foucault, encontramos algumas ferramentas históricas e políticas que nos auxiliam a pensar sobre essa situação e a interrogá-la no presente. O racismo parece estar sustentando tal realidade e a cumplicidade com o genocídio que está sendo feita, pois há demora em realizar a demarcação, negligência diante dos apelos desses povos, que já aconteceram de várias maneiras. A resistência desses povos interpela as práticas psicológicas, para que não sejam acionadas como dispositivos de normalização etnocidas pautados pela pacificação, que nega as dissidências, ou pela patologização, que nega a diversidade da vida como biopotência.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Práticas de esporte, lazer e cultura do UNICEF
    (Universidade Federal Fluminense, 2017-04) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina Gomes; REIS JÚNIOR, Leandro Passarinho; NOGUEIRA, Thais de Souza; ARRUDA, André Benassuly; BRITO NETO, José Araújo de
    O artigo presente visa problematizar as práticas do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em especial, as dirigidas às crianças e adolescentes pobres por meio de atividades de esportes, lazer e cultura como maneira de forjar segurança, saúde e prevenir situações de violência Esta agência atribui a este grupo social supostas situações de riscos, vulnerabilidades, carências e privações derivadas do pertencimento desta infância e adolescência às famílias pobres, não escolarizadas e pela moradia em comunidades na periferia das cidades. Os modos de vida deste segmento da população são desqualificados e o UNICEF se apresenta como uma agência transformadora destas condições. Os projetos deste organismo multilateral oscilam entre o adestramento disciplinar produtor de docilidade e utilidade ao governo da vida para criar liberdade com segurança por meio de políticas compensatórias, recomendadas como receitas e oferecidas como favores, deixando de lado o campo dos direitos em detrimento da economia política neoliberal.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    Tramas, redes e escafandristas: notas sobre a educação e o comum na pesquisa em Psicologia
    (Universidade Federal do Pará, 2016-08) SANTOS, Daniele Vasco; LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GOMES, Geise do Socorro Lima; GALINDO, Dolores Cristina Gomes
    O presente artigo visa refletir teoricamente sobre as dimensões do plano da experiência do comum na pesquisa por meio da composição de tramas que favorecem agenciamentos coletivos de saberes, poderes e subjetividades. A busca por intercessores e formação de redes possibilita inventar e politizar as relações, os corpos, pensar a produção da verdade, encarnada e atravessada por afetos. Os saberes são legados partilhados e resultam dos encontros potentes entre conversas e perguntas, na trama das forças heterogêneas e múltiplas que os constituem. Transversalizar e multiplicar os intercessores pela prática transdisciplinar implica ampliar perspectivas, fazer deslizar os lugares institucionais e subjetivos para desnaturalizar práticas cristalizadas e produzir novas histórias colaborativas entre pesquisadores e docentes, na Psicologia e na educação.
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    Artigo de PeriódicoAcesso aberto (Open Access)
    UNESCO, mulheres e biopoder no Brasil: alguns apontamentos
    (Universidade Federal do Pará, 2017-12) LEMOS, Flávia Cristina Silveira; GALINDO, Dolores Cristina Gomes; CASTELAR, Marilda; REIS JÚNIOR, Leandro Passarinho; PIANI, Pedro Paulo Freire; NOGUEIRA, Thais
    O texto interroga as práticas da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) frente às mulheres brasileiras e opera uma analítica dos discursos racistas e utilitaristas que promovem disciplina e regulações securitárias com base na educação e cultura. A preocupação com os direitos violados nos países chamados em desenvolvimento pela UNESCO, e seus designados parceiros se, de um lado, constitui um importante anteparo às violências, de outro, cria condições para práticas disciplinares e securitárias de base neoliberal e mundializada que devem ser problematizadas. As mulheres entram na agenda da UNESCO sob o ângulo da segurança ameaçada e da segurança a realizar traduzido em políticas públicas dirigidas a elas e a seus filhos.
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