Dissertações em Biodiversidade e Conservação (Mestrado) - PPGBC/Altamira
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.ufpa.br/handle/2011/9261
O Mestrado Acadêmico iniciou-se em 2014 e pertence ao Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Conservação (PPGBC) do Campus Universitário de Abaetetuba da Universidade Federal do Pará (UFPA).
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Navegando Dissertações em Biodiversidade e Conservação (Mestrado) - PPGBC/Altamira por Agência de fomento "FAPESPA - Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas"
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Dissertação Acesso aberto (Open Access) Anestesia com eugenol em Hypancistrus seideli (Siluriformes: Loricariidae): teste com exposição e reexposição(Universidade Federal do Pará, 2025-04-10) SANTOS, Mayara Fernanda Cabral da Rocha; PEREIRA, Tatiana da Silva; http://lattes.cnpq.br/4005250095700054; SILVA JÚNIOR, Flavio Manoel Rodrigues da; ROCHA, Juliana Delatim Simonato; AMADO, Lílian Lund; BARBAS, Luis André Luz; ANDRADE, Marcelo Moraes; http://lattes.cnpq.br/6001686006338661; http://lattes.cnpq.br/0889677472146308; http://lattes.cnpq.br/3382900147208081; http://lattes.cnpq.br/0067206681021272; http://lattes.cnpq.br/0231296279253720; https://orcid.org/0000-0002-7344-4679; https://orcid.org/0000-0002-1623-1490; https://orcid.org/0000-0001-7693-8191; https://orcid.org/0000-0002-2708-8909; https://orcid.org/0000-0002-0861-7668O presente trabalho busca determinar a concentração segura do anestésico eugenol para a anestesia de Hypancistrus seideli, peixe amazônico, endêmico do rio Xingu e de importância para o comércio ornamental, através de um protocolo alternativo que utiliza menos animais do que os testes tradicionais de LC50 e LD50. Foram analisados os efeitos anestésicos do eugenol em 64 espécimes de H. seideli. Para essa avaliação utilizamos os estágios já padronizados por Ross e Ross de 2008 adaptados para loricarideos. Os peixes foram escolhidos randomicamente e colocados individualmente em aquários, com parâmetros controlados. Foram testados 64 espécimes de H. Seideli divididos em quatro grupos, onde o grupo um e dois receberam 2 mg.L-¹ da solução anestésica em tempos diferentes. O grupo um a cada um minuto e o grupo dois a cada dois minutos. Estes mesmos peixes foram reexpostos ao eugenol três meses depois para saber se houve tolerancia reversa nos animais. O grupo três e quatros eram constituidos de peixes que numca tiveram contato com eugenol. Eles receberam as concentrações referentes as médias das concentrações encontradas no grupo um e dois, respectivamente 32,6 mg.L-¹ e 24,87 mg.L-¹, mas sem a necessidade de reexposição após três meses. Na preparação da solução, o eugenol foi diluído em etanol 70%, na proporção 1:9. Os peixes foram escolhidos randomicamente e observados simultaneamente por dois pesquisadores. Cada peixe foi testado individualmente em aquários contendo 5 L de água. O teste PERMANOVA foi realizado mostrando que não houve diferença nas doses de exposição e reexposição e que a concentração de exposição segura de anestesia para H. seideli foi de 32,6 mg.L-¹ onde 100% dos peixes chegaram a anestesia e em tempo hábil. Não houve mortalidade durante o experimento, nem após meses da realização dos testes. O protocolo utilizado neste trabalho foi efetivo e seguro para o uso de eugenol em espécimes de H. seideli.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Efeito ambiental e de diferentes regimes de rega e doses de 24-Epibrassinolídeo sobre o crescimento e teor de Clorofila e Nitrogênio foliar em plantas juvenis de cacau(Universidade Federal do Pará, 2025-03-31) SILVA, Breno Calado da; SCHMALZ-PEIXOTO, Karin Elisabeth von; http://lattes.cnpq.br/3201612256251112; HERNÁNDEZ-RUZ, Emil José; http://lattes.cnpq.br/9304799439158425; https://orcid.org/0000-0002-3593-3260; MENEZES, Moirah Paula Machado de; LEÃO, Fábio Miranda; SALM, Rodolfo AurelanoA região da transamazônica e Xingu tem uma economia que depende em boa parte de cultura do cacau (Theobroma cacao). Com as mudanças climáticas globais a cultura dessa espécie pode ser altamente prejudicada. Por isso propomos investigar os efeitos da aplicação exógena de duas doses na concentração nanomoles por litro (10 nM e 20 nM e o controle) do fito hormônio 24- epibrassinolídeo, o uso e a ausência de sombreamento e regimes hídricos com intervalos de rega diferentes, sobre características de crescimento, teor de clorofila, e nitrogênio das folhas de 225 plantas juvenis de cacau, no período de 30 dias. Para isso realizamos à randomização das 225 plantas, criando 15 blocos representando os regimes hídricos e em cada um deles distribuímos 15 plantas, entre elas aplicamos uma das doses do BRs (0 nM, 10 nM, 20 nM) a cada 5 plantas. As coletas nos blocos foram realizadas a cada cinco dias, registrando as variáveis de crescimento morfológicas, teores de clorofila, nitrogênio foliar e variáveis ambientais. Verificamos a distribuição dos dados com gráficos de densidade, de frequência das variáveis comprimento e diâmetro do caule. Realizamos um PCA para melhor compreensão da variação dos dados, correlacionando todas as variáveis aos tratamentos. A clorofila e nitrogênio foram utilizados como duas variáveis respostas de duas análises de variância (ANOVA), utilizando os tratamentos como variáveis, foi feito o teste de Tukey para confirmação da variância dentro do tratamento. Cada planta e a aplicação de BRs foram utilizadas como fator aleatório e rodados em um modelo linear de efeitos mistos (LMM), usando máxima similaridade restrita (REML). Os resultados demostraram que o regime hídrico teve grande efeito na variação das médias de crescimento em relação aos outros tratamentos, e os fatores ambientais temperatura e umidade tiveram grande correlação com a PCA, que conseguiu explicar 46, 32% da variação total dos dados. Em relação ao teor de clorofila e nitrogênio foliar ambos só sofreram efeito significativo em seus níveis do regime hídrico, especificamente do intervalo de rega de 30 dias. Houve diferença na interação entre as plantas com a dosagem 20 nM e o grupo controle, apresentando um efeito nivelador, enquanto a dosagem 10 nM demostrou reagir mais intensamente às mudanças ambientais.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Monitoramento inteligente de peixes amazônicos: detecção e classificação com aprendizado profundo em passagens de peixes(Universidade Federal do Pará, 2025-03-31) NOGUEIRA, Felipe de Luca dos Santos; NOLETO, Eurico; http://lattes.cnpq.br/9671212401003657; GIARRIZZO, Tommaso; http://lattes.cnpq.br/5889416127858884; SOUSA, Leandro Melo de; KEPPELER, Friedrich Wolfgang; DREWS JUNIOR, Paulo Lilles Jorge; http://lattes.cnpq.br/6529610233878356; http://lattes.cnpq.br/4743340542470876; http://lattes.cnpq.br/5551697165370587A Bacia Amazˆonica possui um dos maiores potenciais hidrel´etricos do mundo, sendo respons´avel por uma parcela significativa da gera¸c˜ao de energia no Brasil. A constru¸c˜ao de empreendimentos hidrel´etricos na regi˜ao, como o Complexo Hidrel´etrico Belo Monte, visa atender `a crescente demanda energ´etica, mas tamb´em pode impactar a dinˆamica migrat´oria e a conserva¸c˜ao da ictiofauna amazˆonica. Diante disso, torna-se essencial o desenvolvimento de sistemas de monitoramento automatizados para avaliar a efetividade das estruturas de mitiga¸c˜ao, como as passagens de peixes. Este estudo apresenta o desenvolvimento de um sistema de monitoramento automatizado para a detec¸c˜ao e classifica¸c˜ao de esp´ecies de peixes na passagem de peixes da barragem do sitio Pimental, que integra o Complexo Hidrel´etrico Belo Monte. A pesquisa foi conduzida no sistema de transposi¸c˜ao de peixes (STP) da barragem do sitio Pimental, utilizando t´ecnicas de vis˜ao computacional. Para a constru¸c˜ao do conjunto de dados, quadros foram extra´ıdos de v´ıdeos subaqu´aticos capturados pelo STP, sendo posteriormente anotados manualmente na plataforma Darwin V7. O banco de dados resultante foi composto por 1000 imagens, divididas em conjuntos de treinamento (700), valida¸c˜ao (150) e teste (150). As dezenove esp´ecies foram selecionadas com base na frequˆencia de ocorrˆencia e importˆancia migrat´oria, sendo destacadas Phractocephalus hemioliopterus e Cichla melaniae, entre outras. A modelagem foi realizada utilizando Redes Neurais Convolucionais (RNCs), implementadas no modelo YOLO v8, conhecido por sua eficiˆencia em tarefas de detec¸c˜ao de imagens. A t´ecnica de aumento de dados (data augmentation) foi aplicada para expandir a diversidade do conjunto de treinamento, introduzindo transforma¸c˜oes como rota¸c˜oes, transla¸c˜oes, escalonamento e ajustes de brilho. O treinamento foi conduzido na plataforma Google Colab PRO, utilizando uma GPU NVIDIA A100, garantindo alto desempenho no processamento das imagens. Durante o processo, foram ajustados parˆametros como learning rate (0,01), momentum (0,937) e weight decay (0,0005), visando minimizar o overfitting e melhorar a generaliza ¸c˜ao do modelo. A avalia¸c˜ao do modelo foi realizada por meio de m´etricas como precis˜ao, recall, F1-score e mean Average Precision (mAP). Os resultados indicaram um desempenho superior para esp´ecies mais representadas no conjunto de dados, como Phractocephalus hemioliopterus (F1-score de 91%) e Cichla melaniae (87%). Esp´ecies menos frequentes apresentaram menor precis˜ao na classifica¸c˜ao, como Leporinus friderici (52%) e Leporinus sp2 (55%).As curvas de aprendizado demonstraram redu¸c˜ao progressiva das perdas de treinamento e valida¸c˜ao, evidenciando a capacidade do modelo de reconhecer padr˜oes visuais das esp´ecies. O modelo manteve desempenho consistente em diferentes condi¸c˜oes ambientais, incluindo alta turbidez e reflexos de ilumina¸c˜ao artificial, refor¸cando seu potencial para o monitoramento cont´ınuo da biodiversidade aqu´atica. Entretanto, algumas limita¸c˜oes foram identificadas, como a variabilidade sazonal na qualidade das imagens e a baixa representatividade de certas esp´ecies, o que pode comprometer a generaliza¸c˜ao do modelo. Al´em disso, o tempo de processamento e a necessidade de infraestrutura computacional robusta s˜ao fatores a serem considerados. A implementa¸c˜ao deste sistema no STP, dentro do Complexo Hidrel´etrico Belo Monte, representa um avan¸co na avalia¸c˜ao de estruturas mitigadoras de impactos ambientais, fornecendo informa¸c˜oes fundamentais para o manejo sustent´avel da fauna aqu´atica em grandes empreendimentos hidrel´etricos.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Mudança hidrossedimentológica na volta grande do Xingu influenciada pela Usina Hidrelétrica Belo Monte(Universidade Federal do Pará, 2025-04-16) HENRIQUES, Matheus de Oliveira; RODRIGUES, Fernanda Costa Gonçalves; http://lattes.cnpq.br/1166409664890965; https://orcid.org/0000-0003-1236-7937; SAWAKUCHI, André Oliveira; http://lattes.cnpq.br/3999005419444953; CUNHA, Janice Muriel; SOUSA, Leandro Melo de; WAHNFRIED, Ingo Daniel; PUPIM, Fabiano do Nascimento; ZUANON, Jansen Alfredo Sampaio; http://lattes.cnpq.br/4027012189701116; http://lattes.cnpq.br/6529610233878356; http://lattes.cnpq.br/5399807455957370; http://lattes.cnpq.br/0329197428428225; http://lattes.cnpq.br/0161925591909696As barragens têm impactos significativos sobre a dinâmica hidrológica e sedimentar dos rios, o que afeta diretamente a morfologia fluvial e os ecossistemas aquáticos e de áreas alagáveis. A retenção de sedimentos nos reservatórios, assim como a redução da vazão, altera o aporte sedimentar que seria transportado a jusante, podendo resultar tanto em erosão do leito e das margens quanto em assoreamento, perturbando a heterogeneidade ambiental necessária para manutenção da biodiversidade. Essa perturbação na heterogeneidade ambiental influência diretamente a disponibilidade de habitats, uma vez que sistemas com maior variabilidade de ambientes físicos tendem a ser mais resistentes a perturbações, como mudanças climáticas ou impactos antrópicos. Neste contexto, a Usina Hidrelétrica Belo Monte, uma das maiores usinas hidrelétricas do país em termos de potência instalada, foi implantada na Volta Grande do Xingu. A área da Volta Grande do Xingu se caracteriza por ser uma região de aproximadamente 130 km de extensão no médio curso do Rio Xingu, apresentar águas claras, de baixa profundidade, com trechos sinuosos, o que cria um complexo mosaico de habitats aquáticos e de inundação sazonal, além da presença de corredeiras e ilhas, praias, igarapés e canais sobre substratos rochosos que abrigam uma rica e também endêmica biodiversidade aquática e ripária. Diante disso, o objetivo deste trabalho foi caracterizar os depósitos sedimentares associados ao canal principal e aos igarapés da Volta Grande do Xingu, adjacente à aldeia Mïratu (Terra Indígena Paquiçamba) e, analisar as características internas dos depósitos sedimentares por meio de análises de fácies e granulometria. Além disto, foi realizada a análise de proveniência (origem) dos sedimentos utilizando a sensibilidade da luminescência opticamente estimulada e também identificadas áreas em processo de erosão e assoreamento. Por último, foi investigada como as variações de vazão provocam mudanças nos igarapés e canais associados aos habitats da fauna aquática e das áreas sazonalmente alagáveis. As análises faciológicas indicaram que os leitos do Igarapé paraíso, Ilha do Zé Maria e canais principais são compostos por ao menos três fácies sedimentares (lama maciça compactada com cascalho, cascalho de blocos de rocha e areia média a muito grossa). Os perfis batimétricos dos canais relevaram significativa variabilidade de lâmina d’água, destacando a hidrodinâmica e os processos de erosão e deposição que moldam o leito do Rio Xingu, corroborando com a ideia de alta heterogeneidade ambiental. As réguas linimétricas evidenciaram correlação positiva entre os níveis da água no canal principal e igarapés. A granulometria relevou maior frequência de areia média a grossa (com cascalho) e menor ocorrência de areia fina. A sensibilidade da luminescência opticamente estimulada (OSL) indicou fontes distintas para as areias. A área 7 apresentou, majoritariamente, quartzo de menor sensibilidade com mediana menor que 50% (porcentagem do primeiro segundo de estimulação). A área 3 (Igarapé Paraíso e canais adjacentes) apresentou areias de sensibilidade variável, sugestiva de mistura de fontes. As demais áreas estudadas apresentaram, majoritariamente, grãos de quartzo com sensibilidade com mediana maior que 50%. Esses resultados contribuem para o entendimento dos impactos associados à regulação da vazão na Volta Grande do Xingu, fornecendo subsídios para futuras ações de manejo ambiental voltadas à conservação da biodiversidade e à proteção das áreas alagáveis, especialmente no contexto das mudanças provocadas pela Usina Hidrelétrica Belo Monte.Dissertação Acesso aberto (Open Access) Plantas acumuladoras de alumínio: panorama global e estudo ecofisiológico em quatro espécies de Melastomataceae nativas da Amazônia(Universidade Federal do Pará, 2025-02-26) LEAL, Maria Danyelle Vieira; CASTRO, Laísa Maria de Resende; http://lattes.cnpq.br/8468190143314464; https://orcid.org/0000-0001-7312-9209; HERRERA, Raírys Cravo; http://lattes.cnpq.br/2153779197306503; https://orcid.org/0000-0002-9699-8359; REIS, Alisson Rodrigo Souza; WILLIAMS, Christina Cleo Vinson; VIANA, Ivan Becari; http://lattes.cnpq.br/7258026642139407; http://lattes.cnpq.br/8507325295596811; http://lattes.cnpq.br/3634076110574092Plantas acumuladoras de alumínio (Al) possuem a capacidade de se desenvolver em solos com altos níveis desse elemento na forma ionizada, uma condição que geralmente é tóxica para a maioria das plantas em ambientes ácidos. Essas espécies têm despertado interesse por sua relevância nos processos ecofisiológicos e pelo potencial para inovações biotecnológicas no manejo de solos ácidos, especialmente em regiões onde a acidez do solo é um fator limitante para a agricultura. No Brasil, estudos sobre essas plantas têm se concentrado na savana brasileira, deixando lacunas significativas em outros biomas, como a Amazônia. Assim, este trabalho tem como objetivo investigar o estado da arte global sobre plantas acumuladoras de Al, mapear sua distribuição geográfica em nível internacional e nacional e analisar o acúmulo do metal em quatro espécies da família Melastomataceae nativas da Amazônia brasileira. A dissertação foi estruturada em dois capítulos. O primeiro utilizou abordagens cienciométricas e de revisão sistemática com dados coletados nas bases Web of Science e Scopus, empregando termos de busca como “plants”, “hyperaccumulat*”, “Al accumulat*” e “tolerant plants”. Foram identificados 862 documentos, dos quais 129 atendiam aos critérios de elegibilidade. Os resultados evidenciaram que a produção científica está concentrada na China (31,49%), Japão (24,40%) e Brasil (20,47%), com ênfase na fisiologia (67,71% das publicações). As plantas acumuladoras de Al pertencem a 68 famílias botânicas, sendo 94,14% Angiospermas, predominando em regiões tropicais da Ásia e América. O segundo capítulo envolveu expedições científicas à Boca do Iriri e à Estação Ecológica Terra do Meio, no município de Altamira-PA, para identificar espécies acumuladoras de Al entre indivíduos de Melastomataceae. Em seis transectos de 500 x 5 m em floresta não inundável, foram coletadas amostras foliares e de solo. As análises anatômicas, histoquímicas e químicas revelaram que as quatro espécies estudadas apresentam hiperacumulação de Al, com teores médios variando entre 17.256,63 mg/kg e 30.660,93 mg/kg de Al na matéria seca, sendo o maior valor registrado em Miconia affinis DC. O registro de acumulação de Al em M. affinis e Miconia chrysophyilla (Rich) Urb. são feitos pela primeira vez neste estudo. O alumínio foi encontrado armazenado na parede celular da epiderme, do colênquima e no parênquima paliçádico das quatro espécies analisadas. Embora, apenas um dos testes histoquímicos tenha sido capaz de detectar a presença de Al nos tecidos de Bellucia grossularioides (L.) Triana. Assim, este estudo amplia o conhecimento sobre as plantas acumuladoras de Al e aponta para a importância de expandir pesquisas na Amazônia, contribuindo para o manejo sustentável de solos ácidos e a conservação da maior floresta tropical úmida do mundo.
